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	<title>Arquivos História Do Rock Baiano | BahiaRock</title>
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	<title>Arquivos História Do Rock Baiano | BahiaRock</title>
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		<title>História do Rock Baiano – Soma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2021 12:16:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Soma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No início dos anos 2000 surgia uma nova cena do rock baiano com diversas bandas</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-soma/">História do Rock Baiano – Soma</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No início dos anos 2000 surgia uma nova cena do rock baiano com diversas bandas que se apresentavam principalmente no Rio Vermelho, como <a href="https://www.bahiarock.com.br/los-canos/">Los Canos</a> e <strong>Brinde</strong>. Nesse cenário surgiu a <strong>Soma</strong>, com seu “rock triste” influenciado por bandas como <strong>Radiohead</strong>, <strong>Muse</strong> e <strong>Jeff Buckley</strong>, só para citar alguns. Mas talvez essa definição seja “simplória” demais para definir a perplexidade do som do grupo, onde as letras misturavam doses de melancolia, timidez &#8212; refletida de certa forma pela voz e pelo jeito de cantar do vocalista, compositor e guitarrista <strong>Rafael Cavalcanti</strong> &#8212; e um quê de melancolia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nome <strong>Soma</strong> vem do livro Admirável Mundo Novo, escrito por Aldous Huxley, que influenciou muita gente na música, especialmente o rock, como Pitty e seu disco de estreia “Admirável Chip Novo” de 2003 e o Iron Maiden, que lançou “Brave New World” em 2000. Apesar de se inspirar na droga homônima de mesmo nome, o trabalho da banda demonstrava uma clareza de intenções contrária ao embotamento gerado por tal aditivo químico</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Soma foi formada em 2001 por <strong>Rafael Cavalcanti </strong>e <strong>Josué Souza</strong> (Josh), que se conheceram na escola e se reencontram na faculdade, e junto com eles estava <strong>Julio</strong>, primo de Rafael, que inicialmente assumiu o baixo e depois virou guitarrista quando Rogério entrou na banda. Com essa formação do grupo chegou a se apresentar ao vivo no Café Cultura, no Rio Vermelho, mas pouco tempo depois entraram para o grupo <strong>Rogério Alvarenga</strong> (baixo e voz), que na época fazia parte também da <strong>Hares</strong> e da <strong>Arsene Lupin</strong>, e <strong>Edu Markez</strong> (bateria).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a banda formada por completo eles fizeram alguns shows por Salvador, como no saudoso <strong>Café Calypso</strong>, também localizado no Rio Vermelho. Pouco tempo depois Julio deixou a <strong>Soma</strong> e a banda seguiu como um quarteto, que virou a “formação clássica” do grupo. Tempos depois eles tentaram novamente o formato com 3 guitarras, mas o guitarrista <strong>Rodrigo</strong> (que conheceu o grupo através do BahiaRock) também ficou pouco tempo no grupo, pois resolveu dar prioridade a outros projetos musicais.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trecho de um texto sobre uma apresentação da Soma realizada no dia 21 de Março de 2003 no Café Calypso, publicado no BahiaRock:</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="300" height="225" data-attachment-id="13242" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-soma/soma-calypso-2002-julio/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-calypso-2002-julio.jpg?fit=300%2C225&amp;ssl=1" data-orig-size="300,225" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="soma-calypso-2002-julio" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-calypso-2002-julio.jpg?fit=300%2C225&amp;ssl=1" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-calypso-2002-julio.jpg?resize=300%2C225&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-13242"/><figcaption>Soma tocando no Café Calypso com Julio</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A primeira banda a tocar foi a Soma, que lançou há pouco tempo seu primeiro cd demo chamado &#8220;Tudo está bem, ok?&#8221;. A maioria das músicas tocadas foi desse cd e mais duas músicas novas. Algumas músicas com três guitarras e outras com apenas duas e músicas em inglês e português mostrando a versatilidade da banda. O guitarrista e vocalista Tio Rafa alternando entre cantar e tocar ou apenas cantar. O guitarrista Josh usando em algumas músicas um aparelho chamado e-bow, que segundo ele serve para sustentar o som da guitarra, para tirar de sua guitarra um som diferente. Teve também ajuda do violão na hora de tocar o cover da música Paranoid Android do Radiohead. Também rolou cover da música Uno da banda Muse.</em></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p class="wp-block-paragraph">Eles gravaram uma demo caseira feita por Rafael no computador de casa chamada “<strong>Tudo está bem, ok?</strong>” e lançada de maneira independente pela própria banda. O disco tinha 6 músicas: “250 bucks”, “Eu, o alien”, “Better”, “Rat Poison Stuff”, “Mentir” e “Lift me”. Pelos títulos dá pra perceber que nessa fase a Soma tinha composições tanto em inglês quanto em português, mas as músicas na língua estrangeira foram abandonadas em pouco tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2002 eles gravaram seu primeiro EP chamado “Eu, o Alien”, que foi lançado pelo selo BigBross Records. Ainda era uma gravação “amadora”, mas já deixava claro para os ouvintes um pouco da sonoridade da banda e suas influências musicais, marcando o fim da fase embrionária da banda.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Review de “Eu, o alien” publicado no BahiaRock:</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="500" height="494" data-attachment-id="13245" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-soma/soma-alien/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-alien.jpg?fit=500%2C494&amp;ssl=1" data-orig-size="500,494" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="soma-alien" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-alien.jpg?fit=500%2C494&amp;ssl=1" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-alien.jpg?resize=500%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-13245" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-alien.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-alien.jpg?resize=450%2C445&amp;ssl=1 450w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A Soma começou bem sua carreira musical na cidade de Salvador. Com músicos competentes e empenhados em seu trabalho, esta é uma das bandas da cidade que se encontram em ascensão.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>No ano de 2002, a banda gravou e lançou seu cd pela Big Bross Records. &#8220;Eu, o Alien&#8221; é o primeiro registro da Soma. O material consta de 4 músicas próprias intituladas &#8220;Eu, o alien&#8221;, &#8220;Mentir&#8221;, &#8220;Soma 01&#8221; e &#8220;Boa Noite&#8221;, sendo esta última acústica.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Com som um pouco depressivo (eu disse &#8220;um pouco&#8221;?!), esta é uma excelente pedida se você curte bandas como Radiohead e Oasis, pois a Soma tem grandes influências das mesmas. Ah claro, não podemos esquecer de Muse (que de acordo com os integrantes, é influência da influência). As letras falam &#8220;do medo de si mesmo e das pessoas em volta&#8221;.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Na gravação a formação era: Rafael (Tio Rafa) &#8211; voz, guitarra e violão, Josué (Josh) &#8211; guitarra, Rodrigo &#8211; guitarra, Rogério (Roger ex-Hares, também da Arsene Lupin) e Eduardo (Duda, também da Arsene Lupin) &#8211; bateria. A atual formação consta apenas com 2 guitarras, haja visto que Rodrigo saiu da banda.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Para terminar este review, vamos colocar uma citação da Soma: &#8220;Ninguém, nem mesmo você consegue ver as coisas como eu vejo, e é ruim não ser entendido, me passar por alguém que eu não sou&#8230;&#8221;. Para conhecer melhor o som da Soma, adquira o cd (vale a pena!).</em></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ouça “Eu, o Alien” de 2002:</strong></p>



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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desse primeiro EP que a banda teve a oportunidade de crescer e amadurecer musicalmente se apresentando inclusive fora de Salvador, indo para o interior da Bahia no festival Outono Alternativo em Vitória da Conquista e também fora do estado entre 2002 e 2004. Eles tocaram nos festivais London Burning (Rio de Janeiro) e Goiânia New Underground (Goiânia), ambos em 2002, mesmo ano em que foram eleitos Banda Indie Revelação do 2° Indie Destaque, em votação promovida pelo selo carioca Midsummer Madness.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2003 eles participaram da gravação do Rock Bahia Ao Vivo, um cd ao vivo que foi produzido e organizado pelo Estúdio Base, gravado no lendário Café Calypso. Curiosamente nesse dia quem tocou bateria não foi Edu, mas sim Jubaleo, baterista que fez parte de outras bandas do rock baiano. Neste mesmo ano eles lançaram também o EP “Soma+Danteinferno” , um split, isto é, um trabalho compartilhado com a banda uruguaia Danteinferno (lançado pelo selo Music Box).</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Soma &amp; danteinferno</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>1. SOMA_01</em><br><em>2. Warren Ellis (Partes 1 &amp; 2)  &nbsp;</em><br><em>3. Eu, O Alien</em><br><em>4. Menester</em><br><em>5. Triptico</em><br><em>6. Remera</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Lançamento: Setembro/2003</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Com lançamento no Brasil e Uruguai, o CD split marca a parceria entre SOMA, o selo MusicBox e a banda uruguaia Danteinferno. O CD reúne 2 faixas retiradas do EP &#8220;Eu, O Alien&#8221; e o primeiro registro oficial de Warren Ellis, além das 3 faixas (&#8220;Menester&#8221;, &#8220;Triptico&#8221; e &#8220;Remera&#8221;) do EP homônimo da Danteinferno.</em></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ouça &#8220;Jules &amp; Agnes&#8221; (Rock Bahia Ao Vivo &#8211; gravado no Café Calypso em 2003 pelo Estúdio Base), que inclusive nunca chegou a ter uma versão de estúdio</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Essa música depois foi (re)gravada pela banda Starla e na versão deles se transformou em &#8220;Julia &amp; Flávia&#8221;, lançada no disco &#8220;Euforia&#8221; de 2009.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p class="wp-block-paragraph">Em 2005 eles lançaram o disco “Dramorama”, gravado no Estúdio Base, e nesse trabalho a banda conseguiu transmitir de forma quase fidedigna o som deles ao vivo para o formato de cd. Nesse álbum ficou claro as intenções musicais da Soma e em apenas 5 canções eles mostraram o retrato mais fiel da sua sonoridade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O disco foi produzido e gravado de forma totalmente independente entre novembro de 2004 e janeiro de 2005, contou com Glauco Neves como técnico de gravação e Beto Neves ficou responsável pela mixagem e masterização.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ouça “Dramorama” de 2005:</strong></p>



