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	<title>Arquivos Entrevistas | BahiaRock</title>
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	<title>Arquivos Entrevistas | BahiaRock</title>
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		<title>Entrevista – Magnus Rosen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BahiaRock]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 01:42:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Magnus Rosen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Haggen Kennedy O baixista sueco Magnus Rosén (ex-HammerFall, Shadowside, Tony Martin’s Headless Cross, Jørn</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-magnus-rosen/">Entrevista – Magnus Rosen</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Haggen Kennedy</strong></p>



<p>O baixista sueco <strong>Magnus Rosén </strong>(ex-HammerFall, Shadowside, Tony Martin’s Headless Cross, Jørn Lande) esteve no Brasil em turnê solo para divulgar não só seu projeto solo (Magnus Rosén Band), mas também um de seus projetos ecológicos, o Tree of Life (Árvore da Vida). Muito simpático, de voz muito suave e com a típica calma sueca, Magnus abriu um espaço na agenda apertada para conversar com os sites Whiplash e BahiaRock nesta entrevista exclusiva que, além de música, terminou cobrindo também obras de caridade e até política. Confira abaixo.</p>



<p><strong>Como esta é sua primeira entrevista conosco, nada mais natural que voltarmos ao início de tudo. O que o levou a começar a tocar? Seus pais tinham algum envolvimento com a música?&nbsp;</strong></p>



<p>Minha mãe era arquiteta, mas também artista. Pintava quadros, criava arte — quadros que as pessoas compravam para pendurar na parede. Meu pai era um funcionário de alto escalão num jornal sueco. Mas comecei a tocar porque tinha um sonho. Quando eu tinha 13, 14 anos, por aí, eu e um amigo sonhávamos em tocar numa banda de rock. Pois quando éramos mais novos, era o hard rock que estava em voga: Black Sabbath, Kiss, Queen, Led Zeppelin&#8230; bandas assim, que a gente adorava. Por isso, tínhamos esse sonho, essa visão, de um dia talvez montarmos uma banda. A partir disso, eu e alguns amigos terminamos formando uma banda ainda na escola. Tínhamos 14 anos. E o primeiro show que fizemos foi na escola, tudo começou ali.</p>



<p><strong>Você teve aulas de música na escola?</strong></p>



<p>Mais ou menos. Tínhamos “aula de música”, mas era mais sobre conhecimento geral, sobre <em>ouvir</em> música, e não <em>tocar</em> música, não recebíamos treinamento formal nos instrumentos, era algo bem “solto”. Hoje em dia, é mais fácil para a juventude sueca, eles têm efetivamente aulas de música — muitas vezes, até de graça. Mas terminei conhecendo alguns baixistas de rock mais velhos em minha cidade [N. do E.: Gotemburgo]. Não os conhecia pessoalmente, só de vista. Mas um dia fui lá e perguntei se poderia tomar aula particular com eles. Aí, aquele ano, tive essa orientação de dois baixistas: Stefan Idén e Thomas Reinersson. Foi ali que aprendi a corda “mi”, a corda “lá”, e assim por diante. Ou seja, o basicão, começando do zero. O resto todo, aprendi sozinho, mesmo. Praticando. A questão é que me inspirei em outros músicos. Não precisavam ser músicos famosos: precisavam ser músicos que tivessem algo a oferecer. Não se tratava só de tocar bem, nem de ser famoso apenas. E nem precisava ser baixista necessariamente. Poderia ser um músico de outro instrumento, mas que me inspirasse a batalhar e a estudar mais meu próprio instrumento, o baixo.</p>



<p><strong>E por que o baixo? Foi porque seu primeiro professor particular era baixista?</strong></p>



<p>Não, tudo começou em minha segunda aula de música. Eu tinha talvez oito anos. Todo mundo da turma precisava tocar flauta. Mas, por alguma razão, eu queria tocar a flauta maior, que tinha as notas de baixo. Mas ela custava muito caro, e, embora meus pais tivessem bons empregos, ainda custava muito dinheiro para uma família de classe média comprar esse tipo de instrumento. Então, como não rolou de eu tocar essa flauta, acho que na terceira aula ou algo assim, pensei em tocar tuba baixo — mas também era cara demais. Quando tinha 13 anos, ganhei um violão, mas não consegui me identificar. Porém, nessa época, eu tinha começado a tocar em uma banda, e ouvia muito Kiss. E Gene Simmons estava ali. Eu ainda era muito novo e não entendia de técnica, não sabia que tipo de músico Gene era, se tocava muito, pouco, enfim, eu não entendia disso ainda. A questão não era a técnica dele, foi a personalidade forte dele que me tocou de alguma forma. Mas ele era baixista! Aí, pensei: de repente, eu me identificaria tocando baixo. Agora que estamos conversando sobre esse passado distante, lembro que meu primeiro sonho foi a flauta baixo, depois a tuba baixo. Portanto, o começo não foi com Gene Simmons exatamente. Havia algo mais ali. Nem sei te dizer o que era, porque nem eu mesmo sei. Mas o baixo me atraiu de alguma forma, é o melhor jeito que consigo explicar.</p>



<p><strong>Pelo que entendo, você também toca jazz. Você é músico de jazz?</strong></p>



<p>Minha pegada é essa, eu gosto de <em>música</em> como um todo. Quando tenho a oportunidade de tocar outros estilos, tento não ter medo disso. Porque se você for um bom baixista de rock, talvez você se sinta seguro ali. Aí você fica naquela, “estou seguro aqui, então só vou tocar rock”, sabe como é? Mas um dia me toquei que uma nota de baixo é uma nota de baixo. É a mesma nota de baixo no jazz, na música clássica, no heavy metal, em qualquer estilo musical. É a mesma nota. O que muda é a combinação que você dá, pode ser um ritmo ou algum tipo de harmonia que se usa mais em certos estilos musicais. Com isso em mente, perdi o medo. Entendi que uma nota de baixo é uma nota de baixo. Não importa se é jazz, metal, música clássica ou dance music. Simplesmente, perdi o medo. Como disse antes [da entrevista começar], nunca havia tocado com uma orquestra sinfônica antes. Claro que foi assustador. Não é como uma banda de rock. Mas meu prazer foi muito maior do que meu medo. Entende? De repente você está com medo de alguma coisa, mas aí se toca: “pô, peraí. O prazer que posso tirar disso é muito maior do que o medo que estou sentindo”. Foi essa a sacada que eu tive. Uma nota de baixo é uma nota de baixo. Vou marcando o tempo: quatro, três, dois, cinco, sete. E deu tudo certo. Ao mesmo tempo, acho que se você se propõe a tentar algo novo, é importante estar bem preparado. Como amo o que faço, não é problema para mim estar preparado. Adoro o que faço. Então, vou me preparando. E quando chega a hora, faço aquilo a que me propus.</p>



<p><strong>Você toca um baixo de quatro cordas. O que acha de baixos de cinco cordas ou até de seis cordas?</strong></p>



<p>O baixo de cinco cordas eu uso às vezes, quando preciso atingir notas mais graves. Com esse Factor [N. do E.: o baixo que Magnus usa é um antigo Factor, comprado na Califórnia em 1990. Concebido por Philip Kubicki, que faleceu em 2013, as cordas entram pela cabeça do instrumento e são afinadas embaixo, na ponte], consigo chegar mais para baixo, com a mizona e os dois trastes extras [N. do E.: na cabeça do baixo, há uma trava que se abre, oferecendo dois trastes extras para o grave]. Isso é utilíssimo. Mas, por exemplo, quando preciso gravar no estúdio, ou a depender da banda com quem eu toque, preciso das notas mais graves. Nesses casos, uso um de cinco cordas. Mas minha praia é mesmo o de quatro cordas, é com ele que me sinto mais confortável. O de seis cordas, nunca precisei, pois o que consigo fazer com meu baixo já é suficiente para mim — e ainda tem a trava, que posso liberar para chegar nos dois trastes mais graves. Então, para mim, na forma como toco, o de quatro cordas me atende melhor.</p>



<p><strong>Você usa pedais físicos. Já experimentou ferramentas digitais, como Guitar Rig, AmpliTube, Neural DSP?</strong></p>



<p>Já usei algo assim, como um multi-efeitos, mas me sinto mais confortável com os físicos. O processador é um processador. O flanger é um flanger. Colocando todos ali no chão, é mais fácil para mim utilizá-los. Então, termino escolhendo a maneira mais fácil. O acesso é mais fácil, e não preciso ficar programando muito. Tudo fica ali no chão, eu ligo e desligo cada um conforme precisar na hora. É um recurso simples para um sujeito simples como eu.</p>



<p><strong>O que você tem feito desde que saiu do HammerFall?</strong></p>



<p>Toco com brasileiros na Shadowside. São excelentes músicos. E toco em outros projetos também com eles [N. do E.: os brazucas Raphael Mattos e Fabio Buitvidas tocam com ele na Magnus Rosén Band]. Fiz muitas coisas, na verdade. Teve essa coisa fantástica com a orquestra sinfônica, fizemos muitos concertos. Foi uma grande experiência para um cara autodidata como eu. Em Gotemburgo [N. do E.: segunda maior cidade da Suécia, onde Magnus nasceu e mora até hoje] temos um Teatro de Ópera bem grande, bonito. Um dia fui lá ver uma apresentação de balé. Foi super interessante. Eles eram excelentes profissionais e isso terminou me inspirando. Quando você está inspirado, começa a passar um filme em sua cabeça. Imaginei uma combinação de solo de baixo com balé. Naquele momento, fiquei felicíssimo. Você pensa, “que coisa, nunca vi nada assim antes”. Mas logo depois, bate o medo. Porque, para acontecer, é preciso batalhar muito, falar com pessoas de uma área totalmente diferente e explicar suas ideias, que também são totalmente diferentes. É muito fácil ter medo, você pensa logo: “que nada, não vou fazer isso. É muito trabalho, e ainda por cima é uma maluquice”. Mas a paixão terminou falando mais alto e fui ao Teatro Gotemburgo. Bati lá na porta e perguntei se podia falar com o diretor do balé. Disse a ele: “olha, vi a apresentação e gostei. O que você acha de um balé com solo de baixo?” Ele olhou para mim e disse, sem entender patavina: “Como é, meu filho? Balé com solo de baixo?!” Um ano depois, rolou a estreia. Veja, balé na Suécia não é que nem futebol no Brasil, não é a principal forma de arte do país. Sim, o Teatro é enorme, mas de público mesmo, só comparece, no máximo, um terço da capacidade da casa. Eles então colocaram minha foto nos cartazes, usaram meu nome. Havia um pôster enorme do lado de fora do Teatro, uma foto promocional minha, com meu rosto lá estampado. Pensei: “não vai dar muita gente. Sou mais conhecido pelo público metal. Pior: o que vão falar de mim se não der certo?” Mas o dia estava chegando. E quando finalmente abriram as portas, quem estava ali era não um terço da capacidade — 400 pessoas, sei lá —, não senhor. Estava todo mundo: foi noite de casa cheia, com ingresso esgotado. E foi assim sete dias seguidos! Até a princesa da Suécia estava lá. No fim, ela veio falar comigo, apertou minha mão, e até ela me disse: “o que você está fazendo aqui?” Foi demais. E acredite, eu não tenho costume nenhum de bater papo com reis e princesas. Por isso, claro que fiquei feliz. Ou seja, foi um sucesso. Essa experiência foi importante porque eu vejo que dá para confiar em nossos sonhos. É possível fazer com que nossos sonhos se realizem, se batalharmos muito para isso. Então, essa é ideia que tenho da vida. Tenho um sonho, batalho muito e ele se torna realidade. Também fiz muitas outras coisas fora do padrão convencional, digamos. E algumas delas com músicos fantásticos. Por exemplo, Tony Martin, que cantou no Black Sabbath por 10 anos. Na verdade, continuo tocando com ele. É um cantor extraordinário, fantástico mesmo.<strong> </strong>Portanto, tenho um pé no hard rock, no metal, com ele. Inclusive, na banda dele, toca também o tecladista do Black Sabbath. Nem todo mundo sabe que o Black Sabbath tinha tecladista, muito embora esse mesmo músico tenha tocado com a banda durante 25 anos: o nome dele é Geoff Nicholls. Ficou ali, atrás das cortinas. Toquei com ele, e também com o baterista do Venom [N. do E.: Danny Needham], que também estava na banda. E continuo trabalhando com Tony Martin. Tive a sorte de tocar também com Joe Lynn Turner, que cantou no Rainbow e no Deep Purple [N. do E.: Turner cantou também com Malmsteen, e também no Sunstorm, cujo vocalista atual, Ronnie Romero, também já cantou com Malmsteen]. Fizemos uma turnê no norte europeu juntos, e foi fantástico, pois cresci ouvindo Rainbow e Deep Purple. Quando tocava com ele as músicas que ouvia quando criança, era uma sensação incrível. Porque ali estava eu, tocando aquelas músicas com o vocal original. Foi inacreditável.</p>



