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	<title>Arquivos Reviews | BahiaRock</title>
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	<description>Seu Portal pro Rock Baiano!</description>
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	<title>Arquivos Reviews | BahiaRock</title>
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		<title>Review – Álbum – Meus Amigos Estão Velhos – Falsa Alegria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 17:56:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[falsa alegria]]></category>
		<category><![CDATA[Meus Amigos Estão Velhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Formada por nomes conhecidos da cena rock &#8216;n roll de Salvador, a Meus Amigos Estão</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Formada por nomes conhecidos da cena rock &#8216;n roll de Salvador, a <a href="https://www.bahiarock.com.br/tag/meus-amigos-estao-velhos/">Meus Amigos Estão Velhos </a>surgiu como um &#8220;supergrupo de rock pesado&#8221;, mesclando influências do grunge, rock setentista, stoner, punk rock, entre outros. Essa foi a tônica do primeiro EP, &#8220;<a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-meus-amigos-estao-velhos-mojave-mojito/">Mojave Mojito</a>&#8220;, de 2019. Em 2022, lançaram o segundo EP, &#8220;Soa como Caos&#8221;, na mesma &#8220;pegada&#8221;, mas já apontando para outras direções.  Em novembro de 2024, a banda lança o álbum &#8220;<strong>Falsa Alegria</strong>&#8220;, no qual apresenta uma nova sonoridade (e um novo integrante, o tecladista Silvio de Carvalho), com um maior destaque para as melodias, guitarras mais limpas e maior experimentação (inclusive com o uso de violoncelo, trompete e flugelhorn &#8211; não me perguntem que diabos é esse último&#8230;).</p>



<p>A primeira faixa, &#8220;<strong>Ancorado</strong>&#8220;, sintetiza bem esse novo momento da MAEV: com um riff melódico, teclados/sintetizadores e letra romântica, me lembra ao mesmo tempo o indie rock dos anos 2000 e o pop rock oitentista nacional. The Killers <em>meets</em> Guilherme Arantes. Mas minha parte preferida são os quase dois minutos instrumentais no final da música.</p>



<p>Outras músicas do álbum  seguem mais ou menos essa linha, dentre elas: &#8220;<strong>Gosto tanto de você</strong>&#8220;, uma balada romântica, com ecos de Beatles e Radiohead, com suíte instrumental mais &#8220;roqueira&#8221; no final; e &#8220;<strong>Tudo tem você</strong>&#8220;, outra balada &#8220;assobiável&#8221;, mas que ganha força e peso no refrão. No meio da música, uma voz feminina representando uma mensagem de áudio terminando um relacionamento: &#8220;acho que não faz sentido nem a gente conversar mais&#8221;. Cruel&#8230;</p>



<p>&#8220;<strong>Seja mentira</strong>&#8221; por sua vez, já nos leva a lembrar do &#8220;Mojave Mojito&#8221;: rockão direto, com letra ácida e com direito a dois solos de guitarra. Assim como &#8220;<strong>Nunca me lembro</strong>&#8221; , nervosa, acelerada e cheia de riffs, que conta com a participação de Jajá Cardoso e Luca Bori da Vivendo do Ócio (e que cairia muito bem na própria VDO &#8211; foi composta por eles, afinal). </p>



<p>Outros destaques do disco são &#8220;<strong>Reveillon</strong>&#8220;, canção bem tranquila e &#8220;<em>good vibes</em>&#8221; que fala sobre as expectativas que surgem numa virada de ano, e foi inspirada justamente no clima de esperança e otimismo com a mudança de governo no país em 2023; e &#8220;<strong>Música do sono</strong>&#8221; única faixa com o guitarrista Bruno Carvalho no vocal principal &#8211;  melancólica, tem uma atmosfera onírica, mas fala sobre insônia e sentir falta dos sonhos.</p>