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</div></figure>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Texto sobre as canções de Dramorama escrito por Rodrigo Barreto:</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="496" height="500" data-attachment-id="13244" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-soma/soma-dramorama/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-dramorama.jpg?fit=496%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="496,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="soma-dramorama" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-dramorama.jpg?fit=496%2C500&amp;ssl=1" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-dramorama.jpg?resize=496%2C500&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-13244" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-dramorama.jpg?w=496&amp;ssl=1 496w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-dramorama.jpg?resize=446%2C450&amp;ssl=1 446w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-dramorama.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><em>1. Coma</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Um bom exemplo de como uma canção pode se transformar com a intervenção de toda a banda: Coma nasceu super-melancólica e acabou ganhando uma sutil levada reggae (crédito de Duda e Roger) e um marcado contraste entre versos e refrãos. Trata-se da música do EP Dramorama com maior diversidade de elementos: guitarras criando atmosfera, guitarras nervosas, baixo marcado, baixo pesado e um trabalho de bateria variado. Tudo isso para falar de um personagem perdido procurando por uma saída fácil.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>2. Meu Dilema</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Meu Dilema não era para ser tão rock. A princípio, a melodia vocal seria inspirada livremente no estilo do cantor Andrew Bird. A letra da canção, no entanto, solicitou mais intensidade e o resultado final se tornou inevitável. A estrutura da música foge um pouco à fórmula tradicional “verso-refrão”, mas continua sendo bastante pop . Meu Dilema fala sobre os sentimentos de uma pessoa tímida, embora alguém com essa característica provavelmente não costume gritar – pelo menos, não em público – como se ouve no fim desta canção.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>3 . Conversas &amp; Rock&#8217;n&#8217;Roll</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Conversas &amp; Rock&#8217;n&#8217;Roll é talvez a música de estrutura mais linear do EP e pode-se dizer, portanto, a mais pop . O arranjo procura sublinhar um clima urbano, algo também pretendido pela linha vocal. A letra aborda a impessoalidade cotidiana dos relacionamentos.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>4 . Novo ou Velho</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Letras diretas (vide o refrão “ ainda não sei o que fazer ”) e arranjo idem nesta que é a canção de pegada mais rock&#8217;n&#8217;roll de todo o EP. O guitarrista-solo da Soma, Josh, costuma se divertir com o final da música, porque “ ele é todo instrumental, mas não tem absolutamente ninguém solando ”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>5. Dramorama</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A canção que dá nome ao EP resume o disco inteiro, mas traz algo mais. A bateria soa como um rock dançante dos anos 1980 e a música culmina em um final mais solto e relaxado: até o ouvinte mais retraído pode ficar estimulado a dar uns saltinhos pra lá e pra cá. O coro final – há controvérsias se foi alcançado um resultado ao estilo de Michael Jackson ou mais próximo de Pink Floyd – é o mais inesperado elemento de todo EP, estando a serviço das palavras de ordem aqui: independência e liberdade.</em></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2005 a <strong>Soma</strong> fez o seu projeto mais ambicioso, gravaram em vídeo uma apresentação da banda tocando o disco “Dramorama” na íntegra, além de outras músicas próprias e alguns covers. O show foi filmado por Renato Gaiarsa, Luna, Pedro Perazzo e Matheus Pereira da Rocha no Teatro do Irdeb, palco de gravações para o canal baiano TVE.<br><br>O teatro se mostrou o ambiente perfeito para se assistir a banda ao vivo, onde o público sentado conseguia prestar atenção e captar toda a emoção da apresentação, com uma atmosfera um pouco intimista.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Soma &#8211; &#8220;Dramorama&#8221; Ao Vivo no Teatro do Irdeb (2005):</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2006, no dia 1º de Abril, a banda fez a sua última apresentação ao vivo e escolheram mais uma vez um teatro para marcar essa despedida dos palcos. O local escolhido foi o Teatro Gamboa, localizado no Pelourinho, e o público pode ver e ouvir pela última vez a <strong>Soma</strong> tocando.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confiram texto sobre esse último show, publicado no BahiaRock:</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="500" height="375" data-attachment-id="13240" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-soma/soma-despedida/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-despedida.jpg?fit=500%2C375&amp;ssl=1" data-orig-size="500,375" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="soma-despedida" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-despedida.jpg?fit=500%2C375&amp;ssl=1" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-despedida.jpg?resize=500%2C375&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-13240" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-despedida.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-despedida.jpg?resize=450%2C338&amp;ssl=1 450w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption>Soma no Teatro Gamboa</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A Soma volta ao teatro Gamboa, local de um dos primeiros shows da banda, dessa vez para se despedir dos palcos baianos. Primeiro o baterista Eduardo Márquez mudou-se para a Alemanha. Agora é a vez de Rafael (voz e guitarra) e Josh (guitarra) irem para São Paulo. Antes disso, eles dois junto com o baixista Roger resolveram fazer uma última apresentação. O show seria diferente dos outros, sem bateria, com Rafael tocando violão, num clima mais intimista e com mais proximidade ao público.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Na semana do show eles descobrem que Eduardo estava de volta na cidade e estava disposto a participar do evento. Então eles fazem apenas um ensaio, mas resolvem manter o clima proposto anteriormente mesmo com a presença da bateria.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O Gamboa foi uma escolha bastante acertada para acomodar a apresentação. Um local pequeno e aconchegante, perfeito para criar o clima que a banda queria. O repertório contou com releituras de canções da banda e também de alguns dos artistas que influenciaram em seu trabalho.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Passavam das oito da noite, horário marcado para o início do show, e o público ainda continuava chegando ao local. Então o inicio da apresentação foi retardado para que todos pudessem chegar e se acomodar devidamente. Casa cheia, era hora de começar o espetáculo.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A banda já tem bastante experiência em tocar em locais como teatros, que não são tão comuns para shows de rock. As cortinas se levantam e a banda está a postos, cada um de seus integrantes sentados em seus respectivos bancos prontos para tocar.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O vocalista e guitarrista Rafael estava mais falante do que nunca. Com bastante bom humor se comunicou com o público nos intervalos entre as músicas. Entre outras coisas, falou sobre a escolha do repertório do show, sobre o “dilema” (referência ao nome de uma das músicas da banda chamada “Meu Dilema”) de escolher as músicas, e claro, algumas piadas como esse trocadilho com o nome da música.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A releitura das músicas foi bastante interessante e se adaptou muito bem ao clima intimista proposto para a apresentação. Foi possível apreciar as músicas de uma outra maneira, com uma nova melodia sem muitas das distorções de guitarra (principalmente de Josh) e do peso da bateria de Eduardo (que tocou com uma pegada muito mais leve que a habitual).</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Estiveram presentes músicas do último lançamento deles, o ep Dramorama (lançado no ano passado), como “Conversas &amp; rock´n roll”, “Meu Dilema” (citada acima) e a própria “Dramorama”. Não podiam faltar também músicas mais antigas como “Eu, o alien”. Ainda tiveram espaço músicas novas, ainda sem gravações oficiais, como “Super homem” e “Hasta la Vista” (que deu nome ao show).</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A parte especial do show foram os covers de artistas que influenciaram a banda. Alguém pensou em Radiohead? É claro que músicas deles estiveram presentes. “Knives Out” com Roger nos vocais e também “Airbag”. Como Rafael explicou no show, cada membro da banda escolheu uma música para tocar, mesmo que o resto da banda não gostasse. Uma de suas escolhas foi “Wonderwall” do Oasis, que ficou muito bonita inclusive nessa releitura. Uma outra parte interessante foi Rafael tocar sozinho com voz e violão uma versão de “The River” de Tim Buckley (segundo ele comentou depois do show na comunidade da banda no Orkut, ele vem apaixonado por Tim já faz um bom tempo e só decidiu tocar a música no dia do show).</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O resultado final foi uma apresentação memorável, muito bonita, cheia de emoções e que vai ficar na memória dos que estiveram presentes por um bom tempo. Vamos aguardar sobre o futuro da banda. O BahiaRock deseja boa sorte a eles e com certeza a banda vai fazer muita falta por aqui.</em></p>



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<p class="wp-block-paragraph">Rafael e Josh se mudaram para São Paulo pouco tempo depois e por lá ainda chegaram a montar um novo projeto musical chamado Margot, que inclusive lançou um EP, mas infelizmente apesar de ter chegado a se apresentar ao vivo, não durou muito tempo, terminando por volta de 2008/2009.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="333" height="500" data-attachment-id="13239" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-soma/soma-margot/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-margot.jpg?fit=333%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="333,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="soma-margot" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-margot.jpg?fit=333%2C500&amp;ssl=1" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-margot.jpg?resize=333%2C500&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-13239" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-margot.jpg?w=333&amp;ssl=1 333w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/11/soma-margot.jpg?resize=300%2C450&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 333px) 100vw, 333px" /><figcaption>Margot</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente apenas Rafael ainda trabalha com música, ele virou compositor de trilha sonora de filmes, trabalhando principalmente com sua esposa, a diretora <strong>Gabriela Almeida</strong>, em filmes “Animal Cordial” e “A Sombra do Pai”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Esse texto teve como fonte o release da banda escrito por Rodrigo Barreto, escrito em 2005 na época do lançamento de “Dramorama&#8221;, que na época trabalhava para a Claque – Serviços em Comunicação, e contou com a colaboração do guitarrista Josh, além das memórias desse que vos escreve.</em></p>
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		<title>História do Rock Baiano &#8211; Síncope</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grigorio Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2017 12:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