<p><strong>Isso, sim, é um sonho realizado.</strong></p>



<p>Sim, sim, sim, com certeza. Também toquei em muitas outras bandas, claro. Mas o que mais conta para mim é essa questão das obras de caridade. Em minha idade, não gosto de tocar só para ter dinheiro no bolso. Não sei quantos anos — de repente, até <em>dias</em> — me restam aqui na Terra. A pergunta é: “consigo lançar alguma semente no solo?” Quer dizer, consigo ajudar alguma coisa a crescer, germinar, ter futuro? Mesmo que, dentro de minhas possibilidades, seja algo pequeno. Gosto de inspirar os outros, de colocar algo de bom nesse mundo, que às vezes parece estar de cabeça para baixo, muito embora ele ainda tenha muita beleza para oferecer.</p>



<p><strong>De fato, você já tocou com várias bandas. Você mencionou a Shadowside, mas você já tocou com Bleckhorn, Avalanche, X-World/5. Alguma dessas bandas ainda está na ativa?</strong></p>



<p>Acho que a Shadowside ainda está na ativa.</p>



<p><strong>O último disco da banda foi em 2017, se bem me lembro.</strong></p>



<p>Sim, já se passaram alguns anos. Fizemos uma turnê no Brasil e depois disso veio a pandemia. Mas continuo tocando com Raphael [Mattos, guitarra] e Fábio [Buitvidas, bateria]. E toco também no Autumn’s Child. Lançamos um disco no início do ano [N. do E.: “Starflower”, em 20 de janeiro de 2023] e estamos gravando um disco novo, que será lançado em janeiro [de 2024], acho. E tenho minha própria banda, Magnus Rosén Band. Lançamos dois discos: um EP, depois o álbum completo no segundo trimestre [de 2023]. É um disco em que celebro aqueles que inspiraram minha vida na música — tanto bandas quanto músicos. Quando você ouve, dá para notar influências diferentes. Algumas coisas têm cara de Gary Moore, muito embora sejam composições minhas. Já em outra música, rola uma homenagem aos Beatles, só que tocado de nosso jeito. E tenho a sorte de contar, por exemplo, com Janne Schaffer, guitarrista do ABBA. O cara gravou 50 músicas com o ABBA. Ele está lá no disco, tocando conosco, além de Tony Martin e muitos outros músicos super legais.</p>



<p><strong>Que fim levou o Bleckhorn? Era uma banda com muito potencial, gostei muito do disco que vocês lançaram.</strong></p>



<p>A coisa começou assim: ouvi uma música do Bleckhorn, com uma temática viking. Era legal, dava orgulho, tinha uma história por detrás. Claro, toda história tem pontos positivos e negativos. Mas era um negócio que me deu orgulho, era bem feito. Sou sueco, descendo dos vikings, é minha história. No mundo viking tinha coisas boas e coisas ruins, é assim com todo mundo. Mas quando ouvi o som, adorei, gostei demais. E conheço o vocal: era Göran Edman, que já tinha cantado com Yngwie Malmsteen. Aí, liguei para Jayce [Landberg, guitarrista e tecladista sueco que montou a banda] e disse: “gostei do som. Que tal fazermos mais músicas?”, e ele aceitou. Fizemos um EP com quatro músicas, todas sobre essa temática viking. Achamos importante falar de nosso passado e não termos medo disso. Principalmente hoje em dia, na Suécia, tem sido complicado falar disso, você sente que essa parte da história está sendo um pouco apagada, tentam mascará-la como sendo algo ruim, escondendo-a sob o tapete. É de onde viemos, mas se falar sobre vikings, você termina sendo carimbado como se estivesse defendendo a parte negativa desse passado. Há uma cultura de ódio atualmente. É nossa história, mas somos proibidos de ter orgulho dela.</p>



<p><strong>Então o Bleckhorn não está mais na ativa?</strong></p>



<p>Temos alguns contatos, mas não conseguimos emplacar. Fizemos o EP e tentamos fechar com algumas gravadoras, mas nenhuma se interessou.</p>



<p><strong>Que pena, porque é um disco fantástico. Gosto muito dele. E, claro, Göran Edman é fantástico.</strong></p>



<p>Ele é incrível.</p>



<p><strong>Você tem um histórico incrível de vocalistas. Já tocou com Joe Lynn Turner, Tony Martin, Göran Edman e Jørn Lande. “Out to Every Nation”, inclusive, é um marco fantástico. É você naquele vídeo oficial? Pergunto porque as imagens do baixista piscam com muita rapidez.</strong></p>



<p>“Out to Every Nation” é um discaço. Era eu no vídeo, e em&#8230; “Dancing with Wolves”, como é mesmo o nome? Algo assim.</p>



<p><strong>“Living with Wolves” (</strong><strong><em>Dancing with Wolves</em></strong><strong> é o filme de Kevin Costner, “Dança com Lobos”).</strong></p>



<p>Isso. Esses dois vídeos eu gravei. Nós os gravamos em um lugar muito especial na Noruega.&nbsp;</p>



<p><strong>Como vocês gravaram aquilo? No topo de uma montanha, um lugar inóspito.</strong></p>



<p>Fui de helicóptero até lá. O resto da banda pegou o elevador.</p>



<p><strong>“Elevador”? Há um elevador dentro da montanha?</strong></p>



<p>Há um elevador dentro da montanha. É que a Noruega foi ocupada por Hitler. Ele queria criar bombas. Porque lá tinha água pesada, que seria utilizada para construir bombas. Lá isso seria possível, por isso Hitler invadiu a Noruega. E construiu até reatores para criar água pesada. Essa é uma estória interessante. Lógico, assustadora também. Mas é isso. Eles fizeram um túnel na montanha, e ali dentro construíram um elevador. A montanha é alta, por isso o resto da banda pegou o elevador. Mas eu disse “não, obrigado. Vou de helicóptero”.</p>



<p><strong>E quanto tempo demorou para gravar o vídeo?</strong></p>



<p>Um dia para cada vídeo [N. do E.: ou seja, um dia para “Out to Every Nation” e um dia para “Living with Wolves”]. Quando gravamos “Out to Every Nation” estava um frio danado, pois estava nevando na montanha. E olha que levei meias extras, mas meu pé ficou um gelo depois. Fiquei aliviado de não ter acontecido nada, alguma geladura, ulceração, enfim. Mas quando você é rock n’ roll, você é rock n’ roll!</p>



<p><strong>Como é gravar com Jørn?</strong></p>



<p>Ele é especial. Em primeiro lugar, é um vocalista fantástico, de primeira categoria. Mas também é muito simpático. Quando a gente entra em estúdio para gravar, tem banda que diz para você “toque essa nota”, “não, essa nota exata”. E você toca essa nota, depois aquela. Mas com Jørn, ele só disse: “se jogue”. E eu me joguei. Toquei do meu jeito. Você tem liberdade para tocar como quiser. Claro, aprendi primeiro a estrutura das músicas, passamos as músicas juntos. Mas depois, ele disse: “agora é com você. Coloque sua personalidade”. Fui muito bom para mim, porque ali tem meu estilo mesclado com o estilo dele e com os estilos dos outros músicos. Tenho muito orgulho de nosso trabalho juntos, fiquei muito feliz.</p>



<p><strong>Nesses projetos com Jørn, Shadowside, Avalanche etc., como é o processo de gravação? Você grava separadamente e envia as faixas? Ou grava pessoalmente com os outros músicos no estúdio?</strong></p>



<p>Geralmente bandas como Jørn ou Shadowside já têm as músicas prontas. Eles só fazem me perguntar se quero tocar com eles. Com a Shadowside, fomos juntos para o estúdio, mas eles já tinham gravado as partes deles. Nesse caso, só precisava mesmo gravar o baixo. No início, entro sem conhecer as músicas. Foi assim com Jørn Lande também, eu não conhecia as músicas. Aí, logo no começo, antes de gravar, pergunto: “como é o verso? Como é o refrão? Como é a ponte?” e eles me explicam. Eu internalizo a estrutura da música e depois crio uma linha. Isso se não for uma banda que deseja algo específico, feito do jeito que eles querem, por não terem interesse em colocar uma personalidade estranha no som. Nesses casos, eu faço exatamente o que mandam. Mas para mim, o legal mesmo é ter a oportunidade de colocar minha personalidade na música.</p>



<p><strong>Será que Malmsteen é assim? Ele diz como deve ser cada nota?</strong></p>



<p>Talvez, não sei dizer. Eu o conheço, já o encontrei algumas vezes.</p>



<p><strong>Ele ainda se lembra de como falar sueco? Ele já mora há tanto tempo nos EUA.</strong></p>



<p>Sim, ainda fala. É um sujeito muito legal, essa é minha impressão. Outras pessoas têm outras impressões, e já ouvi todo tipo de estória, porque conheço muitos músicos, gente que já tocou com ele. Mas pessoalmente, tive uma boa impressão dele. E ele não é burro, é um cara inteligente. E toca muito. Gosto muito do estilo dele, da música dele. Foi muito bom conversar com ele — como deveria ser. Comigo, ele foi muito educado. Ele não humilha os outros, não coloca os outros para baixo. Essa foi a impressão que eu tive.</p>



<p><strong>Por curiosidade, quando você fala com Jørn Lande, vocês se comunicam em inglês? Ou cada um fala a própria língua: você, sueco; e ele, norueguês?</strong></p>



<p>Cada um, a própria língua. Eu falo em sueco, ele fala em norueguês comigo, e a gente consegue se entender. Quando tem muita gíria no meio fica difícil. Mas a maioria dos noruegueses conseguem falar norueguês com uma pronúncia e uma forma mais próxima do sueco. Eles “limpam” o norueguês deles e aí dá para entender. [N. do E.: guardadas as devidas proporções, sueco e norueguês são um pouco como português e espanhol. Falando devagar e sem gírias, é possível se entender.]</p>



<p><strong>Em 2012 você foi contemplado com uma bolsa de estudos Adlerbetska. O que é isso exatamente?</strong></p>



<p>Eles são uma Fundação voltada às artes. Eles selecionam algumas pessoas todos os anos — pessoas que acreditam valer a pena prestar apoio. Eles então entram em contato com você, ou seja, não fui eu que fiz a solicitação. Pois um dia me ligaram e não tinha nem ideia do que se tratava. Mas eles acharam que eu merecia o apoio deles. Fui contemplado com essa bolsa, me deram uma soma em dinheiro. Usei o dinheiro todo para fazer dois discos solo.</p>



<p><strong>É inacreditável que na Suécia exista algo assim. Não consigo imaginar alguém no Brasil simplesmente te oferecendo dinheiro, sem você nem precisar pedir (se pedindo já não dão, imagine sem pedir).</strong></p>



<p>Fiquei muito orgulhoso, não esperava. De verdade. Foi muito legal, é fantástico mesmo.</p>



<p><strong>Vamos falar sobre as turnês solo que você tem feito aqui no Brasil. Quando isso começou?</strong></p>



<p>Começou depois da primeira turnê que fizemos aqui [no Brasil] com o HammerFall. Eu já tinha viajado ao redor do mundo antes, desde jovem. Mas quando estive aqui, e vi as favelas e a população mais humilde que vivia nelas, fiquei curioso em conhecer quem eram aquelas pessoas que moravam ali. Depois da turnê, voltamos para a Suécia e continuei pensando em como entrar nas favelas sem correr algum tipo de perigo. Eu estava em casa quando tive uma ideia. Liguei para um promotor de eventos na América do Sul e perguntei se ele poderia me ajudar a organizar uma turnê solo pela América do Sul, só eu e meu baixo. A entrada seria 2 kg de alimento, e eu mesmo arcaria com todos os gastos da turnê. A primeira coisa que ele disse foi: “mas não tem como você se apresentar tocando baixo sozinho”. E eu disse: “tem, sim”. E assim foi. Fiz a turnê solo tocando baixo e a entrada do show era 2 kg de alimento. E voltei para repetir, já fiz essa turnê três vezes. As pessoas levam o alimento, eu entro em contato com ONGs e órgãos de saúde e consigo doar os alimentos. E a “chave” estava aí, porque com isso eu pude acompanhar a ação dessas entidades nas favelas e doar alimentos de forma nobre. Pois isso deve ser feito com respeito, da forma correta. Não estou querendo dar uma de Deus todo-poderoso, sou um sujeito simples que mora no meio do mato [N. do E.: Magnus mora nos arredores de Gotemburgo, numa casa isolada no meio da floresta]. Por isso, fiz isso tudo com respeito, pois fiquei pensando: “e se fosse eu que tivesse o azar de nascer nessa situação de dificuldade?” Concluí que poderia utilizar minha experiência para divulgar para o mundo o que está acontecendo. Quando faço palestras na Suécia, conto às pessoas lá sobre isso. Digo como é interessante ajudar outras pessoas. Inclusive, no fim, vemos que elas não são diferentes. São pessoas que vivem uma situação difícil. Sei que mesmo que eu tocasse um monte e ganhasse, sei lá, uma tonelada de alimento, sei que ainda não seria nada. Não é nem um grão de areia no deserto do Saara. Tenho ciência disso. Mas é um grão de areia dado de bom grado. É pouco, mas ajuda alguma coisa. Sei que é necessário fazer mais, mas estou tentando fazer alguma coisa. Faço com prazer. Não sou melhor do que ninguém, faço com prazer.</p>