<p>&#8220;<strong>Falsa Alegria</strong>&#8220;, música que dá nome ao álbum, também se encarrega de terminá-lo, de maneira bem diferente de como começou. <em>No more good vibes</em> aqui: 2 minutos e 3 segundos de raiva, reclamação e barulho, para que a gente não se esqueça que nossos velhos amigos continuam tão rock &#8216;n roll como sempre. No mais, se por acaso esse texto estiver equivocado, me despeço dizendo à banda um dos refrões do disco que ficaram em minha cabeça: &#8220;me desculpe qualquer coisa&#8221;&#8230;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ouça no Spotify:</h2>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Review – Álbum – Retrofoguetes &#8211; A Nova Onda Hipnótica dos Retrofoguetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 20:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[retrofoguetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Retrofoguetes é sem dúvidas uma das bandas mais importantes do rock baiano, e o</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Retrofoguetes</strong> é sem dúvidas uma das bandas mais importantes do rock baiano, e o seu mais recente EP, chamado “A Nova Onda Hipnótica dos Retrofoguetes”, é mais uma prova disso. Esse é o primeiro trabalho sem a presença do guitarrista Morotó Slim. O grupo voltou a ser um trio, agora formado por Fábio Rocha no baixo, Julio Moreno nas guitarras e Rex na bateria, sendo que Rex é o único membro que está presente desde a formação do conjunto, criado em 2002 após o fim do <a href="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-the-dead-billies/">The Dead Billies</a>.</p>



<p>Nos seus quatro discos, o <strong>Retrofoguetes</strong> explorou uma sonoridade instrumental bem diversa, que começou com o surf music com uma pegada de trilha sonora de filmes de ficção científica em “Ativar Retrofoguetes!” de 2003. Em “A Nova Onda Hipnótica dos Retrofoguetes” a banda retorna a esse início, mas a presença de Fábio e Julio dá uma nova roupagem para essa sonoridade. É como se o grupo se reinventasse, mas sem perder a sua essência. E isso fica claro principalmente graças à bateria marcante de Rex.</p>



<p>Esse retorno também fica claro no próprio material de divulgação da banda sobre o disco, onde é feita uma referência pop a um filme de ficção científica fictício bem Lado B. A capa feita por Edson Rosa é muito bonita e ajuda a traduzir em uma imagem como definir a sonoridade do EP.</p>



<p>“<strong>A Nova Onda Hipnótica dos Retrofoguetes</strong>” foi lançado no final de 2022 e conta com quatro músicas, sendo que três delas são inéditas, pois a canção “Telemetria” já havia sido disponibilizado anteriormente como single. Outro detalhe importante é que o EP foi lançado em formato físico em vinil de 7 polegadas pelo selo americano Otitis Media Records, com distribuição no Brasil pelo selo Esta Noite Encarnarei no seu Compacto (inclusive, um nome bem apropriado para lançar esse disco). Assim, para os apreciadores dos LPs esse é um lançamento imperdível.</p>



<p>Ao final das quatro músicas a sensação que fica é a de “quero mais”, então para saciar a vontade o jeito é dar o play novamente e os quase 15 minutos de duração passam rapidamente sem nem sentir. Não por acaso a banda fez questão de avisar que “a audição permanente desse disco pode causar distúrbios mentais irreversíveis”. Apesar do tom óbvio de brincadeira, é difícil sair imune a essa nova onda hipnótica dos Retrofoguetes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ouça no Spotify:</h2>



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		<title>Review – Álbum – Lasso &#8211; Amuo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 11:44:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Amuo]]></category>
		<category><![CDATA[Lasso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lasso é uma banda de punk rock/hardcore soteropolitana, formada por Marcelo A. (guitarra e</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a href="https://www.bahiarock.com.br/lasso/">Lasso</a> é uma banda de punk rock/hardcore soteropolitana, formada por <strong>Marcelo A. </strong>(guitarra e vocal), <strong>Fabiano P.</strong> (baixo) e <strong>Rodrigo G</strong>. (bateria). Surgiu em 2020 (uma banda pandêmica”, como definiu Rodrigo), e lançou seu primeiro EP, “S/T”, em 2021. Em 2022, após lives e ensaios usando máscara, veio o segundo EP, “<strong>Amuo</strong>”, um petardo de 7 músicas que dura pouco mais de 10 minutos, sendo lançado nos Estados Unidos pelo selo Sorry State e na Inglaterra pelo Static Shock.</p>



