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	<title>Arquivos review Álbum | BahiaRock</title>
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	<description>Seu Portal pro Rock Baiano!</description>
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	<title>Arquivos review Álbum | BahiaRock</title>
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		<title>Review – Álbum – Agrestia – Sanguinolento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 13:07:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[agrestia]]></category>
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		<category><![CDATA[review Álbum]]></category>
		<category><![CDATA[Sanguinolento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma imagem vale mais que mil palavras, já diz a expressão popular, e sem dúvidas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma imagem vale mais que mil palavras, já diz a expressão popular, e sem dúvidas ela se aplica à capa do álbum “Sanguinolento” da banda Agrestia. Criada pelo artista <a href="https://instagram.com/paulokalvo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paulo Kalvo</a>, o conceito do desenho retrata de maneira brilhante o momento atual político do Brasil e deixa claro de antemão para o ouvinte o teor e conteúdo das letras da banda.</p>
<p>A Agrestia se define como rock pesado nordestino cabra da peste e realmente essa é uma maneira brilhante de descrever o som da banda. O EP de 4 músicas abre com a canção “Chico Mendes”, que para quem não sabe foi um seringueiro, sindicalista, ativista político e ambientalista brasileiro. Ele lutou a favor dos seringueiros da Bacia Amazônica, cuja subsistência dependia da preservação da floresta e das seringueiras nativas.</p>
<p>Na letra a banda o chama de “caboclo seringueiro”, louvando sua importância história em um país que infelizmente insiste em esquecer o próprio passado. Quando lemos e vemos as notícias das queimadas e desmatamento sem controle da Amazônia é importante lembramos o quão importante a luta de Mendes é até hoje. Os solos de guitarra com seu peso transmitem um pouco da raiva desse sentimento, mas também servem para louvar e celebrar a importância de continuar lutando.</p>
<p>Em “O Mito da Caverna” a forma de cantar em alguns momentos parece falada, mas logo vemos a melodia para fazer a crítica ao “cidadão de bem”, aquele que sempre diz estar querendo o melhor, mas sabemos que não é bem assim. Mais uma vez os solos distorcidos servem para transmitir o sentimento de revolta da letra à realidade atual do Brasil.</p>
<p>Seguindo em frente temos “Reina”, que faz referência a Zumbi e Lampião evocando o passado para lembrar a realidade atual de resistência do Nordeste. Nessa canção já ouvimos um pouco de groove metal com uma batida mais cadenciada da bateria, mas sem deixar obviamente as distorções da guitarra de lado.</p>
<p>Fechando o EP temos “Tragédia em Todo Gueto” onde temos uma crítica ao comportamento da polícia, principalmente, que entra nas favelas atirando na população pobre e negra sem nenhum respeito. “Explode o pobre preto”, grita o vocal com raiva enquanto a agrestia do som fica ainda mais clara.</p>
<p>Em síntese, “Sanguinolento” deixa clara as posições políticas da banda Agrestia através de letras cheias de críticas e um som pesado, passando bem os sentimentos de revolta e indignação, que infelizmente são mais atuais do que nunca.</p>
<h4>Ouça no Spotify:</h4>
<p><iframe title="Spotify Embed: Sanguinolento" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/5HO4OCcRyUfGoqZXec0dnz?si=qTCKiEB6RiWQad9oul0Y8g&#038;dl_branch=1&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
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		<title>Review – Álbum – Jô Estrada &#8211; Silver Tapes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2020 15:11:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Jô Estrada]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[review Álbum]]></category>