		<category><![CDATA[historia do rock]]></category>
		<category><![CDATA[historia do rock baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Síncope]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eis que a década de 1990 em Salvador produziu mais uma grande banda de heavy</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eis que a década de 1990 em Salvador produziu mais uma grande banda de <em>heavy metal</em> que fez tremer os palcos soteropolitanos. Dessa vez falamos da <strong>SÍNCOPE</strong>, uma banda de sonoridade encorpada, que apresentava uma perfeita sintonia entre o peso do thrash metal mais cadenciado com elementos de rock progressivo e heavy metal clássico, tendo como influências bandas das décadas de 60, 70 e 80, fórmula que conquistou rapidamente um enorme público e o reconhecimento na cena local.</p>
<p>A SÍNCOPE iniciou suas atividades em 1991, mas estabilizou sua formação no ano seguinte com Ronaldo Pitanga no vocal, Bruno Uzêda e Leonardo Rêgo nas guitarras, Maurício Uzêda no contrabaixo e Tito Mutti na bateria. Inicialmente eles ensaiavam num galpão na casa do guitarrista Leonardo, só depois conquistando uma melhor estrutura de estúdios para os ensaios. Ao longo da trajetória, passaram pela banda vários outros músicos, como o contrabaixista Alberto Carvalho (ex-Zona Abissal) e os bateristas Camilo Baiardi e Humberto Monteiro.<br />
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<p>Com seu “heavy metal trabalhado”, a <strong>SÍNCOPE</strong> se destacou rapidamente na cena de rock soteropolitana no início da década de 1990, fazendo uma enorme quantidade de shows (mais de quarenta) nesse período e tocando nos festivais mais importantes da época. A banda se apresentou vários anos seguidos no Palco do Rock, desde a sua primeira edição, em 1994, nas areias da praia de Jaguaribe, e também nas edições do festival Garage Rock em 1996, na Faculdade de Economia da UFBA (Piedade), em 1997, no bar Casablanca (Amaralina), e em 1998, na Concha Acústica do TCA.</p>
<p>A banda ainda tocou em festivais no Hotel Pelourinho (Centro Histórico de Salvador) e na Associação Atlética da Bahia (Barra), fez shows no Clube de Engenharia (Av. Carlos Gomes), no Clube Cruz Vermelha (Campo Grande), no bar Holandês Voador (Rio Vermelho) e também na cidade de Aracaju, capital de Sergipe, onde tiveram que passar a noite nas areias da praia de Atalaia com o pessoal que os acompanhou na van alugada, pois a produção do evento não havia providenciado hotel para o pernoite após o show (coisas do underground da época).<br />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="3088" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-sincope/sincope-pitanga-alberto-leonardo-e-camilo/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-Pitanga-Alberto-Leonardo-e-Camilo.jpg?fit=500%2C332&amp;ssl=1" data-orig-size="500,332" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Síncope &amp;#8211; Pitanga Alberto Leonardo e Camilo" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-Pitanga-Alberto-Leonardo-e-Camilo.jpg?fit=500%2C332&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-3088 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-Pitanga-Alberto-Leonardo-e-Camilo-450x299.jpg?resize=450%2C299" alt="" width="450" height="299" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-Pitanga-Alberto-Leonardo-e-Camilo.jpg?resize=450%2C299&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-Pitanga-Alberto-Leonardo-e-Camilo.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p>Um fato marcante na carreira da <strong>SÍNCOPE</strong> ocorreu quando a banda venceu o Festival de Música Top Bizz Cajuba, evento de grande repercussão no famoso Clube Baiano de Tênis, quando recebeu os prêmios de melhor banda e melhor vocalista. A <strong>SÍNCOPE</strong> também foi a primeira banda de heavy metal a estar entre as finalistas do badalado Troféu Caymmi, um tradicional festival que premiava artistas da música baiana, mas que reconhecia pela primeira vez uma banda de som pesado entre os selecionados.</p>
<p>Durante a sua carreira a <strong>SÍNCOPE</strong> fez poucos registros de suas canções. O primeiro foi com uma fita demo, em formato K7, intitulada “CREATION”, que continha duas músicas e teve uma excelente recepção pela crítica especializada, com resenhas positivas na revista paulista Rock Brigade e em fanzines do Brasil e de Portugal. As letras e linhas vocais eram compostas por Pitanga, ficando a parte instrumental a cargo dos demais membros.<br />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="3089" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-sincope/sincope-cd-bahia-rock-collection/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-CD-Bahia-Rock-Collection.jpg?fit=500%2C375&amp;ssl=1" data-orig-size="500,375" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Síncope &amp;#8211; CD Bahia Rock Collection" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-CD-Bahia-Rock-Collection.jpg?fit=500%2C375&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-3089 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-CD-Bahia-Rock-Collection-450x338.jpg?resize=450%2C338" alt="" width="450" height="338" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-CD-Bahia-Rock-Collection.jpg?resize=450%2C338&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-CD-Bahia-Rock-Collection.jpg?resize=86%2C64&amp;ssl=1 86w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-CD-Bahia-Rock-Collection.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p>Posteriormente a <strong>SÍNCOPE</strong> participou de duas importantes coletâneas de rock e heavy metal da época. Em 1996 a canção “Creation” fez parte do CD Bahia Rock Collection, lançado pela WR Records e produzido por Wesley Rangel, que contou ainda com a participação de nomes importantes do cenário baiano, como Yonsen Maia, Dois Sapos e Meio e Blackness. Em 1997 a música “The Last Beattle” fez parte do CD coletânea “Doisdabahia”. Dessa coletânea também participaram outras grandes bandas de metal que estavam começando a despontar, como Malefactor, Veuliah, Mercy Killing e Shadows. Estes foram os últimos registros fonográficos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="3086" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-sincope/sincope-formac%cc%a7a%cc%83o-atual/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-formac%CC%A7a%CC%83o-atual.jpg?fit=500%2C333&amp;ssl=1" data-orig-size="500,333" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Síncope &amp;#8211; formação atual" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-formac%CC%A7a%CC%83o-atual.jpg?fit=500%2C333&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-3086 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-formac%CC%A7a%CC%83o-atual-450x300.jpg?resize=450%2C300" alt="" width="450" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-formac%CC%A7a%CC%83o-atual.jpg?resize=450%2C300&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Si%CC%81ncope-formac%CC%A7a%CC%83o-atual.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" />No final da década de 1990 a <strong>SÍNCOPE</strong> encerrou suas atividades por dificuldades de conciliar os compromissos profissionais dos integrantes com as necessidades da banda, deixando um grande número de fãs à espera do primeiro álbum de estúdio, que acabou nunca sendo lançado. Contudo, a partir de 2013, após quase quinze anos de “repouso”, Pitanga, Bruno, Maurício e Tito não aguentaram a saudade dos palcos, além dos inúmeros pedidos de amigos, e então resolveram se reunir novamente para fazer alguns shows, inclusive na edição comemorativa de 20 anos do Palco do Rock em 2014. A reunião reavivou a memória dos antigos fãs, criando a expectativa de que pode aparecer alguma novidade em breve. Quem sabe?</p>
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		<title>História do Rock Baiano &#8211; (Dr.) Cascadura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aurea Dantas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2017 14:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
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		<category><![CDATA[rock baiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A banda Dr. Cascadura, posteriormente chamada apenas de Cascadura, foi fundada no ano de 1992</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A banda Dr. Cascadura, posteriormente chamada apenas de Cascadura, foi fundada no ano de 1992 por Fábio Magalhães, vocalista e compositor, junto com Cândido Sotto Jr. e Toni Oliveira nas guitarras, Alex Pochat no baixo e Jean-Louis Franco na bateria. Com som e identidade visual que remetiam aos anos 70, e influências de bandas como Lynyrd Skynyrd e Rolling Stones, a Dr. Cascadura conquistou o público soteropolitano, chamando a atenção de Nestor Madrid que produziu os dois primeiros álbuns da banda pelo selo W.R.: #1, de 1997 e Entre!, lançado em 1999.</p>
<p><figure id="attachment_2843" aria-describedby="caption-attachment-2843" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Cascadura2.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2843" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-dr-cascadura/cascadura2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Cascadura2.jpg?fit=300%2C400&amp;ssl=1" data-orig-size="300,400" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Cascadura2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Cascadura2.jpg?fit=300%2C400&amp;ssl=1" class="wp-image-2843 size-full" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Cascadura2.jpg?resize=300%2C400" alt="" width="300" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-2843" class="wp-caption-text">Formação original da Dr. Cascadura: Cândido, Toni, Pochat, Jean e Fábio</figcaption></figure></p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/M0sOvbrVpf0?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><em>#1 (1997)</em></p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/yt_1Y08_grk?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><em>Entre! (1999)</em></p>
<p>Com a entrada dos novos integrantes Tiago Trad, ex-Inkoma, na bateria e Martin Mendonça na guitarra, novos sons passaram a influenciar a banda, o que contribuiu para que no seu terceiro álbum, Vivendo em Grande Estilo de 2004, a Cascadura, já sem o “Dr.”, rompesse com a estética setentista e apresentasse um som mais moderno e pesado.</p>
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<p style="text-align: center;"><em>Vivendo em Grande Estilo (2004)</em></p>
<p>O auge da banda ocorre em 2006 com o lançamento de Bogary, produzido por André T. O sucesso entre os fãs e a repercussão entre a crítica especializada projetou a banda nacionalmente, fazendo a Cascadura receber convites para apresentações em festivais pelo país e participações em programas de grande audiência como o Programa do Jô na rede Globo.</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ce4GhCpRHnc?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><em>Álbum Bogary (2006)</em></p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/skJZr2A9RkA?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><em>Documentário sobre a produção do álbum Bogary</em></p>
<p>Depois de alguns anos em São Paulo, os integrantes voltaram a morar em Salvador e o retorno à Bahia culminou com o álbum Aleluia, lançado em 2012, uma homenagem à cidade de Salvador. Aleluia contou com diversas participações especiais como Pity, Ronei Jorge e Mauro Pithon, ex- Úteros em Fúria.</p>