<p><strong>A primeira turnê foi em que ano? Você se lembra?</strong></p>



<p>Acho que por volta de 2000. A primeira com o HammerFall foi em 1999 [N. do E.: na turnê <em>Templar World Crusade</em>, com o primeiro show da banda na Cia do Brasil, em São Paulo, dia 31/03/1999], então acho que minha primeira turnê [solo] foi em 2000 ou no final de 1999. Não me lembro. Mas sei que a ideia surgiu depois da turnê com o HammerFall.</p>



<p><strong>Atualmente, você se dedica muito a esses projetos de doação e caridade. Essa primeira turnê solo de 1999-2000 poderia ser considerada o pontapé inicial desses projetos?</strong></p>



<p>Talvez pudéssemos dizer que sim. Quando começamos a ganhar fama no HammerFall, comecei a entrever também a possibilidade de realizar obras de caridade. Era algo que eu queria muito fazer. Comecei fazendo isso em minha cidade [Gotemburgo], mais voltado para crianças, mas também para mulheres vítimas de agressão física masculina. Para mim, é bom que os próprios homens levantem essa bandeira e digam “não bata em mulher”.</p>



<p><strong>Esse tipo de coisa acontece na Suécia? Algo que me marcou muito foi o episódio com o vocalista do HammerFall, Joacim Cans, em 2002. Ele foi agredido com um soco e uma garrafada em um bar de Gotemburgo, levou 25 pontos no rosto. É difícil acreditar que, de todos os lugares onde isso poderia ter acontecido, foi justamente na Suécia.</strong></p>



<p>Temos crimes como esse. Dá nojo. Foi antes de gravarmos o <em>Renegade</em>. [N. do E.: <em>Renegade</em> é de 2000. Na verdade, foi antes de <em>Crimson Thunder</em>, de 2002]. Se você olhar bem no clipe de &#8220;Hearts on Fire&#8221; [do disco <em>Crimson Thunder</em>], dá para ver que ele ainda tinha as marcas da agressão, ele havia acabado de sair do hospital [N. do E.: o episódio aconteceu dia 10 de agosto de 2002, e a gravação do clipe, que estava agendada para o dia 14 do mesmo mês, precisou ser adiada para os dias 19 e 20. Joacim ainda estava com pontos no rosto, e o olho inchado e escoriado.]</p>



<p><strong>Aqui no Brasil, vemos Suécia, Noruega e Finlândia como modelos de país a serem seguidos, seja na saúde, educação, cultura, em basicamente tudo, inclusive (e, talvez, principalmente) na segurança. É um pouco estranho, para nós, ouvir que esse tipo de coisa acontece por lá. Casos como o de Varg Vikernes, do Burzum, parecem não se encaixar nos moldes que imaginamos para esses países.</strong></p>



<p>Isso tudo dá nojo. Para mim está claro que pessoas como essas têm algum tipo de perturbação mental. Esse tipo de coisa doentia infelizmente pode vir a acontecer. E algo vem mudando em nosso país. Acho que temos o maior índice de violência da Europa [N. do E.: esses números podem sofrer alguma variação a depender do sistema de estatísticas utilizado. Pela <a href="https://www.numbeo.com/crime/rankings_by_country.jsp?title=2023&amp;region=150">contabilização da Numbeo</a>, o primeiro lugar é da Bielorrúsia. A Suécia está em 4º lugar no rank de países com maior número de crimes, em 2023. Mas vale notar que Magnus não usa a palavra “crime”, e sim “violência”]. Como isso acontece? Os líderes, os dirigentes do país fazem escolhas. Talvez eles não consigam entender o que está acontecendo; ou talvez entendam, e queiram, de propósito, causar uma situação tal que justifique proporem depois alguma mudança. Que normalmente todos negariam, mas quando o país vai mal, todo mundo pensa “não quero isso para mim”. Aí os políticos propõem medidas que não teriam como propor antes. Não dou certeza, mas claramente é uma possibilidade, porque não é possível que as pessoas que conduzem o país sejam tão burras e desinformadas. Portanto, alguma razão deve haver. Mas essas coisas relacionadas a poder vêm acontecendo em muitos países. Hoje em dia, temos essa prevalência do digital, inclusive no dinheiro, que está virando apenas digital, e isso me dá um pouco de medo. Porque o sistema elimina o dinheiro físico e deixa o digital. Ora, então não sou o dono de meu dinheiro: o banco é. Eu é que trabalho, dou duro, mas no fim preciso da autorização deles [do banco] para saber se posso ter esse dinheiro. Se quero comprar um carro, eles me perguntam para que quero o dinheiro, como vou usar etc. Mas como, em que e por que vou usar <em>meu</em> dinheiro é problema meu, não do banco. É assim que vejo. Porque eles fazem assim [gesticula, mostrando uma mão se aproximando lentamente do braço], e um dia fazem assim [gesticula, mostrando algemas prendendo o braço].</p>



<p>Se o povo diz “não gostamos dessa forma”, eles precisam acreditar em nós. Temos o direito de sermos ouvidos, de sermos inocentes até que se prove o contrário. Mas bancos e políticos nos tratam como se fôssemos criminosos, eles agem assim: “precisamos apertar aqui, porque vocês são todos criminosos em potencial”. É aquela coisa de deixar o problema ficar tão ruim a ponto de aceitarmos as soluções controversas que propõem. É um jogo de xadrez que fazem conosco. Eles propõem uma solução que você não tem como recusar. Se você está “preso” e não tem como recusar, acha que a solução vai beneficiar a quem? Por isso, é importante que todos comecemos a questionar, pois perguntas levam a respostas. Como entender algo se não questionamos? Vejo dessa forma. É perguntar, querer saber o porquê. Se todos começarmos a fazer isso, tudo ficará mais claro. Mas quem está no poder vai tentar te enrolar. Vão dizer que, se você questionar, então você é racista, odeia estrangeiros ou qualquer balela desse tipo. Não é assim. Precisamos questionar para conseguir entender. E temos o direito de entender, porque é nosso mundo. Esse mundo pertence a todos. Essa é minha opinião. Outras pessoas talvez tenham uma opinião diferente, mas essa é a minha.</p>



<p>Vejo os seres humanos como se fossem parte de um quebra-cabeça. Eu tenho essa pecinha aqui, você tem outra pecinha, aquele sujeito ali tem outra peça do quebra-cabeça. Todo mundo tem uma peça. Se agirmos como irmãos, conseguiremos completar o quebra-cabeça juntos. Porque separadamente não dá para completar, vai faltar peça. Mas se nos tratarmos como amigos, como irmãos, aí conseguimos unir as peças e completar o quebra-cabeça, e finalmente conseguimos visualizar a imagem completa. Mas às vezes, os governos nos dividem. Eles fazem com que fiquemos uns contra os outros, e aí nunca conseguimos completar o quebra-cabeças. Isso acontece em muitos países. Por isso, é preciso questionar: o que está acontecendo? Tenho orgulho de ser cidadão do planeta Terra, vamos trabalhar juntos. No fim, precisamos de paz, amor e compreensão.</p>



<p>Por isso, me envolvi nisso [nesses projetos sociais e de conscientização] e em outros projetos também. Também fiz projetos pessoais meus, para conseguir ganhar dinheiro e me sustentar. Mas gosto muito de projetos humanitários. Quando alguém me chama para participar de um projeto assim, se eu acreditar na proposta e tiver tempo, então aceito. Esta turnê aqui é justamente esse caso, para ajudar a lançar os holofotes sobre o Tree of Life.</p>



<p><strong>E que projeto é esse, “Tree of Life” (Árvore da Vida)?&nbsp;</strong></p>



<p>“Árvore da Vida” refere-se ao milagre da vida. Porque é um milagre. Quanto mais você pensa a respeito, mais se toca de que é um milagre. O começo, nós sabemos: ali, no nascimento de tudo, o espermatozoide fertiliza o óvulo. Mas o que vem depois&#8230; milhões de células sabem que devem começar a criar uma parte do pé. As células sabem disso. Outros milhões de células sabem que vão criar um olho, um cérebro, um estômago, uma perna. É como se fosse um mapa. E somos perfeitos. Nossos espíritos trazem essas tonalidades diferentes de personalidade. A cor da pele não importa; é a cor, a tonalidade do espírito que importa. Quando você começa a pensar nisso, você vê que acontece a mesma coisa com os elefantes, os peixes, os pássaros. Essa coisa da criação é fantástica e ninguém consegue explicar. Você pode até dizer “eu acredito nisso ou naquilo”, mas aí é uma crença. Saber mesmo, é outra coisa. Enfim, a turnê “Árvore da Vida” tenta voltar nossa atenção a esse milagre, indicando que precisamos ter cuidado com nosso mundo. Aqui no Brasil, e na África também, o pessoal desse projeto vem trabalhando há 30 (trinta) anos para resolver o problema do solo seco, quando chove menos. São períodos, claro. Mas como podemos ajudar nessa questão? Como armazenar e reutilizar a água da chuva? Porque quando chove, a água é absorvida pela terra, e logo tudo fica seco de novo. Bem, o pessoal desse projeto trabalha com placas especiais que conduzem a água da chuva até o subsolo, onde é armazenada em cisternas. Com isso, você conserva a água das chuvas, podendo utilizá-la para regar a vegetação e consumir apenas uma parcela do estoque total, o que significa que você economiza bastante no consumo de água [N. do E.: a ideia é estocar a água do período de chuvas para utilizá-la nas estações de seca]. Atualmente, creio que já foram construídas 1.300.000 cisternas no Brasil, e já começam a exportar esse projeto para certos países da África. Nesse projeto, Bengt [Carlsson, sueco que trabalha com o projeto no Brasil, e que chamou Magnus para ajudar a divulgá-lo] é o motor do programa e eu sou a buzina: “aqui, pessoal, olhem para cá”, meio que chamando a atenção ao programa por meio da música. Quando você envolve a cultura, como é o caso da música, você consegue uma atenção diferenciada, pois alcança pessoas que de outra forma não prestariam atenção ao tema. As pessoas vêm, sentam, ouvem, querem saber que negócio é esse envolvendo um baixista de rock da Suécia, e aí falamos sobre o problema, o projeto e por que fazemos isso. A ideia está crescendo, a TV Globo nos acompanhou em Manaus, um jornal também escreveu sobre isso, eu escrevo um blog quase todos os dias sobre o assunto e ainda conseguimos divulgação na Suécia por meio de jornais e rádio. É uma forma de divulgar isso. Outros veículos já estão fazendo essa divulgação, e eu entrei para jogar luz sobre isso também, e como podemos lidar com a situação.</p>



<p><strong>Então, no momento, isso está acontecendo na Amazônia. Mas também está sendo implantado na África?</strong></p>



<p>Sim. Grande parte da África é muito, muito seca. Mas o mundo também está assim. O mundo está mudando. Parte disso é resultado da ação humana; mas outra parte, não. O deserto do Saara, na África, um dia teve água. É possível encontrar fósseis de baleia no Saara, porque um dia ali havia água. Hoje, já não há mais. É possível encontrar traços civilizatórios da antiguidade, como se fosse um tipo de Grécia Antiga, só que no Saara, a 100 metros sob a superfície. Isso porque o nível do mar sobe e desce periodicamente, no decorrer de longas eras. A Antártida às vezes tem mais gelo, como acontece na idade do gelo; e, às vezes, tem menos gelo. É muito importante falar sobre isso ao se falar sobre mudanças climáticas, pois os seres humanos destroem a Terra com plástico e coisas do tipo, mas também é preciso falar sobre a parte não humana, pois às vezes as duas coisas podem estar acontecendo ao mesmo&nbsp;tempo. Pode haver uma curva climática, mas também precisamos ter cuidado com nosso mundo, para que nossas escolhas sejam a melhor solução para a natureza, os animais e os próprios seres humanos.&nbsp;</p>



<p><strong>De onde vêm os recursos para esses projetos?</strong></p>



<p>Bengt trabalha com isso há mais de 30 anos. Ele já veio ao Brasil muitas vezes [N. do E.: em 1993 ele já vinha ao Brasil para acompanhar o programa “Um milhão de cisternas”], e também é o motor disso na África. Ele trabalha com pessoas na Suécia, no Brasil, na África, ou seja, é um grupo de pessoas fazendo esse trabalho. E eles trabalham de maneiras diferentes, algumas pessoas constroem, algumas pessoas patrocinam, é como uma operação multifatorial.</p>



<p><strong>Existe algo que as pessoas comuns podem fazer para ajudar?</strong></p>



<p>Sim, claro, acho que todos podem ajudar. Mesmo que você só ajude um pouco, pode fazer escolhas melhores quando comprar algo. É algo pequeno, mas se mais pessoas se inspirarem e pensarem “de repente é melhor não ir no McDonald&#8217;s, talvez seja melhor escolher outro tipo de empresa”, você evitar ir ao McDonald&#8217;s e come hambúrguer em outro lugar. Quando você começa a escolher melhor, você inspira os demais. Acho que as más escolhas nos inspiram de maneira ruim. É como um sintoma. Se você anda com pessoas ruins, você pode ser influenciado por elas. Mas se você convive com pessoas boas, você também recebe as influências delas. Quando as pessoas começam a falar mais abertamente, mesmo que seja algo pequeno, tipo “não, obrigado, prefiro escolher essa empresa aqui”, alguma coisa acontece. Pode ser que outra pessoa pense: “é, talvez você tenha razão. Vou fazer isso também”. Aí a coisa se espalha. Acredito nisso. Principalmente as pessoas mais jovens hoje, acho que muitos entendem que há algo errado com nossa estrutura. Quando temos mais experiência de vida, acho que se começarmos a fazer escolhas melhores, outras pessoas podem começar a fazê-las também, pelo menos é o que acredito.</p>