<p>O EP já começa “nervoso” com os 44 segundos de fúria de “<strong>Nêmesis</strong>”, que fala de uma terra arrasada (talvez o nosso país, principalmente de 2019 pra cá…). Em seguida, “<strong>Precipitações</strong>” surge igualmente acelerada, para depois mudar para uma levada mais “punk rock”, enquanto dispara versos atormentados. A terceira faixa, “<strong>Fechado em copas</strong>”, possui uma cadência mais quebrada, mas mantém a fúria nos vocais. Logo após, “<strong>Amuo</strong>”, que dá nome ao disco, traz um ótimo riff na introdução e um instrumental impecável. A letra parece um poema maldito e sombrio.</p>



<p>“<strong>Atarantado</strong>”, a quinta faixa, tem uma levada bastante “ramônica”, bons riffs, desespero e desalento. As duas últimas, “<strong>Ausente e esquecido</strong>” e “<strong>Mendaz</strong>”, reduzem um pouco a velocidade, mas mantendo o peso e a qualidade instrumental, fazendo que você queira ouvir tudo de novo quando terminam (10 minutos é muito pouco!).</p>



<p>Com “<strong>Amuo</strong>”, a <strong>Lasso </strong>amplia a sonoridade da banda, em comparação ao primeiro EP, mais voltado para o hardcore. Com o retorno dos shows após a redução dos casos de COVID-19, a banda pôde enfim começar a se apresentar pelo Brasil, e sairá em turnê pela Europa em maio, deixando de se tornar uma banda “pandêmica” e mostrando sua fúria punk nos palcos do Brasil e do mundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ouça no Spotify:</h2>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Spotify Embed: Amuo" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/5stKUZoi0k3l2SJqxurJPl?si=NU7SaxpBQMCMaA7u0hs4Jg&#038;utm_source=oembed"></iframe>
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<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-lasso-amuo/">Review – Álbum – Lasso &#8211; Amuo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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		<title>Review – Álbum – Sofie Jell – Beauty Lies in the Eyes Pt. 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Nov 2021 17:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Beauty Lies in the Eyes Pt. 2]]></category>
		<category><![CDATA[Sofie Jell]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sofie Jell é uma banda criada em 2017 na cidade de Feira de Santana. Formada</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-sofie-jell-beauty-lies-in-the-eyes-pt-2/">Review – Álbum – Sofie Jell – Beauty Lies in the Eyes Pt. 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Sofie Jell</strong> é uma banda criada em 2017 na cidade de Feira de Santana. Formada por por Lucas Laudano (vocais e guitarra), Leonardo Guimarães (bateria), Bruno Mendes (baixo) e Marquinhos Menezes (guitarra), apresenta uma sonoridade que remete muito ao grunge, mas também com influências de stoner rock, indie rock, entre outras. Em 2021, lançou o EP “<strong>Beauty Lies in the Eyes Pt. 2</strong>” – o nome sugere ser uma continuação de “Beauty Lies in the Eyes Pt. 1”, lançado em 2018.</p>



<p>“<strong>Why</strong>” abre o EP com um riff acelerado, vocal atormentado com ecos de Silverchair e Pearl Jam, guitarras cheias de overdrive… enfim, grunge “na veia”. Na letra, um dos lamentos mais universais: &#8220;How could you leave me?&#8221; (“como você pôde me deixar?”). A segunda faixa, “<strong>Overrated</strong>”, mantém o álbum em alta velocidade com um riff grave com pegada stoner, mas se torna mais melódica no refrão, e traz um bom solo de guitarra.</p>



<p>“<strong>Figure out</strong>”, por sua vez, chega com uma sonoridade mais indie, mas fica mais &#8220;pesada&#8221; e arrastada no refrão (onde chega a lembrar Queens of the Stone Age), quando pede para um certo alguém: “want you just to think about why I don´t like you” (só quero que você pense sobre por que eu não gosto de você”).</p>