<p>Aleluia foi indicado a melhor disco do ano no VMB 2012 da MTV e rendeu a banda o prêmio Dynamite de melhor álbum pop em 2013. Com este trabalho, a Cascadura foi vencedora do prêmio Bahia de Todos os Rocks como Banda do Ano e Melhor Clipe, por “Mesmo Eu Estando do Outro Lado”, trabalho dirigido por Zeca (Forehead) de Souza e Luis “Mingau” Guilherme.</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/lq-NllotiQw?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><em>Aleluia (2012)</em></p>
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<p style="text-align: center;"><em>Documentário sobre a produção do álbum “Aleluia”.</em></p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pcmX6J6S6Xs?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><em>Clipe Mesmo Eu Estando do Outro Lado</em></p>
<p>Em 2015, após 23 anos de carreira, a Cascadura anunciou o seu fim devido a incompatibilidade de agendas entre os seus integrantes. Fábio Cascadura hoje se dedica a carreira acadêmica enquanto Tiago Trad integra a banda Bailinho de Quinta e o projeto de percussão Bahia Experimental. Du Txai e Cadinho lançaram a banda Du Txai &amp; Os Indizíveis.</p>
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		<title>História Do Rock Baiano &#8211; Shadows</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grigorio Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 12:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[historia do rock baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Shadows]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A década de 1990 do século XX foi uma das mais profícuas quando se fala</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A década de 1990 do século XX foi uma das mais profícuas quando se fala do surgimento de novas bandas na cena do <em>heavy metal</em> na Bahia. Foi exatamente na primeira metade daquela década que surgiu para a cena metálica da capital baiana um dos mais talentosos grupos e talvez o que tenha formado o público mais fiel e fanático durante os anos noventa. Se trata simplesmente da banda <strong>SHADOWS</strong>, que desfilava um <em>power metal </em>forte e altamente empolgante, com letras inspiradas em temas históricos e míticos e uma musicalidade influenciada por bandas como King Diamond, Mercyful Fate, Running Wild, Grave Digger e Blind Guardian, com riffs bem “palhetados” e rufos de bumbos enfurecidos.</p>
<p>Tudo começou em 1994, quando um grupo de amigos que morava nos bairros do Cabula e Pernambués se uniu para fazer um som, criar composições misturando <em>heavy metal</em> com toques eruditos e falar de modo sombrio sobre temas épicos e cavalheirescos. Com imensas dificuldades financeiras, equipamentos e instrumentos toscos, a banda começou a fazer alguns ensaios em um estúdio caseiro no Caminho das Árvores, casa do amigo <strong>Cláudio Doreto</strong>, onde gravaram seu primeiro registro em fita K7 na cara e na coragem.</p>
<p>Unindo os habilidosos e criativos guitarristas <strong>Dennis Leoni</strong> e <strong>Jason Bittencourt</strong>, a cozinha afiadíssima do baterista <strong>Luís Mello</strong> (Louis Bear) e do baixista <strong>Ricardo Iglesias</strong>, além do carismático vocalista <strong>Leonardo Leão</strong>, a <strong>SHADOWS</strong> gravou em 1995, no mesmo estúdio no qual ensaiava, a aclamada demo tape “Empire of Darkness”. Contando com as canções “Lost in Darkness”, “Master of Shadows”, “Lord Of All Sins”, “Eternal Void”, “Lady of the Lake” e “Black Flag”, a fita K7 apresentava uma boa produção para a época, tanto do ponto de vista da capa e encarte quanto da parte de gravação e mixagem, apesar de todas as dificuldades técnicas em termos de equipamentos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2770" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-shadows/shadows-foto1/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1.jpg?fit=500%2C344&amp;ssl=1" data-orig-size="500,344" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="shadows-foto1" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1.jpg?fit=500%2C344&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-2770 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1-450x310.jpg?resize=450%2C310" alt="" width="450" height="310" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1.jpg?resize=450%2C310&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p>O impacto desse lançamento foi imenso, inclusive em revistas e fanzines Brasil afora. A banda passou a fazer shows com muita regularidade, sempre lotados, e a frequentar o<em> line up</em> dos grandes festivais que ocorriam na Bahia, como o <strong>Garage Rock</strong> e o <strong>Palco do Rock</strong> no carnaval de Salvador, onde foi eleita banda revelação em sua primeira apresentação e já na segunda foi escolhida a preferida do público. Nesse período a <strong>SHADOWS</strong> fez outras apresentações importantes, como ao lado da banda brasiliense Dark Avenger num evento memorável no famoso bar Canoa, no Hotel Pestana. Também chegou a fazer shows em outros estados, como em Sergipe e Minas Gerais, este último num festival na cidade de Itaúna.</p>
<p>Mesmo com o rápido sucesso e o reconhecimento do público, no início a <strong>SHADOWS</strong> passou por grandes dificuldades, não só pela falta de recursos financeiros e equipamentos (os músicos não tinham sequer um amplificador), mas também com as condições de realização de shows. Em um deles, num bar do centro histórico do Pelourinho, a banda se recusou a tocar porque o local onde iria ser realizado o evento ficava praticamente na beira de um precipício e o palco, além de mambembe, era montado sobre estacas de madeira. Segundo o baterista Louis, a bateria era tão ruim que ele não acreditava que ela resistiria sequer à primeira música.</p>
<p>Apesar das dificuldades, outros shows da <strong>SHADOWS</strong> no período foram extremamente marcantes, como o primeiro show no bar <strong>Idearium</strong>, no bairro do Rio Vermelho, que a partir daquele momento passaria a ser um dos principais espaços dedicados ao rock e <em>heavy metal</em> em Salvador nos anos seguintes. Como esse foi o primeiro show naquele local e a banda não sabia como iria funcionar, preparam um imenso repertório de covers além das músicas próprias, de forma que este foi o show mais longo da banda, durando aproximadamente três horas, com direito a um intervalo para descanso. Outro momento marcante e muito lembrado pelos membros foi o primeiro show oficial da banda, no porão de um bar no bairro de Brotas, pela grande energia que receberam do público e pelo clima literalmente underground.</p>
<p>Logo em seguida ao lançamento da bem sucedida demo tape, a <strong>SHADOWS</strong> lançou músicas novas em duas importantes coletâneas de rock e heavy metal da época. Em 1996 a excelente música “The Scourge” fez parte do CD Bahia Rock Collection, lançado pela WR Records e produzido por Wesley Rangel, que contou ainda com a participação de nomes importantes do cenário baiano, como Yonsen Maia, Dois Sapos e Meio e Blackness.</p>
<p>Já em 1997 a <strong>SHADOWS</strong> participou com a música “The Story of a Hero” do CD coletânea “Doisdabahia”, produzido por Rui Mascarenhas e André Lemos, lançado pela Colé Tânia Records, uma parceria da Uivo Studio de Comunicação com a Jan Skates. Dessa coletânea também participaram outras grandes bandas de metal que estavam começando a despontar, como Malefactor, Veuliah, Mercy Killing e Síncope.</p>
<p>No final de 1997 a <strong>SHADOWS</strong> abriu o show de <strong>Paul Dianno</strong>, ex-vocalista do Iron Maiden. Nessa apresentação inesquecível, que tem registro em vídeo no YouTube, a banda tocou novas canções que se tornaram hinos dos fãs, como Colors of Bifrost e Lady Light.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2772" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-shadows/shadows-foto2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto2.jpg?fit=400%2C241&amp;ssl=1" data-orig-size="400,241" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="shadows-foto2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto2.jpg?fit=400%2C241&amp;ssl=1" class="size-full wp-image-2772 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto2.jpg?resize=400%2C241" alt="" width="400" height="241" /></p>
<p>Em 1999, após a saída de <strong>Dennis Leoni</strong> (um dos principais compositores da banda) para seguir carreira na música erudita e a entrada do guitarrista <strong>Patrick Amorim</strong>, o grupo decide encerrar suas atividades com o nome <strong>SHADOWS</strong>. A mudança foi anunciada em grande estilo, no dia 28 de julho daquele ano, no meio do show no 8º <strong>Garage Rock Festival</strong>, realizado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, com o hasteamento de um pano de fundo com o novo logotipo.</p>
<p>O anúncio feito pelo vocalista <strong>Leonardo Leão</strong> pegou o público de surpresa e causou certa perplexidade. Alguns amigos dos membros que já sabiam da mudança contam que, após o anúncio de que aquele seria o último show da <strong>SHADOWS</strong>, muita gente da plateia começou a lamentar, perguntando por que a banda iria acabar se era tão boa. Quando chegou ao final do show, a galera enlouquecida e aliviada após terem entendido o que realmente estava acontecendo, já gritava aos berros o novo nome da banda.</p>
<p>A mudança teria sido necessária porque já existia outra banda brasileira registrada com o nome <strong>SHADOWS</strong>, podendo gerar problemas jurídicos no futuro, em especial questões contratuais com gravadoras. A banda então foi rebatizada com o nome <strong>Drearylands</strong>, que lançou seu debut álbum logo no ano seguinte (2000) pela Mandrahgora Productions, em parceria com a recém-criada Maniac Records.</p>
<p>Esse primeiro disco de estúdio, intitulado “Some Dreary Songs&#8230; and other tunes from the shadows”, trouxe ainda quatro canções antigas da SHADOWS, já conhecidas do público nas apresentações ao vivo: Lady Light, Sailors of Argo, Colors of Bifrost e Story of a Hero. As novas composições, contudo, apresentavam uma linha musical mais densa e melódica, chegando a flertar o <em>doom metal</em>, em especial nos climas e temáticas melancólicas das canções. Esse direcionamento diferente marcou um novo momento da banda, de afastamento das suas origens power metal e de um verdadeiro renascimento conceitual. Segundo <strong>Jason Bittencourt</strong>, que passou ser o principal compositor da parte instrumental após a saída de Dennis, a primeira canção composta após a mudança foi “Learn to fly”, a qual considera muito significativa desse recomeço.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2771" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-shadows/shadows-foto3/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto3.jpg?fit=480%2C360&amp;ssl=1" data-orig-size="480,360" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="shadows-foto3" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto3.jpg?fit=480%2C360&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-2771 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto3-450x338.jpg?resize=450%2C338" alt="" width="450" height="338" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto3.jpg?resize=450%2C338&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto3.jpg?resize=86%2C64&amp;ssl=1 86w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto3.jpg?w=480&amp;ssl=1 480w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p>Algum tempo depois do lançamento do disco, Jason também saiu da banda para seguir carreira na música erudita. Em seguida Patrick e Ricardo também deixaram o grupo, mas a <strong>Drearylands</strong> seguiu carreira gravando bons discos e angariando cada vez mais fãs, agora contando com os guitarristas <strong>Páris Menescal</strong> e <strong>Rafael Syade</strong> e com o baixista <strong>Marcos Cazé</strong>. Com esse trio de cordas gravam o segundo disco em 2003, chamado “Heliopolis”. A banda permanece na ativa até hoje, sendo ainda uma das principais do metal brasileiro.</p>