		<category><![CDATA[Silver Tapes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jô Estrada é um guitarrista baiano de carreira bastante prolífica: começou com a banda Dead</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Jô Estrada é um guitarrista baiano de carreira bastante prolífica: começou com a banda Dead Easy, no final dos anos 80, mas, de lá para cá, já tocou com diversos músicos e bandas pelo Brasil, de Cascadura a Sidney Magal. Formou a banda Lacme nos anos 2000 (que atualmente, encontra-se em um hiato) e também está na Rock Forever (cover dos Beatles). Em 2020, lançou seu primeiro disco solo, “Silver Tapes”, recheado de guitarras altas, solos virtuosos e boas melodias, com vocais em inglês.</p>
<p>A primeira faixa, “Beautiful high”, já mostra a “cara” do álbum: guitarras cheias de fuzz, vocais que lembram Oasis, refrão grudento e um solo de guitarra matador. Em seguida, “Living in Sunshine”, que segue a linha da anterior, inicia leve, mas, quando entrou a distorção, tive vontade de pegar minha guitarra e tocar junto (se conseguiria, é outra história&#8230;). Outro refrão grudento, outro solo impecável.</p>
<p>“Morning star”, por sua vez, é uma balada romântica quase acústica, com guitarras limpas e agradáveis e vocal emocionado. “Daydream song” retoma a distorção, lembrando muito a Lacme, além de trazer ecos de Lenny Kravitz, e, novamente, Oasis. O solo de guitarra novamente se destaca.</p>
<p>Outros pontos altos são “Sweet drive sugar fuzz”, que começa acústica com uma melodia beatle, irrompe em um solo de guitarra e bateria hard rock, para voltar ao lado melódico e levemente psicodélico ao final; e “Rest between lions”, que lembra as guitar bands noventistas.</p>
<p>“Canta, papai”, diz a garotinha no início de “Mother mermaid”, balada suave que encerra o disco e que parece ser mesmo dedicada à filha de Jô Estrada: “Mother mermaid, protect my child” (“mãe sereia – seria Iemanjá? – proteja minha criança”). A menina mostra mais de sua fofura em pequenas participações ao longo da música.</p>
<p>“Silver Tapes” é um ótimo lançamento do rock baiano em 2020. Pena que não há previsão de quando será seguro ir a um show de rock novamente (pelo menos, não no Brasil!), para podermos conferir a potência destas músicas (e destas guitarras) ao vivo.</p>
<h4>Ouça no Spotify:<br />
<iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/5uAXCTzcJ3w0Wpakm7M33H" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></h4>
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		<title>Review – Álbum – The Moon Expresso &#8211; Ever the Optimist</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 03:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[review Álbum]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Longo]]></category>
		<category><![CDATA[The Moon Expresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ricardo Longo já tinha mostrado um pouco do seu lado solo no 1º disco do</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo Longo já tinha mostrado um pouco do seu lado solo no 1º disco do seu projeto The Moon Expresso lançado em 2017 chamado Homesickology. Ele se mudou para São Paulo e deixou para trás suas ex-bandas Starla e The Cavern Beatles, como contou no <a href="https://www.bahiarock.com.br/podcast-do-bahiarock-18-ricardo-longo-the-moon-expresso/">Podcast do BahiaRock</a>. Agora em 2020 ele lançou &#8220;Ever the Optimist&#8221; e a evolução dele como artista é impressionante.</p>
<p>Nesse segundo disco da The Moon Expresso ele já está mais à vontade com seu equipamento caseiro. É bom ver que agora graças ao avanço da tecnologia em torno da música é possível montar o seu próprio estúdio em casa e tirar uma sonoridade incrível. Em &#8220;Ever the Optimist&#8221; Ricardo mostra toda a sua versatilidade como artista, explorando as mais diversas influências musicais, mas sem deixar de perder sua essência e principalmente mantendo uma coesão musical.</p>
<p>Vamos voltar uns anos atrás, quando o Smashing Pumpkins lançou o disco Adore em 1998. A banda é uma das favoritas de Ricardo e também deste que vos escreve. Na época o álbum teve críticas por ter uma pegada de música eletrônica, principalmente com o uso de bateria eletrônica. A verdade era que o Billy Corgan, o mentor do grupo, estava a frente do seu tempo. Em 2020 Adore é mais atual do que nunca e a influência dele é muito sentida em &#8220;Ever the Optimist&#8221;.</p>