<p>Em seguida, temos “<strong>Insidead</strong>”, que começa bastante melódica, mas em após alguns segundos vai fazer você bater cabeça com o riff distorcido e a bateria “quebrada” &#8211; falando em distorção: os timbres de guitarra são muito bons em todo o álbum. O vocal segue numa crescente de desespero, acompanhando os diversos sentimentos da música. A letra fala de sofrimento, tensão e desilusões, encerrando com a frase: &#8220;I don&#8217;t want to be insidead&#8221; (“eu não quero estar morto por dentro”).</p>



<p>A quinta faixa, &#8220;<strong>Down</strong>&#8221; é um raro momento de &#8220;calma&#8221; do álbum, desta vez, mantendo-se melódica e quase &#8220;acústica&#8221; do início ao fim, com a distorção aparecendo apenas na introdução e no no belo solo de guitarra. A letra tão melancólica quanto a melodia: “On the ocean I drown/among the pieces of my own” (“no oceano eu me afogo/entre os pedaços de mim mesmo”).</p>



<p>E por fim, “<strong>Wasted days</strong>”, com seus mais de 5 minutos, alterna entre uma calma melancolia e explosões de desespero, encerrando em grande estilo um conjunto de músicas que merecem ser ouvidas com atenção (de preferência, com fones de ouvido), para uma total imersão no universo da Sofie Jell.</p>