<p>Os headbangers mais antigos, que viveram a cena do heavy metal baiano na década de 1990, não deixam de lembrar toda a euforia causada pelo surgimento da antiga SHADOWS, com seus shows cheios de energia, composições velozes e refrões grudentos, típicos do estilo power metal, que até hoje não se apagam da memória.</p>
<p>Links:</p>
<p>Show em 1997 – Abertura para Paul Dianno:<br />
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<p>Músicas da demo tape “Empire of Darkness”:</p>
<p>Lost in Darkness:<br />
<iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Ko3OQrMp8dU?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Master of Shadows:<br />
<iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/x0rsO3VMJUs?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Lord of All Sins:<br />
<iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YISRkxRL1_E?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Eternal Void:<br />
<iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/eswLcZB_vlw?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Lady of The Lake:<br />
<iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/7I9ve8xaiwg?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Black Flag:<br />
<iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/qDuk6Epg8UU?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
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		<title>História Do Rock Baiano – Inkoma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aurea Dantas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2017 12:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
		<category><![CDATA[bahia]]></category>
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		<category><![CDATA[BahiaRock]]></category>
		<category><![CDATA[hardcore]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Inkoma foi uma banda de hardcore formada em 1995 por Sergio Cambita no vocal,</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Inkoma foi uma banda de hardcore formada em 1995 por Sergio Cambita no vocal, André na bateria e Pedro Pererê na guitarra. Um pouco mais tarde Pitty se juntou ao trio dividindo os vocais com Sérgio. Naquela época, Pitty trabalhava como recepcionista na gravadora Studio Zero e depois de muita insistência junto aos donos do estúdio, conseguiu algumas horas na madrugada para gravar a primeira demo tape da Inkoma: Pilha Pura, que teve as suas 1500 cópias comercializadas.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2349" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-inkoma/inkoma-demo/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-demo.jpg?fit=640%2C232&amp;ssl=1" data-orig-size="640,232" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="inkoma-demo" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-demo.jpg?fit=640%2C232&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-2349 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-demo-450x163.jpg?resize=450%2C163" alt="" width="450" height="163" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-demo.jpg?resize=450%2C163&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-demo.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p>Vc pode ouvir as seis faixas de Pilha Pura, todas compostas por Pitty, aqui:<br />
<iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/J90fBWUkdOc?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p><figure id="attachment_2350" aria-describedby="caption-attachment-2350" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2350" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-inkoma/inkoma-foto/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-foto.jpg?fit=300%2C223&amp;ssl=1" data-orig-size="300,223" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="inkoma-foto" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;INKOMA (1995-2001)&lt;/p&gt;
" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-foto.jpg?fit=300%2C223&amp;ssl=1" class="size-full wp-image-2350" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-foto.jpg?resize=300%2C223" alt="" width="300" height="223" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-foto.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-foto.jpg?resize=86%2C64&amp;ssl=1 86w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-2350" class="wp-caption-text">INKOMA (1995-2001)</figcaption></figure></p>
<p>Após o lançamento da demo, a banda passou por uma troca de integrantes com a saída do vocalista Sérgio, a entrada de Graco na guitarra no lugar de Pedro e Thiago substituindo André na bateria.</p>
<p>Neste mesmo período, a Inkoma participou de diversas coletâneas como a histórica &#8220;UmdaBahia&#8221;, ao lado de bandas como Lisergia, Dois Sapos e Meio e Penélope Charmosa, dentre outras. Se você quer entender a importância deste CD para o rock baiano, assista o depoimento do produtor musical Rogério BigBross logo abaixo:</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/WZSmSu3mzyI?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2351" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-inkoma/inkoma-umdabahia/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-umdabahia.jpg?fit=500%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="500,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="inkoma-umdabahia" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-umdabahia.jpg?fit=500%2C500&amp;ssl=1" class="aligncenter wp-image-2351" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-umdabahia-450x450.jpg?resize=300%2C300" alt="" width="300" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-umdabahia.jpg?resize=450%2C450&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-umdabahia.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-umdabahia.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Vc pode ouvir as gravações da Inkoma na UmdaBahia aqui:<br />
<iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/LMuX2m0JG7A?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe><br />
<iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/5XrCYuoeJkM?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>A Inkoma também participou da coletânea &#8220;Na Mosca Volume 1&#8221;, do selo Na Mosca Records com as músicas até então inéditas: &#8220;Reaja&#8221; e &#8220;A Dança&#8221;, e do CD Traidô, um tributo ao Ratos de Porão, com a sua versão para a música Não me Importo.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2352" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-inkoma/inkoma-namosca/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-namosca.jpg?fit=292%2C284&amp;ssl=1" data-orig-size="292,284" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="inkoma-namosca" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-namosca.jpg?fit=292%2C284&amp;ssl=1" class="size-full wp-image-2352 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-namosca.jpg?resize=292%2C284" alt="" width="292" height="284" /></p>
<p><a href="https://www.discogs.com/Inkoma-Via-Sacra-Peacemaker-13-Orelha-de-Van-Gogh-Dinky-Dau-Jd-da-Saudade-Na-Mosca-Vol1/release/10124893" target="_blank" rel="noopener">https://www.discogs.com/Inkoma-Via-Sacra-Peacemaker-13-Orelha-de-Van-Gogh-Dinky-Dau-Jd-da-Saudade-Na-Mosca-Vol1/release/10124893</a></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2353" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-inkoma/inkoma-ratos/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-ratos.jpg?fit=500%2C503&amp;ssl=1" data-orig-size="500,503" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="inkoma-ratos" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-ratos.jpg?fit=500%2C503&amp;ssl=1" class="aligncenter wp-image-2353" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-ratos-447x450.jpg?resize=300%2C302" alt="" width="300" height="302" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-ratos.jpg?resize=447%2C450&amp;ssl=1 447w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-ratos.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-ratos.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/qmPagcqL93M?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Em 1999, surge a oportunidade da gravação do primeiro clipe: Soneto, parte do documentário “G. Constelação do Céu da Boca do Inferno” de Pola Ribeiro, sobre o poeta Gregório de Matos. A música da Inkoma é baseada na letra do poema &#8220;À Cidade da Bahia”.</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/FCZmW62Cjmw?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2354" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-inkoma/inkoma-influir/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-influir.jpg?fit=451%2C455&amp;ssl=1" data-orig-size="451,455" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="inkoma-influir" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-influir.jpg?fit=451%2C455&amp;ssl=1" class="aligncenter wp-image-2354" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-influir-446x450.jpg?resize=300%2C303" alt="" width="300" height="303" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-influir.jpg?resize=446%2C450&amp;ssl=1 446w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/inkoma-influir.jpg?w=451&amp;ssl=1 451w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>E finalmente em 2000, a Inkoma lança o seu primeiro e único EP: “Influir”, pela gravadora carioca Tamborete Entertainment que você pode ouvir na íntegra aqui:</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/HAunrv5xT0Y?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Um ano após o lançamento de Influir, a Inkoma chegou ao fim. Pitty foi estudar música na Universidade Federal da Bahia e mais tarde, após firmar parceria com o produtor musical Rafael Ramos, lançou carreira solo, angariando projeção nacional. Graco Vieira entrou para a Scambo e Thiago Trad juntou-se ao Dr. Cascadura. Para relembrar o auge da Inkoma, assistam esta participação da banda no programa Musikaos da TV Cultura:</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/zropILySydo?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
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		<title>História Do Rock Baiano &#8211; O Ser Opaco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grigorio Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 15:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
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		<category><![CDATA[cena rocker]]></category>
		<category><![CDATA[historia do rock]]></category>
		<category><![CDATA[historia do rock baiano]]></category>
		<category><![CDATA[O Ser Opaco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lá pelos idos de 1993, entre as noitadas regadas a muito rock n’ roll, vinho</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lá pelos idos de 1993, entre as noitadas regadas a muito rock n’ roll, vinho de qualidade duvidosa e frenéticos acordes de violão pelas ruas do bairro de Mussurunga, em Salvador, se formou uma das bandas mais emblemáticas do cenário do rock soteropolitano, com o misterioso e sugestivo nome <strong>O SER OPACO</strong>.</p>