<p><strong>Fazer pelo exemplo.</strong></p>



<p>Sim. Claro que, se olharmos pelo aspecto financeiro, então é importante investir dinheiro em projetos que darão a esse dinheiro a destinação correta. Muitas organizações têm carros novos, escritórios caros, salário alto para os funcionários. Não gosto disso. Se alguém doar dinheiro a uma empresa, esse dinheiro deve se destinar ao problema que estão tentando solucionar, não para sustentar organizações de grande porte. A organização não deve <em>ganhar</em> dinheiro, ela deve ajudar a resolver o problema <em>a partir</em> do dinheiro que recebe.</p>



<p><strong>Onde as pessoas podem saber mais sobre o projeto Tree of Life/Árvore da Vida?</strong></p>



<p>Quem quiser ajudar, pode me contactar por meu website, MagnusRosen.com, ou utilizando minha página no Facebook. Eu então repasso as informações, ou Bengt pode fazê-lo, pois ele mantém contato direto com esses atores no Brasil. Ou seja, se alguém quiser contribuir financeiramente, o dinheiro não vai para mim nem para Bengt. Repassamos as informações referentes a quem trabalha diretamente conosco no próprio local. Tudo bem transparente, isso é o mais importante.</p>



<p><strong>Gostaria de dizer mais alguma coisa?</strong></p>



<p>É importante ter sonhos, visões e esperança para o futuro. É importante ver o lado da sombra para que você consiga colocar o pé no lado onde bate a luz. Portanto, me despeço com essas últimas palavras: acredite em si mesmo. Isso é importante.</p>



<p><strong>E você faz o que fala.</strong></p>



<p>Sim, dedico tempo a lutar por meus sonhos, e tento não ter medo. Se você mora em um país em que, se sua tentativa não vingar, você quebra, aí lógico que é mais complicado. Tive a sorte de ter uma mãe que acreditava. Ela me dizia: “se quiser algo, batalhe para isso acontecer, não tenha medo”. Por isso, não me importo que outros músicos digam “baixista solo, que besteira é essa?” Não me importo, a vida é minha. Tenho orgulho dela, fiz muitas coisas positivas. Não me importo que pensem “mas você é um baixista de rock, para que fica aí tocando esses outros estilos de música?” Porque a vida é minha. Faço o que quero dela. Isso é que significa ser rock n’ roll.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<p><strong>Site oficial de </strong><a href="https://magnusrosen.com/">https://magnusrosen.com</a>&nbsp;</p>



<p><strong>Site da banda Magnus Rosén Band (MRB)</strong>: <a href="https://magnusrosenband.com/">https://magnusrosenband.com</a>&nbsp;</p>



<p><strong>Facebook</strong>: <a href="https://www.facebook.com/magnusrosenswe">https://www.facebook.com/magnusrosenswe</a></p>



<p><strong>Instagram</strong>: <a href="https://www.instagram.com/magnusrosenofficial/">https://www.instagram.com/magnusrosenofficial</a>&nbsp;</p>