<p><strong>Ouça no Spotify:</strong></p>



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<iframe title="Spotify Embed: Beauty Lies in the Eyes - Part 2" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/0UpPdocwSDGY8X7H9ByQ1a?si=WqkqKRYiR3CV1_ZnmwPmuw&#038;utm_source=oembed"></iframe>
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<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-sofie-jell-beauty-lies-in-the-eyes-pt-2/">Review – Álbum – Sofie Jell – Beauty Lies in the Eyes Pt. 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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		<title>Review – Álbum – Agrestia – Sanguinolento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 13:07:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[agrestia]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[review Álbum]]></category>
		<category><![CDATA[Sanguinolento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma imagem vale mais que mil palavras, já diz a expressão popular, e sem dúvidas</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-agrestia-sanguinolento/">Review – Álbum – Agrestia – Sanguinolento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma imagem vale mais que mil palavras, já diz a expressão popular, e sem dúvidas ela se aplica à capa do álbum “Sanguinolento” da banda Agrestia. Criada pelo artista <a href="https://instagram.com/paulokalvo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paulo Kalvo</a>, o conceito do desenho retrata de maneira brilhante o momento atual político do Brasil e deixa claro de antemão para o ouvinte o teor e conteúdo das letras da banda.</p>
<p>A Agrestia se define como rock pesado nordestino cabra da peste e realmente essa é uma maneira brilhante de descrever o som da banda. O EP de 4 músicas abre com a canção “Chico Mendes”, que para quem não sabe foi um seringueiro, sindicalista, ativista político e ambientalista brasileiro. Ele lutou a favor dos seringueiros da Bacia Amazônica, cuja subsistência dependia da preservação da floresta e das seringueiras nativas.</p>
<p>Na letra a banda o chama de “caboclo seringueiro”, louvando sua importância história em um país que infelizmente insiste em esquecer o próprio passado. Quando lemos e vemos as notícias das queimadas e desmatamento sem controle da Amazônia é importante lembramos o quão importante a luta de Mendes é até hoje. Os solos de guitarra com seu peso transmitem um pouco da raiva desse sentimento, mas também servem para louvar e celebrar a importância de continuar lutando.</p>
<p>Em “O Mito da Caverna” a forma de cantar em alguns momentos parece falada, mas logo vemos a melodia para fazer a crítica ao “cidadão de bem”, aquele que sempre diz estar querendo o melhor, mas sabemos que não é bem assim. Mais uma vez os solos distorcidos servem para transmitir o sentimento de revolta da letra à realidade atual do Brasil.</p>
<p>Seguindo em frente temos “Reina”, que faz referência a Zumbi e Lampião evocando o passado para lembrar a realidade atual de resistência do Nordeste. Nessa canção já ouvimos um pouco de groove metal com uma batida mais cadenciada da bateria, mas sem deixar obviamente as distorções da guitarra de lado.</p>
<p>Fechando o EP temos “Tragédia em Todo Gueto” onde temos uma crítica ao comportamento da polícia, principalmente, que entra nas favelas atirando na população pobre e negra sem nenhum respeito. “Explode o pobre preto”, grita o vocal com raiva enquanto a agrestia do som fica ainda mais clara.</p>
<p>Em síntese, “Sanguinolento” deixa clara as posições políticas da banda Agrestia através de letras cheias de críticas e um som pesado, passando bem os sentimentos de revolta e indignação, que infelizmente são mais atuais do que nunca.</p>
<h4>Ouça no Spotify:</h4>
<p><iframe title="Spotify Embed: Sanguinolento" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/5HO4OCcRyUfGoqZXec0dnz?si=qTCKiEB6RiWQad9oul0Y8g&#038;dl_branch=1&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
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		<title>Review – Álbum – Black Diamond Lake – O Carro em Chamaz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2021 13:42:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Black Diamond Lake]]></category>
		<category><![CDATA[O Carro em Chamaz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dimmy “o Demolidor” da Silva é um músico já bastante conhecido na cena rock da</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dimmy “o Demolidor” da Silva é um músico já bastante conhecido na cena rock da Bahia: foi baterista das bandas The Honkers, Declinium e Vendo 147, sempre imprimindo muito peso nas baquetas por onde passa. Há alguns anos, mudou-se para a Austrália, onde é chef de cozinha. Porém, não se afastou da música: juntou-se aos britânicos Barry Malice-Son (guitarra e vocais) e Mark Linkhorn (guitarras) para formar o Black Diamond Lake. Em 2021, lançaram seu primeiro álbum, “O Carro em Chamaz”, com um som que transita entre hard rock, stoner rock, punk/garage e blues rock.</p>