<p>Tudo começou com um grupo de jovens que se reunia para matar o tédio inventando música de todo tipo. Em épocas onde internet era coisa de gente rica, esse grupo realizava sessões na casa de um e de outro para ouvir fitas K7 e discos de vinil, de bandas que variavam desde Napalm Death, Morbid Angel, Ramones e Dead Kennedys a Pearl Jam, Judas Priest e Iron Maiden, passando por Legião Urbana e outros ícones do rock nacional. Em paralelo aos ensaios da banda de grindcore da galera, a <strong>Premature Mongo</strong>, foi se formando outra banda entre os membros do grupo, que deu origem ao <strong>O SER OPACO</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_2266" aria-describedby="caption-attachment-2266" style="width: 279px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2266" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-o-ser-opaco/oseropaco-foto1/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto1.jpg?fit=310%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="310,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="OSerOpaco-foto1" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Feijão (Vocal, guitarra)&lt;/p&gt;
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<p>Apesar de apresentar uma linha sonora mais próxima do psicodélico oitentista e do movimento grunge de Seattle (cujas bandas estavam estourando na época), <strong>O SER OPACO</strong> expressava o ecletismo do gosto musical de seus membros, que diziam querer fazer um som psicodélico, mas como rompantes de <em>heavy metal</em> e pitadas regionais. Desta forma, diziam que suas influências variavam de Pearl Jam, Dead Can Dance, Joy Division, The Cure, The Smiths e Type O Negative a Elomar, Xangai e Geraldo Azevedo.</p>
<p>Com essa proposta a banda iniciou suas atividades quando Erick Correia (voz, guitarra, violão e flauta doce), mais conhecido como Feijão, apresentou à galera algumas músicas que tinha composto no violão e que tiveram uma repercussão positiva do pessoal que já fazia barulho junto. Daí para formação da banda foi algo imediato, havendo entre os amigos inúmeros músicos que passaram pelo grupo. Se incorporaram então à banda Rafael Santiago (ex-Glorious, A Curva) no contrabaixo, Mário Sérgio na bateria e Primo Zé na guitarra solo. Ao longo do tempo passaram pela banda Patrícia na flauta transversal e flauta doce, Deo e Fábio nos teclados, além de Márcio na bateria e Nildo no contrabaixo.</p>
<p><figure id="attachment_2267" aria-describedby="caption-attachment-2267" style="width: 267px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2267" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-o-ser-opaco/oseropaco-foto2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto2.jpg?fit=297%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="297,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="OSerOpaco-foto2" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Rafael Santiago (Contrabaixo)&lt;/p&gt;
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<p>O grupo ensaiava em estúdios no próprio bairro de Mussurunga, mas também no Bonfim e no estúdio de Irmão Carlos, no Marback. Logo começaram a aparecer os shows e a banda formou rapidamente um grande público. Um dos primeiros shows foi em 1995, no espaço cultural do Conselho de Moradores de Mussurunga 1, mesmo local que chegou a abrigar shows de bandas como Malefactor, Obliteration e Injúria no início de carreira, nos festivais Brutal Noise I e II.</p>
<p>No ano seguinte <strong>O SER OPACO</strong> participou do Festival de Arte e Cultura em Defesa da Educação, na Escola de Belas Artes da UFBA (Canela) e em 1997 fizeram um grande show no Encontro Nacional dos Estudantes de Arte, realizado na UCSAL (Federação). Ao longo de 1998 a banda fez vários shows bem concorridos em bares e espaços culturais no centro histórico do Pelourinho e no Politeama.</p>
<p><figure id="attachment_2268" aria-describedby="caption-attachment-2268" style="width: 269px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2268" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-o-ser-opaco/oseropaco-foto3/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto3.jpg?fit=299%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="299,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="OSerOpaco-foto3" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Primo Zé (Guitarra Solo)&lt;/p&gt;
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<p>Em 1999 foi a vez da banda fazer uma importante apresentação abrindo o show da já famosa banda de <em>heavy metal</em> paulista <strong>ANGRA</strong>, evento realizado no espaço cultural Pelourinho de Nazaré. Nesse show a banda teve no palco a participação de uma violoncelista, um sonho antigo de Feijão, que ambicionava a incorporação de mais instrumentos acústicos nas performances ao vivo. Muitos <em>headbangers</em> menos radicais, que ainda não conheciam <strong>O SER OPACO</strong>, ficaram admirados com a sonoridade da banda, que não era muito comum em terras baianas naquele período.</p>
<p>Mas foi no ano 2000 que <strong>O SER OPACO</strong> teve seu maior público, quando se apresentou no Palco do Rock, na praia de Piatã, tendo uma enorme receptividade da plateia. A essa altura a banda demonstrava amadurecimento musical e já tinha um grande número de fãs que a acompanhava e cantava junto as suas músicas próprias, como a balada “Face”, as agitadas “Never” e “Fight” e as pesadas e psicodélicas “The Line”, “Sandman” e “Tomorrow”. Pra delírio da galera, a banda ainda tocou os covers “Christian Woman”, do Type O Negative, e “Daughter”, do Pearl Jam, levantando areia na praia de Piatã.</p>
<p><figure id="attachment_2270" aria-describedby="caption-attachment-2270" style="width: 277px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2270" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-o-ser-opaco/oseropaco-foto4/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto4.jpg?fit=308%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="308,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="OSerOpaco-foto4" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Deo (Teclados)&lt;/p&gt;
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<p>A última apresentação do <strong>O SER OPACO</strong> aconteceu no mesmo ano 2000, num bar em Itapuã, ao lado da Primitivus Roots e da The Sheriff. Algum tempo depois a banda, inexplicavelmente, encerrou suas atividades sem gravar sequer uma demo ou cd. Não são conhecidos também registros em vídeo das apresentações e, segundo alguns ex-membros, restaram apenas algumas gravações de ensaios em fitas K7 durante os sete anos de existência da banda.</p>
<p>Essa história de <strong>O SER OPACO</strong> é mais uma prova da vitalidade do rock baiano, que conseguia combinar influências internacionais, nacionais e regionais em um repertório altamente denso e criativo, mas também é o registro de como as dificuldades financeiras e de estrutura técnica por vezes fazem com que se percam no tempo tantas obras genais. De toda sorte, fica a esperança no coração dos antigos fãs e testemunhas desse grande trabalho de que algum reencontro dos antigos membros ocorra e, pelo menos, possa vir à tona em registro fonográfico aquelas canções que embalaram muitas noitadas soteropolitanas.</p>
<p><figure id="attachment_2273" aria-describedby="caption-attachment-2273" style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2273" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-o-ser-opaco/oseropaco-foto5/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto5.jpg?fit=500%2C317&amp;ssl=1" data-orig-size="500,317" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="OSerOpaco-foto5" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Mário Sérgio (Bateria)&lt;/p&gt;
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		<title>História Do Rock Baiano &#8211; The Dead Billies</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aurea Dantas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Oct 2017 11:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia Rock]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Era final da década de 80 na Escola Técnica da Bahia quando os estudantes Silvano,</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Era final da década de 80 na Escola Técnica da Bahia quando os estudantes Silvano, Fábio e Alexandre se reuniram para formar a banda de rockabilly Os Feios. Pouco tempo depois, Fábio decidiu seguir outro caminho formando o Dr. Cascadura. Precisando de um novo vocal, Alexandre convida o seu primo Glauber, então com apenas 14 anos, para assumir o lugar de Fábio. Nesta mesma época, Rogério assume a guitarra dos Feios e a banda passa a se apresentar em mostras de som estudantis. Apesar do sucesso, inicialmente com apresentação de covers e um pouco depois com composições próprias, os atritos entre os integrantes começam a surgir, especialmente entre Silvano e Glauber, culminando com o fim da banda.</p>
<p>Neste intervalo, cada um seguiu o seu caminho: Alexandre tocando na banda punk Doutrina Decadente, Glauber com o seu projeto de blues, Silvano se unindo novamente a Fábio no Dr. Cascadura e Rogério se dedicando ao ócio. Tocando na Doutrina Decadente, Alexandre é apresentado ao psycobilly, gênero musical que surgiu na Inglaterra na década de 70 e fazia a junção do rockabilly com o punk. Empolgado com aquele som agressivo e ao mesmo tempo irreverente, Alexandre decide tentar reunir os antigos companheiros dos Feios mais uma vez.</p>
<p>Depois de longas negociações e de aparadas as arestas, especialmente entre Silvano e Glauber, eis que surge o The Dead Billies e os alter egos dos seus integrantes: Joe Tromondo (Silvano) no baixo, Rex Crotus (Alexandre) na batera, Morotó Slim (Rogério) na guitarra e Mosckabilly (Glauber) no vocal. A banda começa a fazer shows em diversos palcos da cidade e as suas apresentações performáticas despertam a atenção no cenário underground soteropolitano da época.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Z6yC-8yxTbY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<em>(The Dead Billies – The Catacomb Keeper)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies2.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1937" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-the-dead-billies/thedeadbillies2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies2.jpg?fit=450%2C277&amp;ssl=1" data-orig-size="450,277" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="TheDeadBillies2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies2.jpg?fit=450%2C277&amp;ssl=1" class="alignnone size-full wp-image-1937 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies2.jpg?resize=450%2C277" alt="" width="450" height="277" /></a><em>(Joe Tromondo, Rex Crotus, Mosckabilly e Morotó Slim)<br />
</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1995 a banda grava a sua primeira fita demo: “Coffin Bop”, com oito faixas: Lick my Lollipop, Psycho Grubs, The CatacombKeeper, I&#8217;m a Monster Man, Vampire, Curse of the Voodoo Dead, Every Bullet has It&#8217;s Billet e GhostTown Blues.<a href="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies3.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1938" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-the-dead-billies/thedeadbillies3/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies3.jpg?fit=1056%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="1056,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="TheDeadBillies3" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies3.jpg?fit=640%2C303&amp;ssl=1" class="size-full wp-image-1938 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies3.jpg?resize=640%2C303" alt="" width="640" height="303" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies3.jpg?w=1056&amp;ssl=1 1056w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies3.jpg?resize=450%2C213&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies3.jpg?resize=1024%2C485&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies3.jpg?resize=768%2C364&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p style="text-align: center;">(Demo Tape lançada em 1995)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um ano depois, é lançado o primeiro CD da banda pelo estúdio WR, de Wesley Rangel: “Don&#8217;t mess with…The Dead Billies”, com treze faixas, sendo seis originárias da demo tape e mais sete canções inéditas: Invasion of the Body Snachers, Chaos All Over Town, Monster Potion No. 9, Bloody Red Cadillac, Prisioner of Bad Luck, Beware! Beware! Take Care! e Tarântula.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies4.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1939" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-the-dead-billies/thedeadbillies4/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies4.jpg?fit=320%2C320&amp;ssl=1" data-orig-size="320,320" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="TheDeadBillies4" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies4.jpg?fit=320%2C320&amp;ssl=1" class="alignnone size-full wp-image-1939 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies4.jpg?resize=320%2C320" alt="" width="320" height="320" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies4.jpg?w=320&amp;ssl=1 320w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies4.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies4.jpg?resize=100%2C100&amp;ssl=1 100w" sizes="auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>(Primeiro CD da banda lançado em 1996)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje uma raridade, você pode ouvir “Don&#8217;t Mess with&#8230;The Dead Billies” aqui:</p>