<p><strong>Livro de Magnus</strong> (em sueco): <a href="https://avelibooks.se">https://avelibooks.se</a>&nbsp;</p>
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		<title>Entrevista &#8211; Tony Bellotto (Titãs)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 02:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[titas]]></category>
		<category><![CDATA[Tony Bellotto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A banda Titãs está prestes a completar 40 anos de carreira e após se apresentar</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A banda Titãs está prestes a completar 40 anos de carreira e após se apresentar em Salvador em janeiro com a turnê Titãs Trio Acústico, o grupo toca em Março no interior da Bahia em Itabuna e Vitória da Conquista. Aproveitando a passagem deles pelo estado, o BahiaRock conversou com o guitarrista Tony Bellotto para falar um pouco sobre a nova gravadora, o novo projeto acústico e muito mais. Confiram:</p>
<h4>A banda acabou de assinar com a gravadora BMG Brasil. Qual o motivo da mudança e qual a importância de uma gravadora em tempo de streaming de música e diminuição da renda com venda de discos?</h4>
<p>Uma gravadora é sempre importante para a divulgação e comercialização de um projeto, e a BMG está causando uma revolução no mercado brasileiro, pois trabalha com parâmetros europeus e inovadores, adequados aos novos tempos e transformações que a internet impôs ao mercado do disco. Portanto essa parceria promete novos e imensos horizontes para os Titãs.</p>
<h4>Aproveitando a deixa sobre a venda de discos, o que vocês acham da mídia física e da volta do vinil? Existem planos de relançamento dos discos da banda no formato?</h4>
<p>O vinil é muito poderoso, e conseguiu resistir às transformações, permanecendo como um formato cultuado e charmoso. Sempre cuidamos de proporcionar versões em vinil de nossos trabalhos mais recentes, e não será diferente com o Titãs Trio Acústico.</p>
<h4>A banda está em turnê em formato acústico. Como surgiu essa ideia e como está sendo voltar a tocar nesse formato?</h4>
<p>A ideia surgiu casualmente. Fãs nos cobravam desde 2017 uma comemoração dos 20 anos do Titãs Acústico MTV, nosso disco de maior sucesso comercial (e de maior sucesso comercial também de todos os Acústicos MTV gravados no Brasil), mas estávamos ocupados produzindo e gravando nossa ópera rock Doze Flores Amarelas. Em 2019 decidimos fazer alguns shows acústicos, pequenos em teatros para comemorar a data. Foi então que tivemos a ideia de fazer um show diferente daquele de 1997, mais intimista e essencial agora, com o diferencial de que agora falamos com o público e contamos muitas histórias da carreira e de como algumas músicas foram compostas. O formato teve uma receptividade tão boa, que não paramos mais de fazer esse show, e estamos agora gravando um cd e preparando a produção de um DVD para registrá-lo.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" data-attachment-id="11792" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-tony-bellotto-titas/titas-foto/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-foto.jpg?fit=500%2C369&amp;ssl=1" data-orig-size="500,369" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="titas-foto" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-foto.jpg?fit=500%2C369&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-11792 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-foto.jpg?resize=450%2C332&#038;ssl=1" alt="" width="450" height="332" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-foto.jpg?resize=450%2C332&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-foto.jpg?resize=86%2C64&amp;ssl=1 86w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-foto.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>A banda vai lançar também um novo disco/projeto acústico. Falem um pouco a respeito, quando vai ser lançado, qual o formato, quantas músicas&#8230;</h4>
<p>Como eu disse, a BMG está preparando um lançamento especial, e esse trabalho se dividirá em três etapas distintas até o final do ano. Aguardem e verão (e ouvirão!)</p>
<h4>O grupo tocou em Salvador em janeiro e vai se apresentar pelo interior da Bahia agora em março. O que vocês acham do público baiano? Acham que existe diferença da capital para o interior?</h4>
<p>O público baiano é em geral muito receptivo, carinhoso e festivo, independente da localização geográfica. Amamos a Bahia, desde a efervescência de Salvador à sofisticação de Vitória da Conquista, que sempre nos surpreende e aumenta nosso orgulho de fazer parte de uma nação tão diversificada e rica culturalmente.</p>
<h4>O Titãs está prestes a completar 40 anos e passou por diversas mudanças de formação. O que motiva vocês a seguir com a banda e o que os fãs podem esperar do futuro do grupo?</h4>
<p>O que nos motiva é o amor ao trabalho, e nossa determinação de encarar os desafios e superar as diversidades. O futuro não se sabe, mas estamos sempre criando coisas novas e que nos surpreendam.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="11795" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-tony-bellotto-titas/titas-acustico/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-acustico.jpg?fit=400%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="400,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="titas-acustico" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-acustico.jpg?fit=400%2C500&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-11795 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-acustico.jpg?resize=360%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="360" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-acustico.jpg?resize=360%2C450&amp;ssl=1 360w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-acustico.jpg?w=400&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></p>
<h4>Os Titãs já chegaram a ter 9 integrantes, agora está com 3 (no trio). Quais as vantagens e desvantagens de ter uma banda mais enxuta?</h4>
<p>Olha, as vantagens de uma banda mais enxuta são inúmeras: menos gente para dividir o dinheiro e mais facilidade para tomar decisões, por exemplo. Mas não são esses os motivos que nos conduziram de um octeto a um trio. O fato é que as coisas aconteceram assim e o que mais nos surpreende é que a essência dos Titãs permanece intacta.</p>
<h4>O rock brasileiro teve auge nos anos 1980 e se manteve relevante nos anos 1990. Como vocês enxergam o gênero hoje em relação a bandas e público no país?</h4>
<p>O rock passa por uma crise existencial. No mundo todo. Mas ele continua sendo um poderoso agente de transformação, muito necessário nesses tempos trevosos que vivemos. De nossa parte, o rock continua mais vivo e atuante do que nunca!</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="11794" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-tony-bellotto-titas/titas-foto2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-foto2.jpg?fit=500%2C333&amp;ssl=1" data-orig-size="500,333" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="titas-foto2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-foto2.jpg?fit=500%2C333&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-11794 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-foto2.jpg?resize=450%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="450" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-foto2.jpg?resize=450%2C300&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2020/03/titas-foto2.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>Em 2019 a cantora Érika Martins gravou a música &#8220;A Verdade Liberta&#8221; de autoria de Sérgio Britto e ela participou do show do Titãs no Rock in Rio. Como surgiu essa parceria?</h4>
<p>A Érika e o marido dela, o Gabriel, são amigos de longa data, roqueiros de primeira linha cuja atuação responde à sua pergunta anterior. É por causa de artistas como a Érika que o rock brasileiro permanece vivo e vigoroso.</p>
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		<title>Entrevista &#8211; Edu Falaschi &#8211; Moonlight Celebration</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2020 01:25:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Edu Falaschi]]></category>
		<category><![CDATA[MOONLIGHT CELEBRATION]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ingressos à venda pelo link: https://www.ingressorapido.com.br/event/32857-1/d/66906/s/349119 Edu Flaschi está de volta à Salvador, dessa vez</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-edu-falaschi-moonlight-celebration/">Entrevista &#8211; Edu Falaschi &#8211; Moonlight Celebration</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Ingressos à venda pelo link: <a href="https://www.ingressorapido.com.br/event/32857-1/d/66906/s/349119" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.ingressorapido.com.br/event/32857-1/d/66906/s/349119</a></p></blockquote>
<p>Edu Flaschi está de volta à Salvador, dessa vez para uma apresentação acústica do seu projeto chamado MOONLIGHT CELEBRATION. Aproveitando a oportunidade o BahiaRock trocou uma ideia com o multi-instrumentista, compositor e ex-vocalista da banda Angra para saber o que esperar da apresentação que acontece no dia <a href="https://www.bahiarock.com.br/edu-falaschi-ex-angra-faz-apresentacao-acustica-em-salvador/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">24 de Janeiro de 2020</a>, durante a turnê que vai passa por 15 cidades brasileiras. Confira a entrevista:</p>
<h4>Nos últimos anos você vem sendo um dos artistas mais atuantes do metal nacional. Como veio a Ideia de um projeto acústico?</h4>
<p>Eu já tenho esse projeto desde 2016. Gravei um cd acústico chamado Moonlight, mas o momento certo veio agora, na minha carreira solo!</p>
<h4>Como foi o processo de transformação das músicas? Houve alguma que quis pôr no set, mas não ficou boa?</h4>
<p>A maioria das músicas que compus para o Angra foram feitas no violão ou piano, então o DNA acústico já existe. Mas algumas tive mesmo que adaptar e às vezes não dava, não ficava natural.</p>
<h4>Na sua visão, quais as características que precisa ter uma música para que funcione de forma acústica?</h4>
<p>Uma harmonia rica e uma melodia poderosa!</p>
<h4>O set cobre sua carreira nas bandas e projetos por quais passou. Há possibilidade de compor músicas específicas acústicas para outro projeto do tipo?</h4>
<p>Eu componho músicas lentas e acústicas para os meus discos normalmente, mas para o Moonlight a intenção é fazer releituras.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="11276" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-edu-falaschi-moonlight-celebration/attachment/11276/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/12/7_1576115202_2e8d7eabe6f0e4925eab0cd94c06e9fa.jpg?fit=500%2C707&amp;ssl=1" data-orig-size="500,707" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/12/7_1576115202_2e8d7eabe6f0e4925eab0cd94c06e9fa.jpg?fit=500%2C707&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-11276 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/12/7_1576115202_2e8d7eabe6f0e4925eab0cd94c06e9fa.jpg?resize=318%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="318" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/12/7_1576115202_2e8d7eabe6f0e4925eab0cd94c06e9fa.jpg?resize=318%2C450&amp;ssl=1 318w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/12/7_1576115202_2e8d7eabe6f0e4925eab0cd94c06e9fa.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 318px) 100vw, 318px" /></p>
<h4>2020: quais os novos projetos de Eduardo Falaschi?</h4>
<p>Esse ano vai ser incrível! Em breve lançarei meu DVD com a Orquestra Bachiana Filarmônica, regida pelo maestro João Carlos Martins, que gravei em São Paulo para 4 mil pessoas. Também lançarei um CD de inéditas na pegada que fazia com o Angra. Farei shows para divulgar o DVD e o CD e mais shows do Moonlight. E tem mais umas coisas que eu ainda nao posso revelar!</p>
<h4>Como recebeu a notícia da morte de André Matos? Qual a importância ele tinha para esse cenário?</h4>
<p>Como todo mundo, fui pego de surpresa, muito triste. O André era uma grande ícone da musica e fará muita falta!</p>
<h4>Você vai receber participações especiais durante a tour. A exemplo do ex-cantor do e/Calcinha Preta para executarem Bleeding Heart. Como surgiram essas participações?</h4>
<p>Eu adoro adicionar coisas novas aos meus trabalhos. Já cantei com Milton Nascimento, Kai Hansen, Tarja, etc! Quando lancei minha turnê acústica achei o momento ideal para chamar o Daniel, pois ele gravou com o Calcinha Preta, há 16 anos atrás uma versão acústica e em português da Bleeding Heart. Essa turnê também é acústica e começa pelo Nordeste, então foi natural pra mim pensar no Daniel para enfim estarmos dividindo um momento que ficará marcado na história da música e na lembrança dos fãs! Sei que é algo muito inusitado e de certa forma ousado pela grande diferença entre os estilos, mas o principal nós temos em comum, o amor pela música!</p>
<h4>O mercado nacional de heavy metal tem espaço para projetos que explorem outras nuances musicais, tais quais acústicos e congêneres?</h4>
<p>Sempre teve, existem muitos acústicos desde sempre, shows com orquestra, shows de todos os tipos, o rock é liberdade!</p>
<h4>Deixe uma mensagem aos fãs soteropolitanos do Bahia Rock e convide a cidade para seu show dia 24/01.</h4>
<p>Venham conferir esse lindo espetáculo, com músicos do jazz e erudito me acompanhando. Vocês vão se emocionar ao ouvir os clássicos que fizeram parte de seu crescimento em um formato nostálgico e muito requintado.</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-edu-falaschi-moonlight-celebration/">Entrevista &#8211; Edu Falaschi &#8211; Moonlight Celebration</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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		<title>Entrevista Geo Benjamin (Alquímea)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2019 02:59:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[alquímea]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Rock Concha]]></category>
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		<category><![CDATA[Rock Concha]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Concha 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Garanta seu ingresso para o festival: https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977 Aproveitando a realização do Festival Rock Concha, o BahiaRock</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-geo-benjamin-alquimea/">Entrevista Geo Benjamin (Alquímea)</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Garanta seu ingresso para o festival: <a href="https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977" target="_blank" rel="noopener">https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977</a></p></blockquote>
<p>Aproveitando a realização do <a href="http://www.bahiarock.com.br/festival-rock-concha-2019-acontece-dias-13-e-14-de-julho/">Festival Rock Concha</a>, o BahiaRock realiza uma série de entrevistas com as bandas do evento. Quem conversa com a gente agora é Geo Benjamin, vocalista, guitarrista e líder da banda <a href="http://www.bahiarock.com.br/tag/alquimea/">Alquímea</a> – que se apresenta no 2º dia do festival. Confiram:</p>
<h4>O Rock Concha completa 30 anos e vocês voltando a essa casa depois de muito tempo&#8230; Quais lembranças você tem da última vez que tocou lá?</h4>
<p>É a primeira vez que a Alquímea participa do Rock Concha, o que nos deixa muito felizes em estar em um evento tão grandioso como esse. Já em relação ao local, Concha Acústica do TCA, já não faz tanto tempo assim que estivemos lá. Nos apresentamos neste espaço com Humberto Gessinger em Julho de 2018, com Pity em Julho de 2017 e com o artista mineiro Beto Guedes em Outubro de 2016. As minhas lembranças mais antigas me levam ao final da década de 70 quando ainda integrante da banda Mar Revolto. Tive várias experiências em tocar nesse lugar consagrado à música, aos grandes eventos de rock, além de ter sido o palco onde Raul Seixas fez o seu último show na Bahia.</p>
<h4>Quais suas últimas experiências com as bandas que irão tocar no festival? Alguma memória especial acerca de Ratos de Porão e o Camisa de Vênus?</h4>
<p>No início dos anos 80 a banda Mar Revolto se desfez, depois de alguns anos divulgando o seu trabalho no país, principalmente no eixo Rio-SP-BH. Foi nesse período que entrou em cena em Salvador o Camisa de Vênus, anunciando o punk na Bahia, com um rock básico e visceral, tendo à frente a postura irreverente do Marcelo Nova que conquistou de cara toda a juventude roqueira. O Camisa era o novo chegando. A contribuição do Camisa na cena rock brasileira é incontestável, ainda mais por Marcelo ter proporcionado aos fãs e seguidores, as últimas apresentações do Raul Seixas no Brasil, que estava fora dos palcos há alguns anos. Apesar de conhecer alguns integrantes da banda, nunca tivemos qualquer experiência musical. Nesse período, fui morar no Rio, onde trabalhei com produção musical em estúdio. Já a banda Ratos de Porão, acompanhei parte da sua trajetória, pois era contemporânea do Mar Revolto, e nos dias de hoje é uma das maiores bandas de rock do país.</p>
<h4>Essa revitalização do Festival Rock Concha traz quais benefícios pra cena? O que está acontecendo hoje em Salvador em se tratando de Rock/Metal é promissor?</h4>