<p>Após uma apresentação da banda numa simulação de programa de rádio, temos a primeira faixa “Came home”, já metendo o pé na porta com um &#8220;rockão&#8221; cheio de riffs certeiros e vocais inspirados. Ao final, a música acelera o ritmo com um belo solo de guitarra.</p>
<p>“Everybody hates me” (“Todo mundo me odeia&#8221;) é o primeiro verso da segunda faixa, “Burp”, com um riff rápido e cortante de apenas dois acordes e vocais que passam urgência . “I´m not living a lie” (“Não estou vivendo uma mentira”), a letra repete, antes de, desta vez, desacelerar quando o solo de guitarra se inicia.</p>
<p>Outros destaques são a arrastada e pesada “Doom”, com a bateria de Dimmy roubando a cena no final; &#8220;F.O.G.O.&#8221;, a faixa mais stoner do álbum, com um riff grave e pesado, mais uma que termina com um solo de guitarra matador; e “Bug luv”, encerrando o álbum de uma forma diferente: uma canção “acústica” que destaca novamente os vocais.</p>
<p>Com “O Carro em Chamaz”, a Black Diamond Lake apresenta um trabalho que, embora não seja exatamente inovador, revela uma paixão pelo rock ´n roll através de boas canções tocadas com muito esmero (e peso!). Um disco pra ouvir bem alto na estrada, em casa ou onde você quiser.</p>
<h4>Ouça no Spotify:</h4>
<p><iframe title="Spotify Embed: O Carro em Chamaz" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/6UMGiNvvvkz8UuN31XREpz?si=PFiP3II1SKqMmzp8ZLB6ew&#038;dl_branch=1&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
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		<title>Review – Álbum – Jô Estrada &#8211; Silver Tapes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2020 15:11:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Jô Estrada]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[review Álbum]]></category>
		<category><![CDATA[Silver Tapes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jô Estrada é um guitarrista baiano de carreira bastante prolífica: começou com a banda Dead</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Jô Estrada é um guitarrista baiano de carreira bastante prolífica: começou com a banda Dead Easy, no final dos anos 80, mas, de lá para cá, já tocou com diversos músicos e bandas pelo Brasil, de Cascadura a Sidney Magal. Formou a banda Lacme nos anos 2000 (que atualmente, encontra-se em um hiato) e também está na Rock Forever (cover dos Beatles). Em 2020, lançou seu primeiro disco solo, “Silver Tapes”, recheado de guitarras altas, solos virtuosos e boas melodias, com vocais em inglês.</p>
<p>A primeira faixa, “Beautiful high”, já mostra a “cara” do álbum: guitarras cheias de fuzz, vocais que lembram Oasis, refrão grudento e um solo de guitarra matador. Em seguida, “Living in Sunshine”, que segue a linha da anterior, inicia leve, mas, quando entrou a distorção, tive vontade de pegar minha guitarra e tocar junto (se conseguiria, é outra história&#8230;). Outro refrão grudento, outro solo impecável.</p>
<p>“Morning star”, por sua vez, é uma balada romântica quase acústica, com guitarras limpas e agradáveis e vocal emocionado. “Daydream song” retoma a distorção, lembrando muito a Lacme, além de trazer ecos de Lenny Kravitz, e, novamente, Oasis. O solo de guitarra novamente se destaca.</p>
<p>Outros pontos altos são “Sweet drive sugar fuzz”, que começa acústica com uma melodia beatle, irrompe em um solo de guitarra e bateria hard rock, para voltar ao lado melódico e levemente psicodélico ao final; e “Rest between lions”, que lembra as guitar bands noventistas.</p>
<p>“Canta, papai”, diz a garotinha no início de “Mother mermaid”, balada suave que encerra o disco e que parece ser mesmo dedicada à filha de Jô Estrada: “Mother mermaid, protect my child” (“mãe sereia – seria Iemanjá? – proteja minha criança”). A menina mostra mais de sua fofura em pequenas participações ao longo da música.</p>
<p>“Silver Tapes” é um ótimo lançamento do rock baiano em 2020. Pena que não há previsão de quando será seguro ir a um show de rock novamente (pelo menos, não no Brasil!), para podermos conferir a potência destas músicas (e destas guitarras) ao vivo.</p>
<h4>Ouça no Spotify:<br />
<iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/5uAXCTzcJ3w0Wpakm7M33H" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></h4>
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		<title>Review – Álbum – The Moon Expresso &#8211; Ever the Optimist</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 03:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[review Álbum]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Longo]]></category>
		<category><![CDATA[The Moon Expresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ricardo Longo já tinha mostrado um pouco do seu lado solo no 1º disco do</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-the-moon-expresso-ever-the-optimist/">Review – Álbum – The Moon Expresso &#8211; Ever the Optimist</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo Longo já tinha mostrado um pouco do seu lado solo no 1º disco do seu projeto The Moon Expresso lançado em 2017 chamado Homesickology. Ele se mudou para São Paulo e deixou para trás suas ex-bandas Starla e The Cavern Beatles, como contou no <a href="https://www.bahiarock.com.br/podcast-do-bahiarock-18-ricardo-longo-the-moon-expresso/">Podcast do BahiaRock</a>. Agora em 2020 ele lançou &#8220;Ever the Optimist&#8221; e a evolução dele como artista é impressionante.</p>