<p><a href="https://www.4shared.com/audio/e1aKj71J/01_-_Invasion_Of_The_Body_Snat.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.4shared.com/audio/e1aKj71J/01_-_Invasion_Of_The_Body_Snat.html</a><br />
<a href="https://www.4shared.com/audio/_M8AjMZt/02_-_Chaos_All_Over_Town.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.4shared.com/audio/_M8AjMZt/02_-_Chaos_All_Over_Town.html</a><br />
<a href="https://www.4shared.com/audio/mm0pk0a0/03_-_Monster_Potion_N_9.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.4shared.com/audio/mm0pk0a0/03_-_Monster_Potion_N_9.html</a><br />
<a href="https://www.4shared.com/audio/y9I7_ZBX/04_-_Bloody_Red_Cadillac.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.4shared.com/audio/y9I7_ZBX/04_-_Bloody_Red_Cadillac.html</a><br />
<a href="https://www.4shared.com/audio/fKNTpryf/05_-_Curse_Of_The_Voodoo_Dead.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.4shared.com/audio/fKNTpryf/05_-_Curse_Of_The_Voodoo_Dead.html</a><br />
<a href="https://www.4shared.com/audio/Td5FY1eo/06_-_The_Catacomb-Keeper.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.4shared.com/audio/Td5FY1eo/06_-_The_Catacomb-Keeper.html</a><br />
<a href="https://www.4shared.com/audio/x4kTvk4w/07_-_Im_a_Monster_Man.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.4shared.com/audio/x4kTvk4w/07_-_Im_a_Monster_Man.html</a><br />
<a href="https://www.4shared.com/audio/912nCvGi/08_-_Vampire.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.4shared.com/audio/912nCvGi/08_-_Vampire.html</a><br />
<a href="https://www.4shared.com/audio/SyXBn0Z0/09_-_Psychogrubs.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.4shared.com/audio/SyXBn0Z0/09_-_Psychogrubs.html</a><br />
<a href="https://www.4shared.com/audio/jyXeve-2/10_-_Prisoner_Of_Bad_Lucky.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.4shared.com/audio/jyXeve-2/10_-_Prisoner_Of_Bad_Lucky.html</a><br />
<a href="https://www.4shared.com/audio/STb-FyC5/11_-_BewareBewaweTake_Care.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.4shared.com/audio/STb-FyC5/11_-_BewareBewaweTake_Care.html</a><br />
<a href="https://www.4shared.com/audio/Rpd0945a/12_-_Lick_My_Lollpop.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.4shared.com/audio/Rpd0945a/12_-_Lick_My_Lollpop.html</a><br />
<a href="https://www.4shared.com/audio/KKrGR8u8/13_-_Tarntula.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.4shared.com/audio/KKrGR8u8/13_-_Tarntula.html</a></p>
<p>Com o sucesso do CD que teve as suas mil cópias comercializadas rapidamente, surge a oportunidade da gravação do primeiro clipe da banda: Invasion of The Body Snatchers com direção do cineasta e fotógrafo Pico Garcez, lançado em 1997:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/TukftR-P4MY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<em>(Vídeo Clipe Invasion of the Body Snatchers)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O segundo álbum da banda intitulado “Heartfelt Sessions”, foi gravado na WR como parte do projeto Emergentes da Madrugada, uma parceria do estúdio com o Governo do Estado da Bahia que permitia que bandas independentes utilizassem a estrutura da WR em horários alternativos, especialmente a madrugada, para gravar os seus CDs.</p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><a href="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies5.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1940" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-the-dead-billies/thedeadbillies5/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies5.png?fit=224%2C225&amp;ssl=1" data-orig-size="224,225" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="TheDeadBillies5" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies5.png?fit=224%2C225&amp;ssl=1" class="alignnone size-full wp-image-1940 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies5.png?resize=224%2C225" alt="" width="224" height="225" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies5.png?w=224&amp;ssl=1 224w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies5.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/TheDeadBillies5.png?resize=100%2C100&amp;ssl=1 100w" sizes="auto, (max-width: 224px) 100vw, 224px" /></a><em>(Heartfelt Sessions, lançado em 1999)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/44s05HWivVQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<em>(Heartfelt Sessions, álbum completo)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Da primeira faixa de Heartfelt Sessions, “I can&#8217;t help myself from getting it on”, saiu o clipe dirigido por Alexandre Guena, indicado ao VMB da MTV em 2001 na categoria de melhor demo clipe:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/5s4sColT3jU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<em>(VMB 2001)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/-dBjy296QaY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<em>(Clipe “I can&#8217;t help myself from getting it on”)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de não ter levado o prêmio da MTV que ficou com a banda Feijão com Arroz, o quarteto estava no momento de maior exposição da sua carreira. E justamente no auge, após a decisão de Glauber deixar o grupo em 2001, o Dead Billies chegou ao fim. Hoje o CD “Don&#8217;t Mess With The Dead Billies” é presença obrigatória em qualquer lista dos discos mais importantes do rock baiano.</p>
<p>Após o fim da banda, Morotó, Rex e Joe criaram a Retrofoguetes e Moscka formou o grupo Teclas Pretas e um pouco mais tarde, a Glauberovsky Orchestra. Durante todos esses anos, foram muitas as tentativas de voltar a reunir o quarteto. O mais próximo deste reencontro foi o projeto Los Mismos, um CD com 14 faixas sendo cinco músicas inéditas do The Dead Billies, que até o momento ainda não foi lançado pelo selo Garimpo. Enquanto o CD não sai, podemos matar a saudade do maior expoente do psychobilly da Bahia, assistindo a esta apresentação na Concha Acústica em 2000 e o documentário Não Brinque com os Dead Billies de Fabiana Massoquette e Gabriel Gonçalves.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/mQMYFcT1pZs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<em>(The Dead Billies ao vivo na Concha Acústica)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/E2TgQqFd4yk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<em>(Documentário Não Brinque com os The Dead Billies)</em></p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>História do Rock Baiano &#8211; Slavery</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grigorio Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 12:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[historia do rock baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Slavery]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lá no início da década de 1990, quando o underground soteropolitano já era sacudido por</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lá no início da década de 1990, quando o underground soteropolitano já era sacudido por bandas emblemáticas de <em>heavy metal</em> como a <strong>Zona Abissal</strong>, <strong>Headhunter D.C.</strong> e <strong>Mystifier</strong>, surgia na cidade de Salvador uma nova banda que iria abalar ainda mais a cena. Essa banda se chamava <strong>SLAVERY</strong>.</p>
<p>Com claras influências de bandas como Morbid Angel e Deicide, a <strong>SLAVERY</strong> apresentava uma sonoridade que pode ser caracterizada como um <em>Death Metal</em> técnico e veloz, alternando riffs rápidos e trabalhados com solos melódicos e bem elaborados. A <strong>SLAVERY</strong> se destacou rapidamente como uma das bandas mais promissoras do cenário baiano e, por conta disso, formou rapidamente um grande público e seus shows estavam sempre lotados, em especial os vários realizados no Clube de Engenharia, na Avenida Carlos Gomes, em parceria com outro ícone do underground soteropolitano, a banda de <em>doom metal</em> <strong>The Cross</strong>.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1801" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-slavery/slavery-foto1/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/slavery-foto1.jpg?fit=400%2C204&amp;ssl=1" data-orig-size="400,204" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="slavery-foto1" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/slavery-foto1.jpg?fit=400%2C204&amp;ssl=1" class="size-full wp-image-1801 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/slavery-foto1.jpg?resize=400%2C204" alt="" width="400" height="204" /><span style="text-transform: initial;">Liderada pelo vocalista e guitarrista virtuose </span><strong style="text-transform: initial;">David Santana</strong><span style="text-transform: initial;">, que antes dos quinze anos já havia composto peças eruditas para violão, valsas, prelúdios e sonatas para piano, a </span><strong style="text-transform: initial;">SLAVERY</strong><span style="text-transform: initial;"> contava no seu </span><em style="text-transform: initial;">line-up</em><span style="text-transform: initial;"> com o baterista </span><strong style="text-transform: initial;">Lyo Hollf</strong><span style="text-transform: initial;">, com </span><strong style="text-transform: initial;">Fábio</strong><span style="text-transform: initial;"> no baixo e com o guitarrista base </span><strong style="text-transform: initial;">Cristhiano Silva</strong><span style="text-transform: initial;"> (substituído posteriormente por Mercyo Hussein). Com essa formação a banda gravou em 1992 seu primeiro álbum de estúdio em vinil, o LP intitulado </span><strong style="text-transform: initial;">To Kill in Cold Blood</strong><span style="text-transform: initial;">. O disco saiu pelo selo baiano </span><strong style="text-transform: initial;">Bazar Musical Records</strong><span style="text-transform: initial;">, que era uma clássica loja localizada no histórico edifício Orixás Center, no centro de Salvador, e vendia discos e camisas de rock, punk e metal, mas acabou fechando suas portas após o falecimento precoce do seu proprietário em um acidente de moto.</span><span style="text-transform: initial;"> </span><br />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1799" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-slavery/slavery-to-kill-in-cold-blood/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-To-Kill-In-Cold-Blood.jpg?fit=500%2C300&amp;ssl=1" data-orig-size="500,300" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Slavery &amp;#8211; To Kill In Cold Blood" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-To-Kill-In-Cold-Blood.jpg?fit=500%2C300&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-1799 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-To-Kill-In-Cold-Blood-450x270.jpg?resize=450%2C270" alt="" width="450" height="270" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-To-Kill-In-Cold-Blood.jpg?resize=450%2C270&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-To-Kill-In-Cold-Blood.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" />Esse primeiro disco, apesar da qualidade técnica da gravação não ter sido das melhores (o que era muito comum na época), foi muito bem recebido não só na cena baiana, mas projetou a <strong>SLAVERY</strong> no cenário do <em>heavy metal</em> nacional. As excelentes composições e arranjos das músicas, a exemplo de <strong>Torment in the Hell</strong> e <strong>World of Tears</strong>, que demonstravam uma qualidade técnica acima da média para as bandas brasileiras de metal extremo daquele período, chamaram a atenção das principais gravadoras do gênero no sudeste do país.</p>