<p>Importantíssimo essas edições anuais do Rock Concha, não só pro rock da Bahia mas sobretudo pro rock nacional, que ganha com esse privilegiado espaço para se expor. Importante manter viva essa chama, estimulando esse segmento tão difícil de ser mostrado, pelo menos no que se refere às mídias tradicionais. Mas, felizmente, com advento da internet, caem por terra a maioria desses obstáculos. Atualmente o rock na Bahia tem dificuldade de se mostrar. Existem poucos espaços e esses sem uma condição técnica adequada para se fazer um bom show, salvos alguns. No momento se percebe uma movimentação de músicos e pessoas afins ao segmento, na intenção de estimular a cena local, a exemplo do Clube dos Bons Sons que realiza o projeto Rock na Rua, que leva músicos e bandas para se apresentarem nas avenidas e ruas de Salvador; da Gato Preto Filmes que investe em documentar e divulgar shows e eventos através de vídeo filmagens; e do Palco do Rock que durante o carnaval realiza esse evento anual tão importante na Bahia. Recentemente tivemos o São Félix Rock Festival, realizado na cidade de São Félix que já tá servindo de exemplo para que produtores de outras regiões promovam eventos dessa natureza em suas cidades.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="9584" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-geo-benjamin-alquimea/alquimea-foto/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Alqui%CC%81mea-foto.jpg?fit=500%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="500,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Alquímea-foto" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Alqui%CC%81mea-foto.jpg?fit=500%2C500&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-9584 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Alqui%CC%81mea-foto.jpg?resize=450%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="450" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Alqui%CC%81mea-foto.jpg?resize=450%2C450&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Alqui%CC%81mea-foto.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Alqui%CC%81mea-foto.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>Vocês estão preparando algo especial para o evento? O que o fã de vocês pode esperar do show?</h4>
<p>Vamos mostrar músicas do primeiro CD (Flower Power) e músicas desse novo CD (Novas Cores) que está em fase de finalização, além de alguns clássicos de alguns autores a exemplo de Raul Seixas e Jimi Hendrix.</p>
<h4>Quais as principais diferenças entre tocar num Festival desse porte e fazer um show específico da banda? Quais estratégias usam para lidar com o público?</h4>
<p>Em se tratando da parte musical e vontade de tocar, para nós não existe diferença. Ensaiamos com volume alto como se estivéssemos em um show. Tocamos com vontade e, em se tratando do Rock Concha, acredito que vamos soar melhor e mais pesado ainda pois estaremos conectados com o público. Não temos estratégias para com o público. É só ligar os amps no último volume e deixar acontecer.</p>
<h4>Deixa uma mensagem ao leitor do Bahia Rock e convide seu público para ir ao Festival! De antemão, obrigado!</h4>
<p>Aproveito aqui pra agradecer ao BahiaRock a oportunidade dessa entrevista. Agradeço também à Iris Produções na figura de Irá Carvalho e ao Alexandre “Rockfreeday “ pelo convite à banda Alquímea, e dizer pra todos que não deixem de ir nos dias 13 e 14 de Julho ao Rock Concha, onde comemoraremos e celebraremos a edição de 30 anos deste festival que enriquece a cena cultural e musical da Bahia.</p>
<p>E viva o Rock!</p>
<h3>Mais informações sobre o festival:</h3>
<p><a href="https://www.facebook.com/RockConcha/" target="_blank" rel="noopener">https://www.facebook.com/RockConcha/</a><br />
<a href="https://www.instagram.com/rockconcha/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/rockconcha/</a></p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-geo-benjamin-alquimea/">Entrevista Geo Benjamin (Alquímea)</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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		<title>Entrevista Pedro Pondé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2019 02:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Pondé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Garanta seu ingresso para o festival: https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977 Aproveitando a realização do Festival Rock Concha, o</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-pedro-ponde/">Entrevista Pedro Pondé</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Garanta seu ingresso para o festival: <a href="https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977" target="_blank" rel="noopener">https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977</a></p></blockquote>
<p>Aproveitando a realização do <a href="http://www.bahiarock.com.br/festival-rock-concha-2019-acontece-dias-13-e-14-de-julho/">Festival Rock Concha</a>, o BahiaRock realiza uma série de entrevistas com as bandas do evento. Agora é a vez de conversar com Pedro Pondé – que se apresenta no 2º dia do festival. Confiram:</p>
<h4>O Rock Concha completa 30 anos e vocês voltando a essa casa depois de muito tempo… Quais lembranças você tem da última vez que tocou lá?</h4>
<p>Primeiro quero dar os parabéns ao Rock Concha, não só pelo alto nível do evento, pela visibilidade que dá, pela imensa importância que tem pra cena de rock da Bahia e do Brasil, mas também por se manter durante tanto tempo. Sei o quanto é difícil produzir eventos, um dessa grandeza então demanda muito trabalho e muita persistência. A última vez que toquei no Rock Concha foi em 2015, na época eu ainda estava na Scambo e o evento aconteceu no Clube Espanhol por conta das obras da reforma que ocorreu na Concha. O sentimento dessa vez, em carreira solo, é de como se fosse a primeira vez, e de certa forma é, é muito bom voltar ao Rock Concha, uma honra, principalmente compartilhando o palco com tantas bandas fundamentais, e no momento que o festival retorna ao seu local de origem.</p>
<h4>Quais suas últimas experiências com as bandas que irão tocar no festival? Alguma memória especial acerca de Ratos de Porão e o Camisa de Vênus?</h4>
<p>Qualquer admirador do rock brasileiro tem uma relação de respeito e de admiração pela Ratos de Porão e pelo Camisa de Vênus, ambas são pilares do que chamamos de rock brasileiro. As duas com personalidade marcante, discursos contundentes, combativos, mais necessários do que nunca. As duas com vocalistas carismáticos, autênticos e sem papas na língua. O Planet Hemp pra mim, apesar de surgir depois, também tem uma importância muito grande. Surgiu na época em que o rock tava precisando de uma sacudida, veio como uma grande força da natureza, renovando, experimentando novas formas de fazer rock, misturando com o hip hop, dando espaço a gritos que ainda não tinham sido dados, tudo isso com uma irreverência incrível e letras altamente inflamáveis. Enfim, são três bandas que sempre tem muito o que dizer, principalmente no momento que o Brasil vive hoje.</p>
<h4>Essa revitalização do Festival Rock Concha traz quais benefícios pra cena? O que está acontecendo hoje em Salvador em se tratando de Rock/Metal é promissor?</h4>
<p>O Rock Concha já vem revitalizando a cena pelo simples fato de existir. É importante mostrar a força que o Rock tem, e num dos melhores espaços que Salvador oferece, o rock merece. É uma oportunidade de realizar esse grande encontro, uma reverência a quem construiu e também um sentimento de boas vindas aos que estão chegando. É do mesmo modo um evento de repercussão nacional, isso é muito bom pro rock e para as bandas envolvidas.</p>
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<h4>Você está preparando algo especial para o evento? O que o seu fã pode esperar do show?</h4>
<p>Preparando um show com um pouco do que já fiz e marcou, com o que tenho feito. Terei uma banda convidada, uma participação bem especial: a <a href="http://www.bahiarock.com.br/rubatosis/">Rubatosis</a>, uma das bandas novas na cena soteropolitana que tem feito um trabalho bem consistente, que gosto muito e tenho certeza que o público também vai gostar.</p>
<h4>Deixa uma mensagem ao leitor do Bahia Rock e convide seu público para ir ao Festival! De antemão, obrigado!</h4>
<p>Valeu, Bahia Rock, pelo espaço, pela divulgação, vocês são muito importantes, fazem parte desse movimento, aos leitores, compareçam, para fortalecer as bandas e pra aproveitar esse festival que é um presente.</p>
<h3>Mais informações sobre o festival:</h3>
<p><a href="https://www.facebook.com/RockConcha/" target="_blank" rel="noopener">https://www.facebook.com/RockConcha/</a><br />
<a href="https://www.instagram.com/rockconcha/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/rockconcha/</a></p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-pedro-ponde/">Entrevista Pedro Pondé</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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		<title>Entrevista Lord Vlad (Malefactor)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2019 01:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[malefactor]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Concha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Garanta seu ingresso para o festival: https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977 Aproveitando a realização do Festival Rock Concha, o</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-lord-vlad-malefactor/">Entrevista Lord Vlad (Malefactor)</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Garanta seu ingresso para o festival: <a href="https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977" target="_blank" rel="noopener">https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977</a></p></blockquote>
<p>Aproveitando a realização do <a href="http://www.bahiarock.com.br/festival-rock-concha-2019-acontece-dias-13-e-14-de-julho/">Festival Rock Concha</a>, o BahiaRock realiza uma série de entrevistas com as bandas do evento. Em nossa segunda entrevista conversamos com Lord Vlad, vocalista e baixista da banda <a href="http://www.bahiarock.com.br/tag/malefactor/">Malefactor</a> – que se apresenta no 1º dia do festival. Confiram:</p>
<h4>O Rock Concha completa 30 anos e vocês voltando a essa casa depois de muito tempo&#8230; Quais lembranças você tem da última vez que tocou lá?</h4>
<p>Bom saber que Salvador volta a ter este festival histórico, abrindo as portas pro metal baiano. Nossa última vez lá foi abrindo um show do Sepultura, e 10 anos já se passaram. Tocar na Concha é sempre uma experiência diferente, por causa da grande estrutura e muitas pessoas vêem o show do Malefactor pela primeira vez, ou pessoas que já estão mais afastadas sentem-se convidadas pelo ótimo espaço. Ainda mais com um cast maravilhoso e democrático destes, com 2 bandas baianas históricas, com a primeira banda a lançar um disco de hardcore na América Latina (Ratos de Porão) e que foi e ainda é tão importante para a cena underground brasileira, e os pais do punk no Nordeste, Camisa de Vênus, bandas que sempre fui fã e que foram muito importantes na nossa formação dentro da música suja e pesada.</p>
<h4>Quais suas últimas experiências com as bandas que irão tocar no festival? Alguma memória especial acerca de Ratos de Porão e o Camisa de Vênus?</h4>
<p>Quero falar primeiro da experiência maravilhosa que é voltar à Concha com a Drearylands. Alguns dos músicos ali viram o Malefactor nascendo na garagem, e são grandes músicos e grandes amigos. O Ratos de Porão mudou a cena de cabeça pra baixo, quando veio do movimento punk e tomou de assalto a cena metálica à partir do “Descanse em Paz”. Vi meu primeiro show deles na turnê do “Anarkophobia”, e continuo um grande admirador de sua música e de suas idéias. Camisa de Vênus é um orgulho pessoal, e que deve ser de todos os baianos. No final da Ditadura, estes caras meteram o pé na porta das rádios. Foi a primeira vez que ouvi um palavrão num LP. <a href="https://whiplash.net/materias/melhores/199633-malefactor.html" target="_blank" rel="noopener">Fiz uma relação dos 10 discos que mais me impactaram quando adolescente</a>, e dá pra ter uma idéia do quanto o Camisa foi importante pra mim.</p>
<h4>Essa revitalização do Festival Rock Concha traz quais benefícios pra cena? O que está acontecendo hoje em Salvador em se tratando de Rock/Metal é promissor?</h4>
<p>Eu não acredito que vá mudar no aspecto de cena local. Seria maravilhoso se voltássemos a ter sempre shows na Concha de bandas locais. Acredito que será um show muito marcante, e gostaria que muitos adolescentes fossem e pudessem ver a qualidade das bandas locais e destas bandas históricas RDP e Camisa. Espero que o Festival passe a acontecer com mais frequência e o público compareça. Não é todo dia que tem um cast destes num local tão foda.</p>
<h4>Vocês estão preparando algo especial para o evento? O que o fã de vocês pode esperar do show?</h4>
<p>Ainda estamos estudando isso. Nosso set é mais curto por ser um festival. E hoje é bastante difícil conseguir liberação para usar fogo em casas de show, depois do fatídico acidente na Boate Kiss anos atrás. Seria perfeito reviver os shows de 99 e 2000 quando literalmente incendiamos o palco da Concha Acústica, mas não basta querer. O uso de pirotecnia ao vivo é bem complicado hoje em dia.</p>
<h4><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="9476" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-lord-vlad-malefactor/entrevista-malefactor2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/entrevista-malefactor2.jpg?fit=500%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="500,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="entrevista-malefactor2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/entrevista-malefactor2.jpg?fit=500%2C500&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-9476 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/entrevista-malefactor2.jpg?resize=450%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="450" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/entrevista-malefactor2.jpg?resize=450%2C450&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/entrevista-malefactor2.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/entrevista-malefactor2.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><br />
Quais as principais diferenças entre tocar num Festival desse porte e fazer um show específico da banda? Quais estratégias usam para lidar com o público?</h4>
<p>A maior diferença é que nestes locais maiores e históricos aparece muita gente nova e muita gente que anda sumida do cenário. Fora isso, é a emoção de tocar com bandas que somos admiradores. A estratégia nossa não muda muito, com exceção da parte de divulgação que é bem maior com chamadas de rádio e outdoors e busdoor, como sempre foi no Rock Concha. De resto é sempre o Malefactor fazendo metal e as pessoas que acompanham nossa carreira de 27 anos cantando as músicas e batendo cabeça. É a hora que todos nos desligamos da chatice e da pequenez de certas questões do dia a dia e trazemos arte obscura à vida. Vida sem arte não vale a pena. E precisamos valorizar a pluralidade, mesmo quando não é exatamente o nosso segmento. Precisamos valorizar a liberdade de expressão, o combate aos dogmas opressores e religiosos, valorizar a música do underground e manter a cabeça erguida mesmo nos tempos difíceis. Já vimos esta cena mudar várias vezes. 20 anos atrás todo mundo tava thrash, agora tá todo mundo querendo ser Avenged Sevenfold em português (risos). Continuamos os mesmos caras falando de magia, morte, antigos impérios e suas guerras, e seres das sombras. Metal verdadeiro, mas sem medo de quebrar regras.</p>
<h4>Deixa uma mensagem ao leitor do Bahia Rock e convide seu público para ir ao Festival! De antemão, obrigado!</h4>
<p>Ô seus escrotos, parem de ficar com essa cara de morte antecipada, e venham prestigiar estas bandas que há décadas continuam na estrada, fazendo música por devoção e não por grana. São quase 40 anos de Ratos de Porão, mesma idade de criação do Camisa de Vênus, 27 de Malefactor e 20 de Drearylands (porque não to contando a época com o nome de Shadows). Estas bandas não estarão aqui pra sempre. Nem vocês. Venham celebrar a música pesada e combativa num espaço foda, com som e luz foda… enfim… nos vemos no Rock Concha.</p>
<h3>Mais informações sobre o festival:</h3>
<p><a href="https://www.facebook.com/RockConcha/" target="_blank" rel="noopener">https://www.facebook.com/RockConcha/</a><br />
<a href="https://www.instagram.com/rockconcha/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/rockconcha/</a></p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-lord-vlad-malefactor/">Entrevista Lord Vlad (Malefactor)</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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		<title>Entrevista Leão (vocalista Drearylands)</title>
		<link>https://www.bahiarock.com.br/entrevista-leao-vocalista-drearylands/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2019 02:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Drearylands]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Rock Concha]]></category>