<p>Nesse segundo disco da The Moon Expresso ele já está mais à vontade com seu equipamento caseiro. É bom ver que agora graças ao avanço da tecnologia em torno da música é possível montar o seu próprio estúdio em casa e tirar uma sonoridade incrível. Em &#8220;Ever the Optimist&#8221; Ricardo mostra toda a sua versatilidade como artista, explorando as mais diversas influências musicais, mas sem deixar de perder sua essência e principalmente mantendo uma coesão musical.</p>
<p>Vamos voltar uns anos atrás, quando o Smashing Pumpkins lançou o disco Adore em 1998. A banda é uma das favoritas de Ricardo e também deste que vos escreve. Na época o álbum teve críticas por ter uma pegada de música eletrônica, principalmente com o uso de bateria eletrônica. A verdade era que o Billy Corgan, o mentor do grupo, estava a frente do seu tempo. Em 2020 Adore é mais atual do que nunca e a influência dele é muito sentida em &#8220;Ever the Optimist&#8221;.</p>
<p>No entanto, Ricardo Longo não queria apenas emular uma sonoridade desse álbum específico do Smashing Pumpkins, ele quis ir além. Outra grande influência dele é Damon Albarn, do Blur e do Gorillaz. Só que ao contrário de Albarn, Ricardo não precisou criar diversos projetos musicais diferentes para dar vazão a sua sonoridade.</p>
<p>Em “Ever the Optimist” vamos de uma pegada mais pop como &#8220;Disillusion&#8221;, primeiro single do disco que contou com os vocais de Mariana Diniz, ex-vocalista da banda soteropolitana Matiz e esposa de Ricardo, passando pelo rock mais pesado de “Alerta Laranja” com uma influência de Muse, chegando a “Bye Bye Verão” com uma pegada mais “acústica verão” que poderia facilmente fazer parte da sua ex-banda Starla.</p>
<p>Outra prova da versatilidade de Ricardo são as letras em inglês e português. Em Homesickology ele só cantou na língua inglesa, mas agora ele ficou mais à vontade para explorar novamente sua língua nativa como fazia na Starla. E durante a audição também vamos captando outras influências musicais.</p>
<p>Já nas letras sentimos um pouco da mistura de melancolia com esperança, algo totalmente apropriado com o clima de pandemia que estamos vivendo presos em casa no aguardo de notícias boas enquanto tentamos seguir com alguma normalidade em nossas vidas.</p>
<p>Sem dúvidas &#8220;Ever the Optimist&#8221; é uma das grandes surpresas de 2020 do rock baiano. Ricardo Longo mostrou uma incrível evolução como artista e conseguiu resumir no disco suas principais influências musicais, além de apresentar uma sonoridade fantástica do seu estúdio caseiro.</p>
<h4>Ouça no Spotify:</h4>
<p><iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/5tJnG8qthZUVAyX0CxgIlP" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Review – Álbum – Marte em Queda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Feb 2020 14:19:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Marte em Queda]]></category>
		<category><![CDATA[review Álbum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Banda baiana formada por Victor (vocais e guitarras), Betinho (contrabaixo) e Lui (bateria), a Marte</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-marte-em-queda/">Review – Álbum – Marte em Queda</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Banda baiana formada por Victor (vocais e guitarras), Betinho (contrabaixo) e Lui (bateria), a Marte em Queda lançou o seu primeiro disco, homônimo, em 2020. Disponível nas plataformas digitais, traz 8 músicas que vão do stoner ao indie dos anos 2000, passando pelo punk rock e pelo grunge.</p>
<p>O álbum começa acelerado com “Respostinha”, que soa como uma uma versão mais punk e “suja” da Vivendo do Ócio. Com menos de 3 minutos, tem uma letra agressiva, mas é bastante grudenta. A segunda faixa, “Ivar”, é mais lenta tem uma pegada mais stoner, com vocal arrastado. Destaque para a bateria marcante e o peso dos graves da música.</p>
<p>Em seguida, “Buzu”, mais suingada e melódica, chega falando de ônibus perdidos nas estações de Salvador como metáfora para desencontros amorosos. Tem ótima pegada pop e cresce no refrão. Daquelas músicas que poderiam muito bem tocar nas rádios de Salvador.</p>
<p>A quarta faixa, “Obsessão”, traz muita melodia e romantismo, mas sem deixar o peso das guitarras. A melodia me lembrou bastante “Do I wanna know”, dos Arctic Monkeys (certamente uma das principais influências da banda).</p>
<p>Após “Obsessão”, temos “<a href="https://youtu.be/2ytwHoQp-Rg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Encosto</a>”, que volta a acelerar as coisas, com um riff a la Franz Ferdinand e uma letra mais “mística”, mas talvez seja apenas mais uma metáfora sobre relacionamentos amorosos&#8230; Ótima performance vocal e instrumental. Já possui um clipe no YouTube.</p>