<p>Não demorou muito e já no ano de 1994 a <strong>SLAVERY</strong> lançou seu segundo álbum intitulado <strong>Immortal Dismalness</strong>, dessa vez pela principal gravadora da época, a mineira <strong>Cogumelo Records</strong>, que foi responsável pelo lançamento de bandas como Sepultura, Sarcófago, Overdose, Chakal, entre muitas outras. Com a regravação de World of Tears do primeiro álbum e outras excelentes composições, como <strong>Heartless by Face</strong> e <strong>The Last Days</strong>, esse disco teve imensa repercussão e chegou a ser distribuído em 18 países. A banda fez várias apresentações de divulgação desse álbum em casas de show como o clube Cruz Vermelha, na Praça do Campo Grande, e também no famoso Palco do Rock, mas infelizmente se dissolveu logo em seguida, deixando um vazio entre os fãs e uma dúvida sobre até onde essa grande banda poderia ter chegado.<br />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1800" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-slavery/slavery-immortal-dismalness/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-Immortal-Dismalness.jpg?fit=500%2C363&amp;ssl=1" data-orig-size="500,363" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Slavery &amp;#8211; Immortal Dismalness" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-Immortal-Dismalness.jpg?fit=500%2C363&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-1800 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-Immortal-Dismalness-450x327.jpg?resize=450%2C327" alt="" width="450" height="327" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-Immortal-Dismalness.jpg?resize=450%2C327&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-Immortal-Dismalness.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" />Não são conhecidos registros de apresentações da banda ao vivo, nem em áudio e nem em vídeo, restando apenas a memória dos headbangers da época que puderam aproveitar esses momentos de êxtase coletivo. Pelo menos a <strong>SLAVERY</strong> deixou um legado de grandes músicas em dois álbuns que são tão raros quanto clássicos, merecendo inclusive ser revisitados pelas atuais bandas de <em>death metal</em> que desejam ter boas referências de composições no estilo.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1802" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-slavery/slavery-foto2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/slavery-foto2.jpg?fit=400%2C204&amp;ssl=1" data-orig-size="400,204" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="slavery-foto2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/slavery-foto2.jpg?fit=400%2C204&amp;ssl=1" class="size-full wp-image-1802 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/slavery-foto2.jpg?resize=400%2C204" alt="" width="400" height="204" /></p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/KGw02wiodm0?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
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		<title>História do Rock Baiano &#8211; Úteros em Fúria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aurea Dantas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2017 11:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
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		<category><![CDATA[BahiaRock]]></category>
		<category><![CDATA[historia do rock]]></category>
		<category><![CDATA[historia do rock baiano]]></category>
		<category><![CDATA[lendas]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A banda de rock soteropolitana Úteros em Fúria, fundada em 1986 por Evandro Botti e</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A banda de rock soteropolitana Úteros em Fúria, fundada em 1986 por Evandro Botti e Mauro Pithon, inicialmente com o intuito de participar das Mostras de Som do tradicional colégio Antônio Vieira, esteve em atividade até 1995. Depois da Camisa de Vênus, a Úteros foi a banda de maior visibilidade no cenário rock baiano no início da década de 90. Com fãs fieis, as apresentações em diversos palcos da cidade estavam sempre lotados de adolescentes sedentos pelo som visceral da banda, como pode ser conferido neste registro do trecho de uma apresentação da banda na Concha Acústica:</p>
<p><center><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/kYDB5PgSviw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center>&nbsp;</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Uteros1.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1676" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-uteros-em-furia/uteros1/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Uteros1.jpg?fit=620%2C465&amp;ssl=1" data-orig-size="620,465" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Uteros1" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Uteros1.jpg?fit=620%2C465&amp;ssl=1" class="wp-image-1676 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Uteros1.jpg?resize=450%2C338" alt="" width="450" height="338" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Uteros1.jpg?w=620&amp;ssl=1 620w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Uteros1.jpg?resize=450%2C338&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Uteros1.jpg?resize=86%2C64&amp;ssl=1 86w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></a>Apesar do sucesso nos shows, a banda lançou apenas um CD em 1993 pelo selo Natasha Records: “Wombs in Rage” com a sua formação clássica: Evandro Botti no baixo, Mauro Pithon no vocal, Emerson Borel na guitarra, Luiz Fernando “Apú” Dude na guitarra e gaita e Mário Jorge Heine na bateria. Hoje considerado uma raridade, aqui você pode conferir as doze faixas do CD:</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/uteroscd1.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1677" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-uteros-em-furia/uteroscd1/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/uteroscd1.jpg?fit=273%2C273&amp;ssl=1" data-orig-size="273,273" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="uteroscd1" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/uteroscd1.jpg?fit=273%2C273&amp;ssl=1" class="size-full wp-image-1677 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/uteroscd1.jpg?resize=273%2C273" alt="" width="273" height="273" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/uteroscd1.jpg?w=273&amp;ssl=1 273w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/uteroscd1.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/uteroscd1.jpg?resize=100%2C100&amp;ssl=1 100w" sizes="auto, (max-width: 273px) 100vw, 273px" /></a></p>
<p>Faixas (com as letras):</p>
<p>1- Dear Misery<br />
<a href="https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196029/" target="_blank" rel="noopener">https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196029/</a></p>
<p>2- Be Bigger<br />
<a href="https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/242769/" target="_blank" rel="noopener">https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/242769/</a></p>
<p>3- I Wanna Feel Alright<br />
<a href="https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196030/" target="_blank" rel="noopener">https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196030/</a></p>
<p>4- One More Time<br />
<a href="https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196031/" target="_blank" rel="noopener">https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196031/</a></p>
<p>5- Inside The Beer Bottle<br />
<a href="https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196032/" target="_blank" rel="noopener">https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196032/</a></p>
<p>6- I&#8217;m Bad<br />
<a href="https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196033/" target="_blank" rel="noopener">https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196033/</a></p>
<p>7- On The Windy Heaven&#8217;s Road<br />
<a href="https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196034/" target="_blank" rel="noopener">https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196034/</a></p>
<p>8- Queennie<br />
<a href="https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196035/" target="_blank" rel="noopener">https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196035/</a></p>
<p>9- You Just Follow The Rules !<br />
<a href="https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196036/" target="_blank" rel="noopener">https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196036/</a></p>
<p>10- Deep Down My Throat<br />
<a href="https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196037/" target="_blank" rel="noopener">https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196037/</a></p>
<p>11- Birds<br />
<a href="https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196038/" target="_blank" rel="noopener">https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196038/</a></p>
<p>12- Sister Moonlight<br />
<a href="https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196039/" target="_blank" rel="noopener">https://www.letras.mus.br/uteros-em-furia/1196039/</a></p>
<p>Em 1994, Evandro Botti deixou a banda, sendo substituído por Ivan Oliveira. No início de 1995, Borel, que na época lutava contra a depressão, foi substituído por Fernando Sarmento. Neste mesmo ano, a banda declarou o seu fim. Em 2013, três integrantes da formação clássica, Mauro Pithon, Apú e Mário Jorge, voltaram a se reunir numa única apresentação no Portela Café em comemoração aos 20 anos de lançamento de Wombs in Rage e em homenagem ao saudoso Borel, falecido vítima da depressão, em 2004.</p>
<p>Confira aqui “Inside the Beer Bottle” com Fábio Cascadura no vocal na reunião da Úteros em 2013:</p>
<p><center><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Ky2_1LM8me4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center>&nbsp;</p>
<p>Uma boa pedida para matar a saudade de uma das bandas mais importantes do rock baiano é o documentário: Úteros em Fúria, uma Videobiografia, do jornalista Chico Castro Jr., produzido em 2000 como trabalho de conclusão de curso da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. Com cerca de uma hora de duração, trata-se de um raro registro de apresentações da banda, intercalados por depoimentos dos seus integrantes.</p>
<p><center><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/fAepCXVtt04" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center></p>
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