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		<category><![CDATA[Shadows]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Garanta seu ingresso para o festival: https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977 Aproveitando a realização do Festival Rock Concha, o</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-leao-vocalista-drearylands/">Entrevista Leão (vocalista Drearylands)</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Garanta seu ingresso para o festival: <a href="https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977" target="_blank" rel="noopener">https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977</a></p></blockquote>
<p>Aproveitando a realização do <a href="http://www.bahiarock.com.br/festival-rock-concha-2019-acontece-dias-13-e-14-de-julho/">Festival Rock Concha</a>, o BahiaRock realiza uma série de entrevistas com as bandas do evento. O primeiro a conversar com a gente foi <strong>Leão</strong>, vocalista da banda <a href="http://www.bahiarock.com.br/tag/drearylands/">Drearylands</a> &#8211; que se apresenta no 1º dia do festival. Confiram:</p>
<h4>O Rock Concha completa 30 anos e vocês voltando a essa casa depois de muito tempo&#8230; Quais lembranças você tem da última vez que tocou lá?</h4>
<p>Há 20 anos a Drearylands fez sua estreia na Concha Acústica do TCA. Na verdade, tínhamos encerrado a banda <a href="http://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-shadows/">Shadows</a> em 1998 e já estávamos trabalhando com a Drearylands, quando a produção do festival Garage Rock nos convidou para tocar na edição de 1999. Como o nome Drearylands ainda era desconhecido, combinamos de divulgar o evento com o nome Shadows e apresentamos a nova banda durante a nossa apresentação. Já no ano 2000, voltamos à Concha para o lançamento do nosso primeiro álbum “Some Dreary Songs and other tunes from the shadows”. Foram dois shows maravilhosos para a banda. Infelizmente, depois disso, o TCA nunca mais abriu espaço para as bandas de Metal se apresentarem, a não ser como abertura para bandas de outros estados. Assim será no Rock Concha, mas será uma ocasião especial voltar ao local onde tudo começou para a Drearylands.</p>
<h4>Quais suas últimas experiências com as bandas que irão tocar no festival? Alguma memória especial acerca de Ratos de Porão e o Camisa de Vênus?</h4>
<p>Malefactor é uma banda irmã. Conheço os caras desde sempre e as duas bandas sempre estiveram juntas dividindo palcos ou simplesmente prestigiando o trabalho da outra. Estive no show da Malefactor no Abril Pro Rock em Recife este ano e os caras fizeram a melhor apresentação do festival. Já os Ratos de Porão é uma paixão desde adolescência. Descobri a banda ainda na escola nos anos 80 e desde então sempre ouvi e frequentei os shows. O álbum “Brasil” ainda é um dos melhores lançamentos da história do rock. E o Camisa de Vênus foi uma das primeiras bandas de rock que acompanhei a carreira desde o início. Eu já ouvia alguns discos de bandas dos anos 70 que meu pai havia deixado em casa, mas lembro do impacto quando um primo meu comprou o compacto do Camisa com “Controle Total” e “Meu Primo Zé”. Eu tinha comprado na mesma época, 1982, o compacto da Blitz com “Você Não Soube Me Amar”, e a gente ficava ouvindo aqueles disquinhos mil vezes ao dia. Nos últimos anos, acabei podendo conviver com os guitarristas Karl Hummel e Gustavo Mullem. E nosso baterista Louis chegou a ser baterista do Camisa durante alguns anos, quando a banda contava com o vocalista Eduardo Scott no lugar de Marcelo Nova. Infelizmente, Karl faleceu em 2017, quando ele e Gustavo não faziam mais parte da banda, mas o Camisa de Vênus sempre será uma referência para mim. Minha filha ainda lembra das brincadeiras com o tio Karl&#8230;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="9467" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-leao-vocalista-drearylands/drearylands-entrevista2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/drearylands-entrevista2.jpg?fit=500%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="500,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="drearylands-entrevista2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/drearylands-entrevista2.jpg?fit=500%2C500&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-9467 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/drearylands-entrevista2-450x450.jpg?resize=450%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="450" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/drearylands-entrevista2.jpg?resize=450%2C450&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/drearylands-entrevista2.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/drearylands-entrevista2.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>Essa revitalização do Festival Rock Concha traz quais benefícios pra cena? O que está acontecendo hoje em Salvador em se tratando de Rock/Metal é promissor?</h4>
<p>Espero que o festival agora volte com força total e possa acontecer anualmente, abrindo cada vez mais espaço para as bandas locais de todos os gêneros de rock. Quanto ao cenário baiano, temos ótimas bandas em atividade, com grandes discos lançados e ótimas performances ao vivo. Musicalmente a Bahia está melhor do que nunca, o problema é a sazonalidade de público. Estamos passando por um período de baixa de público atrás de bandas underground. Espero que a garotada redescubra o prazer de estar e viver shows de rock e não fiquem apenas curtindo vídeos de 30 segundos via internet.</p>
<h4>Vocês estão preparando algo especial para o evento? O que o fã de vocês pode esperar do show?</h4>
<p>Como passamos por mais uma agrura no início do ano passado, quando Louis sofreu um infarto, e ficamos desde então trabalhando entre quatro paredes, a apresentação no Rock Concha em si já será algo especial. A volta da Drearylands aos shows. Estamos com novas músicas, lançamos recentemente o single e <a href="http://www.bahiarock.com.br/assista-efigie-novo-clipe-da-drearylands/">videoclipe da canção “Efígie”</a> e já temos alguns shows programados para o segundo semestre. Ou seja, vamos chegar à Concha com sangue nos olhos e a maior vontade de recolocar a banda nos trilhos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="9248" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/assista-efigie-novo-clipe-da-drearylands/drearylands-efigie-destaque/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/04/drearylands-efigie-destaque.jpg?fit=750%2C430&amp;ssl=1" data-orig-size="750,430" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="drearylands-efigie-destaque" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/04/drearylands-efigie-destaque.jpg?fit=640%2C367&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-9248 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/04/drearylands-efigie-destaque.jpg?resize=450%2C258&#038;ssl=1" alt="" width="450" height="258" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/04/drearylands-efigie-destaque.jpg?resize=450%2C258&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/04/drearylands-efigie-destaque.jpg?w=750&amp;ssl=1 750w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>Quais as principais diferenças entre tocar num Festival desse porte e fazer um show específico da banda? Quais estratégias usam para lidar com o público?</h4>
<p>Num evento desse porte, assim como é no Palco do Rock e como era nos festivais Garage Rock e Maniac Metal Fest, as coisas são muito corridas. A banda tem que estar pronta, então entra para tocar e sai correndo para liberar o palco para a próxima atração. A emoção fica pelo fato de cantar e tocar diante de um público maior e diverso, é tudo muito intenso e rápido. Em nossos shows em casas para 300 ou 400 pessoas, a interação é maior. Dá para curtir mais o momento, conversar com o público. Rola um olho-no-olho com a galera. Mas ambas são experiências maravilhosas, afinal a melhor coisa para um músico é tocar, seja para um público de 50 ou 5 mil pessoas.</p>
<h4>Deixa uma mensagem ao leitor do Bahia Rock e convide seu público para ir ao Festival! De antemão, obrigado!</h4>
<p>Agradeço pelo espaço e pelo apoio à Drearylands. Foi muito bom ver o Bahia Rock voltar à ativa melhor do que nunca. Espero que as pessoas se reconectem com o underground, com a música feita de coração. Convoco todo mundo a apresentar o cenário baiano e brasileiro à garotada, indicar as bandas, arrastar para os shows&#8230; hehehe. O Rock Concha será uma ótima oportunidade para isso.</p>
<h3>Mais informações sobre o festival:</h3>
<p><a href="https://www.facebook.com/RockConcha/" target="_blank" rel="noopener">https://www.facebook.com/RockConcha/</a><br />
<a href="https://www.instagram.com/rockconcha/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/rockconcha/</a></p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-leao-vocalista-drearylands/">Entrevista Leão (vocalista Drearylands)</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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		<title>Entrevista Paulão das Velhas Virgens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Pinheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Dec 2018 14:19:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Paulão]]></category>
		<category><![CDATA[Velhas Virgens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em breve teremos mais um show da Velhas Virgens em Salvadorr (infelizmente adiado para Maio</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-paulao-das-velhas-virgens/">Entrevista Paulão das Velhas Virgens</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em breve teremos mais um <a href="http://www.bahiarock.com.br/adiamento-do-evento-com-velhas-virgens-em-salvador/">show da Velhas Virgens em Salvadorr (infelizmente adiado para Maio de 2019)</a>. Para nós (e para muitos outros) esta é uma ocasião especial, pois somos fãs de carteirinha e os acompanhamos há bastante tempo. Show da Velhas é sempre um espetáculo, um grande evento e, porquê não, uma experiência de vida. Fizemos uma nova entrevista com Paulão, e agradecemos a atenção e carinho que sempre deram ao público baiano.</p>
<h4>Primeiramente, a Equipe BahiaRock gostaria de ressaltar o quanto está ansiosa para ver mais um show das Velhas Virgens. Somos fãs de longa data e estamos aqui hoje para realizar mais uma entrevista.</h4>
<p>Simbora genteeeeee&#8230;.o prazer é nosso&#8230;</p>
<h4>Vocês já tocaram boas vezes em Salvador (e ficamos felizes por isso, pois estivemos presentes em todos os shows). O que vocês acham do público baiano, da sua energia e receptividade?</h4>
<p>Alguns desavisados pensam que Salvador é apenas carnaval, Axé, Percussão&#8230; Mas antes do carnaval de rua virar este fenômeno, este mega negócio, já havia rock do bom com Raulzito&#8230; Depois com Camisa de Vênus,com cujos integrantes tive sempre uma grande proximidade. Exceto pelo Aldo, conheci todos, bebi com todos, cheguei a fazer inclusive algumas participações em shows ao vivo do Camisa&#8230;Começou quando convidamos Marcelo Nova pra cantar &#8220;De bar em Bar&#8221;, que está no nosso primeiro cd. Depois conheci o resto da gang, Gustavo Mullen, Karl Hummel e Robério Santana. Posso dizer que fiquei muito amigo de todos. Karl, quando morou em São Paulo, frequentou minha casa&#8230; Robério tocou com a gente algumas vezes&#8230; E Gustavo é um super mano com quem não tenho tido muito contato&#8230;Senti muito a morte do Karl, um dos caras mais gente boa que conheci no rock. Recentemente tocamos juntos com o Camisa em Cuiabá, então revi Robério e Marcelo que sempre foi gentilíssimo com a gente, a quem considero um amigo. Salvador é muito rock&#8217;n&#8217;roll. Temos muitos fãs aí. Talvez por causa da massificação de outros estilos de música, os roqueiros de Salvador são muito intensos. É pau puro!</p>
<h4>Há 15 anos atrás vocês fizeram dois shows antológicos em Salvador (no Festival de Verão e no saudoso “Inferninho” Café Calypso) o que vocês trazem de lembrança daquela época e, para vocês, o que mudou na cena Rocker Baiana?</h4>
<p>Cara, aquilo foi muito louco&#8230; no domingo estávamos no palco b do Festival de verão, tocando pra 10 mil pessoas, cheio de estruturas e etc e tal. E na segunda no Calypso, cujo banheiro ficava no meio do palco, tocando pra 30 pessoas, sei lá. E foram ambos shows deliciosos, cada um à sua moda. A gente voltou a Salvador em outra oportunidade no palco Rock que rola durante o Carnaval e foi demais também. Seguimos mantendo contato com nossos fãs e há até os amigos de uma banda cover oficial que, na nossa ausência, mata a saudade dos admiradores.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="7485" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-paulao-das-velhas-virgens/olympus-digital-camera-2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto1.jpg?fit=300%2C225&amp;ssl=1" data-orig-size="300,225" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;OLYMPUS DIGITAL CAMERA&lt;/p&gt;
" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto1.jpg?fit=300%2C225&amp;ssl=1" class="aligncenter wp-image-7485 size-full" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto1.jpg?resize=300%2C225" alt="" width="300" height="225" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto1.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto1.jpg?resize=86%2C64&amp;ssl=1 86w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h4>Quando vocês começaram imaginavam que chegariam a 30 anos de estrada? Acreditavam que teriam fígado para tanto tempo?</h4>
<p>De jeito nenhum&#8230; montamos a banda pra beber de graça e pegar a mulherada&#8230; com a pretensão máxima de tocar na esquina e olhe lá&#8230;o fígado às vezes desanda, não somos mais crianças, mas seguimos bebendo e nos divertindo&#8230; e voltar a Salvador será um super presente de Natal.</p>
<h4>Fale um pouco sobre o novo CD/DVD “Velhas Virgens 30 anos – Ao Vivo no Love Story”, como foi a concepção, participação especial, covers&#8230;</h4>
<p>Queríamos fazer um registro digno de nossos sucessos de underground que só tocaram na vitrola da casa dos fãs mas que, curiosamente, são cantados informalmente nos butecos e puteiros do Brasil, de norte a sul. Gravar no Love Story, que é um puteiro, foi delicioso, pois cansei de frequentar o local. Já passei até noite de natal lá. O resultado ficou como aqueles vídeos de bandas setentistas tocando em discotecas, com aquela iluminação de pista de dança, pole dance e etc. Há muitos vídeos do início do ACDC em lugares como este, no meio dos anos 70. Tinha um monte de amigos, algumas &#8220;profissionais&#8221; e até nossas esposas e namoradas na gravação. Eu disse pro povo:&#8221;só mesmo as Velhas Virgens para trazer vocês pro puteiro com autorização da patroa&#8230;&#8221; Foi uma noite inesquecível que teve a participação especialíssima de Digão dos Raimundos. Foi foda!</p>
<h4>Após 30 anos de estrada, aonde e como a banda encontra inspiração para os novos clássicos?</h4>
<p>Estamos trabalhando num novo disco que vai se chamar, pelo menos provisoriamente, &#8220;Brechó Cintilante&#8221;. É um disco com uma concepção sonora setentista, meio psicodélico, meio Hippie. Estamos ensaiando. Sai ano que vem. Temos novos integrantes. O nosso guitarrista, Filipe Cirilo, que já está com a gente há uns 4 anos, vivia me dizendo&#8230; &#8220;porra&#8230; eu toco na banda e não vou gravar um disco inédito? Você me deve isso, Paulão&#8221;&#8230; Taí, Fil, vai sair e terá sua luxuosa guitarra . Após 30 anos a gente quer se divertir. Eu gostaria de tocar em todos os estados brasileiros&#8230; ainda faltam Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Piaui, Amapá e Acre&#8230; Simbora tocar até morrer&#8230;ou até viver!</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="7486" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-paulao-das-velhas-virgens/entrevista-paulao-foto2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto2.jpg?fit=500%2C333&amp;ssl=1" data-orig-size="500,333" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="entrevista-paulao-foto2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto2.jpg?fit=500%2C333&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-7486 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto2.jpg?resize=450%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="450" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto2.jpg?resize=450%2C300&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto2.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>Quando o show Carnavalesco (Carnavelhas) vai vir para Salvador? Afinal a capital nacional do carnaval não pode ficar de fora!</h4>
<p>Seria uma delicia trazer nossa mistura mutante de rock e marchinhas de carnaval pra cá. Subir num trio, quem sabe. Já estive no carnaval de Salvador no início dos anos 2000 e notei que caminhava para se tornar uma espécie de mostra mundial de musica, com vários tipos de manifestações, do frevo ao eletronico. Não sei se continuou nesse caminho. Estamos completando 18 anos de carnavelhas com quatro discos e cerca de 16 mini-turnês que começam em janeiro e seguem até a quarta de cinzas, com um repertório especifico baseado em sons autorais de duplo sentido&#8230;ou sentido nenhum&#8230; Este ano, por sinal, regravamos uma música que está inserida no filme &#8220;Sai da Frente&#8221;, do Mazzaropi, de 1952. A música, que é do Mazzaropi e se chama &#8220;A Tromba do Elefante&#8221;. É uma canção ingênua, que fala de circo, mas na nossa interpretação ganha duplo sentido. Olha a tromba do elefante aí!</p>
