Trinca de selos disponibiliza álbuns da década de 2000

A Trinca de Selos, formada pela Brechó Discos, Bigbross Records e São Rock Discos, disponibilizou nos serviços de streaming de música e em sua página do BandCamp alguns álbuns de bandas da 1ª década dos anos 2000. É sempre bom resgatar a história do rock baiano e disponibilizar esses discos para o público é uma ótima forma de manter essa história viva.

Esses grupos também fizeram parte da história do BahiaRock, que também começou no início dos anos 2000. Dessa forma ouvir essas bandas também é uma forma de relembrar o início do site.

Confiram a lista dos discos para ouvir:

SOMA – Eu, o Alien (EP)

Eu, o Alien” é o primeiro álbum da Soma, banda que fez parte da cena rock da Bahia no início dos anos 2000. Influenciado diretamente por indie-rock, britpop e outros gêneros espalhados pelo mundo nos anos 90 por bandas como Radiohead, Oasis e Grandaddy, o quarteto era formado por Rafael Cavalcanti (voz e guitarra), Josh (guitarra), Rogério Alvarenga (baixo e voz) e Edu Markez (bateria).

Ouça no Spotify:

Sangria – I e II

O Negócio é o seguinte, doa a quem doer, se eu pudesse escolher uma banda que fosse a quintessências do que significa fazer rock pesado cantado em bom português na Bahia, eu te diria que a SANGRIA seria a primeira da minha lista.

Ouça no Spotify:

Mutation Lab – Sampler 2001 (EP/2001) e Mutation Lab (EP/2002)

Na virada do século, jovens roqueiros locais, durante temporada de estudos em Los Angeles, formam uma banda. O que poderia ser só um motivo de vergonha alheia, fossem os jovens em questão playboys paraquedistas sem conexão com a matéria, se revela um compêndio de abordagens do rock alternativo dos anos 90. Espírito indie, pegada hard, peso punk, sem medo nem culpa de ser o que se é. Ecos de Veruca Salt, Dinosaur Jr., Elástica e claro, Nirvana.

Ouça no Spotify:

Lou – Lou (EP)

O EP da Lou foi o primeiro registro da banda, que na época estava no seu segundo ano e tinha em sua formação Dea Gabi nos vocais, o original trio de cordas Mel Lopo (G), Carol Ribeiro (G) e Tati Trad (B), e Beto Becerra na bateria. Ele foi produzido, gravado e mixado em 2005, por Jera Cravo no Vértice Estúdio, em Salvador.

Ouça no Spotify:

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