<p>A sexta faixa, “Ranço” traz o stoner (e a agressividade) de volta. Ótimos riffs e timbres de guitarra, e até apareceu um vocal mais gritado. Pra mim, a melhor do disco. Depois, “Cachaça” surge falando de bebedeira, ressaca e mais desencontros…</p>
<p>Por fim, “Alien” escancara novamente a influência dos Arctic Monkeys (principalmente nos vocais), falando do sentimento de inadequação diante do mundo, terminando um álbum curto, mas que dá seu recado e mostra que Marte em Queda é uma banda bastante promissora.</p>
<h4>Ouça no Spotify:<br />
<iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/1RwO61I7SgSzVKJYyauhAT" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></h4>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-marte-em-queda/">Review – Álbum – Marte em Queda</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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		<title>Review – Álbum – Dona Iracema – Balbúrdia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2019 02:18:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[album]]></category>
		<category><![CDATA[Balbúrdia]]></category>
		<category><![CDATA[Dona Iracema]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma banda lançar um disco chamado “Balbúrdia” já merece elogios só por isso. Afinal de</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-dona-iracema-balburdia/">Review – Álbum – Dona Iracema – Balbúrdia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma banda lançar um disco chamado “Balbúrdia” já merece elogios só por isso. Afinal de contas, o atual ministro da educação Abraham Weintraub afirmou que <a href="https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,mec-cortara-verba-de-universidade-por-balburdia-e-ja-mira-unb-uff-e-ufba,70002809579" target="_blank" rel="noopener noreferrer">é isso que ocorre nas faculdades públicas do país</a>. O timing do grupo Dona Iracema na escolha do título foi perfeito e é impressionante como uma simples palavra pode trazer tanto significado. É importante ver artistas, principalmente musicais, se posicionarem em relação ao desmonte na cultura que vem sendo promovido pelo governo federal.</p>
<p>O melhor de tudo é que o conjunto de Vitória da Conquista aborda temas contemporâneos com muito bom humor, misturando também em suas letras referências regionais. Tudo isso com uma sonoridade que tem influência dos anos 1990 de bandas como Mamonas Assassinas, Raimundos, Red Hot Chilli Peppers e Faith no More, e até mesmo da baiana Catapulta (como bem lembrou <a href="http://rockloco.blogspot.com/2019/09/abram-alas-para-dona-iracema.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Franchico</a>), mas que ao mesmo tempo tem um “frescor” atual. Sem dúvidas “Balbúrdia” é um dos discos mais “cool” de 2019, tanto do rock baiano quanto do nacional.</p>
<p>Tentar descrever o som da Dona Iracema é uma tarefa interessante, já que simplesmente citar as influências ou sons parecidos não seja o suficiente. Rock pesado, hardcore, um swing meio thrash (!?)… Ou como o próprio baterista Oscar definiu em entrevista para o blog Rock Loco, seria como uma mistura de gêneros bem diversa com uma grande quantidade de ritmos sem amarras. Ao ouvir “Balbúrdia” o ouvinte percebe que a sonoridade varia bastante, mas o mais impressionante é que banda mantém a coesão, o que é fundamental quando se cria uma enorme mistura sonora desse tipo.</p>
<p>No entanto, não é só no rock “bagaceira” que o som da Dona Iracema se inspira. A sonoridade baiana também está presente, tanto que a faixa “Volta pra Casa João” conta com a ilustre presença do “Prince baiano” (termo que esse que vos escreve inventou) Luiz Caldas. Isso mostra que eles não se limitam apenas na vertente roqueira, mostrando que o gênero não precisa se prender dentro de regras muito restritas</p>
<p>Agora é nas letras que a balbúrdia fica completa! Em “Cara de Pau” o vocalista Balaio pergunta “Quem sabe com quantos paus se faz um cidadão de bem”, jogando a verdade na cara do conservadorismo de fachada da sociedade brasileira atual. Mas tem também espaço para uma pegada pop “Escuta Meu Cd”, cuja letra vai ficar na cabeça de quem ouvir. Mas sem dúvidas a mais hilária é “Centro do Universo”, que com apenas uma palavra também diz muito sobre o Brasil de 2019.</p>
<p>O disco produzido por André T é também um dos mais divertidos de 2019, mas nem por isso não deixamos de sentir o profissionalismo da produção. Além disso, para completar a balbúrdia, o álbum ainda conta com outras participações especiais de Nancy Viégas e Pedro Pondé, figuras importantes da cena rock baiana de ontem e de hoje.</p>
<h4>Ouça no Spotify:<br />
<iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/2ES9DWuLSQEVDKXAEi55d3" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></h4>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-dona-iracema-balburdia/">Review – Álbum – Dona Iracema – Balbúrdia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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