<h4>Para quem não sabe as Velhas também são cerveja, falem um pouco sobre a cerveja. Qual a preferida de vocês? Tem um integrante do site perguntando quando vai sair a Rauchbier.</h4>
<p>A rauchbier é um tipo específico de cerveja com sabor defumado, de origem alemã. Não é a minha preferida, pois gosto de beber a cerveja e comer o bacon à parte. As nossas cervejas são de autoria do nosso baixista, Tuca Paiva, cervejeiro caseiro. Hoje ele tem até uma micro cervejaria dele chamada &#8220;Rusticana&#8221;. São sete receitas ao todo, produzidas em parceria com a Cervejaria Invicta de Ribeirão Preto, todas criadas pelo Tuca. Estamos bastante envolvidos com a revolução da cerveja artesanal que percorre o mundo desde o início dos anos 2000. Assim como no rock independente, a cerveja artesanal enfrente um mercado dominado pelas grandes corporações e tenta vender variedade e qualidade. Neste exato momento meu paladar está em duas frentes: as cervejas mais azedas e/ou salgadas, tipo Lambic, Fruit beer, Sour, Gose&#8230; Mas esta coisa de intensificar o cítrico e o lúpulo, muito característica da escola americana, também já me seduziu mais&#8230; Uma bela Pilsen Tcheca, aquela com amargor no ponto, aparentemente mais simples tem feito mais minha cabeça. A Invicta tem uma German Pilsner sensacional chamada &#8220;HellBeirão&#8221;&#8230; minha favorita no momento&#8230; Entre as nossas sete, todas&#8230;A gente não diferencia nossas filhas&#8230;<br />
Cerveja comercial? Lixo! Os caras foram tirando o amargor da cerveja para agradar a mais gente e hoje fabricam um chazinho gelado com gás e álcool. Viva a revolução cervejeira. Viva a cerveja artesanal.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="7488" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-paulao-das-velhas-virgens/entrevista-paulao-foto4/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto4.jpg?fit=500%2C289&amp;ssl=1" data-orig-size="500,289" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="entrevista-paulao-foto4" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto4.jpg?fit=500%2C289&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-7488 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto4.jpg?resize=450%2C260&#038;ssl=1" alt="" width="450" height="260" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto4.jpg?resize=450%2C260&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/12/entrevista-paulao-foto4.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>Que tal deixar um aviso para o pessoal levar uns trocados extras? Nesse show vai ter lojinha com os produtos da banda? Quais itens vocês pretendem trazer?</h4>
<p>Gostaríamos de levar cerveja, mas no avião é complicado&#8230; Vai ter cds, camisetas, canecas, copinho de cachaça e todos aquele badulaques que o Cavalo compra na 25 de março pra empurrar pro povo, ah,ah,ah&#8230;é bom lembrar que nossos gifts só pode ser adquiridos na loja virtual ou na loja física no show. Não tem em shopping, galeria, na Teodoro Sampaio e nem em Camdem Town.</p>
<h4>O que um fã, que nunca esteve em um show das Velhas Virgens, deve esperar deste evento?</h4>
<p>Um show de rock&#8217;n&#8217;roll pra se divertir e esquecer os problemas da vida. Sem mimimi, sem politicamente correto. Falar putaria, cantar junto e beber até cair. Ouvir letras que falam com humor e ironia de situações que todo mundo já passou. O Rock&#8217;n&#8217;roll nasceu como musica pra fazer farra. Vamos tocar o puteiro. É isso que vamos fazer.</p>
<h4>O Site BahiaRock agradece a atenção e o carinho da banda por responder esta entrevista. Deixem um recado para os fãs da Bahia.</h4>
<p>Se o Brasil não fosse um país continental cujas grandes distancias muitas vezes dificultam a movimentação de artistas independentes como nós, estaríamos aí pelo menos quatro vezes por ano. Amamos o clima, a atitude das pessoas, o mercado do peixe, a praia, a feijoada, a cachaça. Tocar em Salvador será o meu presente de Natal. &#8220;Oh,oh,oh, vamos tomar o terror&#8230; Apertem os cintos, o Véio sacudo está chegando!&#8221;</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-paulao-das-velhas-virgens/">Entrevista Paulão das Velhas Virgens</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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		<title>Entrevista Rafael Bittencourt (guitarrista do Angra)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 17:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Angra]]></category>
		<category><![CDATA[guitarrista]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Bittencourt]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Angra sempre foi uma banda extremamente controversa do cenário nacional, com críticos, mas diversos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Angra sempre foi uma banda extremamente controversa do cenário nacional, com críticos, mas diversos adoradores. Em Salvador, ostentam o título de ser a banda não-baiana que mais tocou por aqui. Mais uma vez, então, eles desembarcam em terras baianas para divulgação do álbum “OMNI”, em <a href="http://www.bahiarock.com.br/rock-freeday-e-iris-producoes-apresentam-angra-omni-world-tour-em-salvador/">show que ocorrerá no dia 02/12/2018, no Salvador Music Place – Patamares, às 18 horas</a>.</p>
<p>Aproveitando a passagem da banda pela Bahia, o BahiaRock trocou uma idéia com o guitarrista Rafael Bittencourt para saber um pouco mais sobre suas aspirações como músico, sobre como enxerga os fãs e o cenário do heavy metal pelo mundo. Confiram:</p>
<h4>Nesse momento de sua carreira, quais são as aspirações que preserva como guitarrista e cantor? O que ainda gostaria de fazer na música?</h4>
<p>Bom, minhas aspirações são muitas, gosto de muitos estilos diferentes. Além do heavy metal, gosto do rock progressivo dos anos 1970. Como cantor gosto muito da música dos anos 1950, música romântica, como Elvis Presley e coisas do tipo. Na verdade como músico e artista eu gostaria de escrever outras coisas que não fossem só música. Gostaria de escrever peças de teatro, inclusive tenho algumas idéias para peças e livros infantis, histórias em quadrinhos e coisas do tipo. Gostaria também de trabalhar mais em coisas que sejam multimídia, que combinem música com imagem e que converse com diferentes expressões artísticas.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="7374" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-rafael-bittencourt-guitarrista-do-angra/entrevista-rafael-foto1/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto1.jpg?fit=500%2C333&amp;ssl=1" data-orig-size="500,333" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="entrevista-rafael-foto1" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto1.jpg?fit=500%2C333&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-7374 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto1.jpg?resize=450%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="450" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto1.jpg?resize=450%2C300&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto1.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>Os fãs brasileiros se diferenciam dos fãs europeus? Se há diferença, o que pode citar a respeito?</h4>
<p>Os fãs brasileiros são completamente diferentes de todos os outros fãs. Primeiro de tudo porque eles têm um sentido de orgulho pelo Angra, um patriotismo envolvido no amor que eles tem pelo Angra e pelas bandas brasileiras. Um patriotismo que fãs franceses ou japoneses, por exemplo, não vão ter. Eu acho que o fã brasileiro tem uma coisa curiosa que ele ama muito o Angra, mas também adora torcer contra, não sei bem o motivo. O fã gosta de assistir a derrota e também se reerguendo, algo bastante curioso. Como se existisse no Angra uma tragédia grega.</p>
<p>Por exemplo, o heavy metal é muito segmentado hoje em dia no mundo inteiro. Então o cara que curte thrash metal não gosta muito de metal melódico, e por aí vai. Mas o fã fora do Brasil não se incomoda com as coisas que ele realmente não gosta. Já aqui no Brasil o cara gosta de atormentar os fãs de outros estilos que ele não gosta, especialmente através da mídias sociais. Isso é uma coisa curiosa, meio espírito de porco, que eu acho que tenha um a ver com o nível cultural. Porque tem muitos países em que o Angra faz muito sucesso, que são de 1º mundo onde o nível cultural é notoriamente mais alto, e isso não acontece. O fã brasileiro é muito apaixonado, mas também às vezes não sabe expressar esse amor, a ponto de parecer que na verdade é o contrário.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="7375" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-rafael-bittencourt-guitarrista-do-angra/entrevista-rafael-foto2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto2.jpg?fit=500%2C333&amp;ssl=1" data-orig-size="500,333" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="entrevista-rafael-foto2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto2.jpg?fit=500%2C333&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-7375 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto2.jpg?resize=450%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="450" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto2.jpg?resize=450%2C300&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto2.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>Como vê o cenário atual do Heavy Metal no mundo? Muitos jornalistas vêm dizendo que o público não se renovou, por isso diminuiu. Você concorda?</h4>
<p>O heavy metal é uma coisa muito sólida no mundo. Temos festivais europeus, de verão, que estão cada vez maiores, batendo recordes de público. Então ele é um estilo que se consolidou no mundo. Mas ele não é mais um estilo mainstream, que não acompanha as modas, um pouco marginalizado. O que é bom, porque na verdade a essência de heavy metal é uma coisa à margem da moda e das tendências. Quando o gênero começou e se popularizou, ele estava à margem. No meio dos anos 1980 pros anos 1990 ele cresceu com muito “glamour”. Mas nos anos 2000 ele voltou para o seu lugar que é à margem das tendências e da moda, mas que tem um público muito fiel e dedicado.</p>
<p>Os jornalistas vêm dizendo que o público não se renovou, né? Olha, em alguns segmentos do heavy metal como o melódico e o power metal até acredito que isso seja verdade. Mas dentro de outros como o death e black metal o público tem crescido. Ou o próprio death metal melódico, que teve um aumento no número de bandas desse segmento. O <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djent" target="_blank" rel="noopener">djent</a>, um estilo novo que é um progressivo super sofisticado, também vem crescendo e conquistando públicos novos. Shows de bandas desse estilo, como o Textures por exemplo, tem uma média de idade de público muito baixa, maioria de 15 e 16 anos. Isso é uma coisa muito boa. Então em alguns segmentos o público vem se renovando, mas não em todos realmente.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="7376" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-rafael-bittencourt-guitarrista-do-angra/entrevista-rafael-foto3/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto3.jpg?fit=500%2C452&amp;ssl=1" data-orig-size="500,452" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="entrevista-rafael-foto3" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto3.jpg?fit=500%2C452&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-7376 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto3.jpg?resize=450%2C407&#038;ssl=1" alt="" width="450" height="407" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto3.jpg?resize=450%2C407&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entrevista-rafael-foto3.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>Agradecemos imensamente por essa entrevista e pedimos que deixe uma mensagem aos fãs do BahiaRock!</h4>
<p>Eu que agradeço a entrevista para o BahiaRock. Bom, a mensagem é a seguinte: eu também tenho que agradecer os fãs da Bahia que vem apoiando o Angra há muitos e muitos anos. Toda a cena rock baiana que é muito rica, não só pelas bandas, mas também pelas casas de show, estúdios, mídias e meios de comunicação que tem sempre mantido o rock vivo no estado, e isso é muito legal. Quero lembrar também que estamos fechando a nossa turnê do Ømni aí em Salvador, sendo que começamos a turnê na cidade no trio elétrico de Carlinhos Brown no carnaval, encerrando passando novamente pela capital baiana. Recebendo a benção do Senhor do Bonfim, de toda a história do rock baiano, com um privilégio de poder fazer esse show para um público tão maravilhoso.</p>
<blockquote><p>Fotos tiradas do <a href="http://rafaelbittencourt.com" target="_blank" rel="noopener">site oficial de Rafael Bittencourt</a></p></blockquote>
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		<title>Entrevista Supla</title>
		<link>https://www.bahiarock.com.br/entrevista-supla/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 19:55:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Supla]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cantor Supla já tem mais de 30 anos de carreiras e em 2017 lançou</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cantor Supla já tem mais de 30 anos de carreiras e em 2017 lançou o disco “Illegal”. O músico está em turnê divulgando esse último trabalho e <a href="http://www.bahiarock.com.br/br-agenda/supla-no-groove-bar-turne-do-album-illegal/1539986400/">passa em Salvador no dia 19 de Outubro</a>, mais precisamente no Groove Bar. Aproveitando a passagem dele pela cidade, o BahiaRock trocou uma idéia com o papito para saber mais sobre esse último disco, o que esperar do show, e claro, política. Confiram:</p>
<h4>Seu novo single “Ao Som Que Eu Vivi” fala sobre sua experiência de vida e as mudanças que vivenciou. É uma forma de fazer uma reflexão sobre sua própria carreira?</h4>
<p>Supla: Sim, isso mesmo. No vídeo passam várias fases da minha carreira até os dias de hoje.</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/gusuAQvc9OQ?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<h4>O que o público baiano pode esperar do seu show? Músicas novas do seu último disco “Illegal” misturados com canções de toda a carreira, inclusive de outros projetos como o Brothers of Brazil?</h4>
<p>Supla: Pode esperar um show muito energético com todos meus hits e novos sons do álbum “Illegal” e alguns covers, para citar algumas referências.</p>
<h4>Quem são os músicos que acompanham você nessa nova turnê e formam a sua banda?</h4>
<p>Supla: Henrique Baboom no baixo, Bruno Luiz na guitarra e Edgar Avian na bateria.</p>
<h4>Como está sendo a receptividade do público com as músicas novas do disco “Illegal” nos shows?</h4>
<p>Supla: Muito boa!!! Essas músicas vão muito bem ao vivo.</p>
<h4>Alguma memória interessante ou curiosa sobre algum de seus shows em Salvador?</h4>
<p>Supla: Lembro que toquei no Festival de Verão [<em>esse show aconteceu na edição de 2002</em>] com a banda Holly Tree e foi animal e também num shopping junto com o Ed Motta e a banda Gueto de São Paulo [<em>esse aconteceu em 1989 no festival <a href="http://www.skatecuriosidade.com/campeonatos/alternativa-skate-rock" target="_blank" rel="noopener">Alternativa Skate Rock</a> que ocorreu no estacionamento do Shopping Iguatemi</em>]. Boas memórias, eu adoro a bahia. É um lugar muito especial!</p>
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<h4>Apesar de ser filho de políticos, suas músicas nunca pouparam a classe. Como você enxerga o atual cenário político do Brasil? “Extremistas Fundamentalistas” (do disco Diga o Que Você Pensa” de 2016) é muito tão atual.</h4>
<p>Supla: As minhas ideias estão nas músicas. Confira “Anarquia Lifestyle” [trecho da música: Ninguém me representa / Não seguiremos normas / Que alguém inventa], entre outras, como você citou “Extremistas Fundamentalistas”. Tem também “Diga O Que Você Pensa” [trecho da música: Não importa onde esteja / Não importa a situação que seja / Diga o que você pensa] ou “Prazer Exclusivo” [trecho da música: É como os ricos pensam / Riqueza em excesso / Emburrece], para citar algumas.</p>
<h4>Depois de “Green Hair (Japa Girl)”, agora temos “Eu vou até Tokyo”. O coração do papito continua com uma pegada oriental?</h4>
<p>Supla: Sempre tive uma queda (risos).</p>
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<h4>Você sempre cantou mais em português, mas às vezes mistura ou também canta em inglês. Temos algumas músicas no idioma americano em “Illegal”. Na hora de compor, como você define qual idioma fica melhor na canção?</h4>
<p>Supla: Sempre faço a melodia em inglês (não tem um porquê) e depois coloco a letra. O novo álbum “Illegal” é duplo. São 32 músicas: 16 em inglês e 16 em português. São as mesmas traduzidas (deu trabalho), pois quando tocamos fora do país quero que as pessoas entendam minhas mensagens.</p>
<h4>Como está sua carreira como ator e apresentador, algum projeto em vista ou atualmente o foco é apenas na música?</h4>
<p>Supla: No momento focado apenas na música.</p>
<h4>Foi uma honra compor essa entrevista. Deixe uma mensagem para os fãs do seu trabalho que também são fãs do BahiaRock!</h4>
<p>Supla: A luta continua! Rock´n Roll 4 ever!</p>
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