<p>No entanto, Ricardo Longo não queria apenas emular uma sonoridade desse álbum específico do Smashing Pumpkins, ele quis ir além. Outra grande influência dele é Damon Albarn, do Blur e do Gorillaz. Só que ao contrário de Albarn, Ricardo não precisou criar diversos projetos musicais diferentes para dar vazão a sua sonoridade.</p>
<p>Em “Ever the Optimist” vamos de uma pegada mais pop como &#8220;Disillusion&#8221;, primeiro single do disco que contou com os vocais de Mariana Diniz, ex-vocalista da banda soteropolitana Matiz e esposa de Ricardo, passando pelo rock mais pesado de “Alerta Laranja” com uma influência de Muse, chegando a “Bye Bye Verão” com uma pegada mais “acústica verão” que poderia facilmente fazer parte da sua ex-banda Starla.</p>
<p>Outra prova da versatilidade de Ricardo são as letras em inglês e português. Em Homesickology ele só cantou na língua inglesa, mas agora ele ficou mais à vontade para explorar novamente sua língua nativa como fazia na Starla. E durante a audição também vamos captando outras influências musicais.</p>
<p>Já nas letras sentimos um pouco da mistura de melancolia com esperança, algo totalmente apropriado com o clima de pandemia que estamos vivendo presos em casa no aguardo de notícias boas enquanto tentamos seguir com alguma normalidade em nossas vidas.</p>
<p>Sem dúvidas &#8220;Ever the Optimist&#8221; é uma das grandes surpresas de 2020 do rock baiano. Ricardo Longo mostrou uma incrível evolução como artista e conseguiu resumir no disco suas principais influências musicais, além de apresentar uma sonoridade fantástica do seu estúdio caseiro.</p>
<h4>Ouça no Spotify:</h4>
<p><iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/5tJnG8qthZUVAyX0CxgIlP" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Review – Álbum – Marte em Queda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Feb 2020 14:19:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Marte em Queda]]></category>
		<category><![CDATA[review Álbum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Banda baiana formada por Victor (vocais e guitarras), Betinho (contrabaixo) e Lui (bateria), a Marte</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Banda baiana formada por Victor (vocais e guitarras), Betinho (contrabaixo) e Lui (bateria), a Marte em Queda lançou o seu primeiro disco, homônimo, em 2020. Disponível nas plataformas digitais, traz 8 músicas que vão do stoner ao indie dos anos 2000, passando pelo punk rock e pelo grunge.</p>
<p>O álbum começa acelerado com “Respostinha”, que soa como uma uma versão mais punk e “suja” da Vivendo do Ócio. Com menos de 3 minutos, tem uma letra agressiva, mas é bastante grudenta. A segunda faixa, “Ivar”, é mais lenta tem uma pegada mais stoner, com vocal arrastado. Destaque para a bateria marcante e o peso dos graves da música.</p>
<p>Em seguida, “Buzu”, mais suingada e melódica, chega falando de ônibus perdidos nas estações de Salvador como metáfora para desencontros amorosos. Tem ótima pegada pop e cresce no refrão. Daquelas músicas que poderiam muito bem tocar nas rádios de Salvador.</p>
<p>A quarta faixa, “Obsessão”, traz muita melodia e romantismo, mas sem deixar o peso das guitarras. A melodia me lembrou bastante “Do I wanna know”, dos Arctic Monkeys (certamente uma das principais influências da banda).</p>
<p>Após “Obsessão”, temos “<a href="https://youtu.be/2ytwHoQp-Rg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Encosto</a>”, que volta a acelerar as coisas, com um riff a la Franz Ferdinand e uma letra mais “mística”, mas talvez seja apenas mais uma metáfora sobre relacionamentos amorosos&#8230; Ótima performance vocal e instrumental. Já possui um clipe no YouTube.</p>
<p>A sexta faixa, “Ranço” traz o stoner (e a agressividade) de volta. Ótimos riffs e timbres de guitarra, e até apareceu um vocal mais gritado. Pra mim, a melhor do disco. Depois, “Cachaça” surge falando de bebedeira, ressaca e mais desencontros…</p>
<p>Por fim, “Alien” escancara novamente a influência dos Arctic Monkeys (principalmente nos vocais), falando do sentimento de inadequação diante do mundo, terminando um álbum curto, mas que dá seu recado e mostra que Marte em Queda é uma banda bastante promissora.</p>
<h4>Ouça no Spotify:<br />
<iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/1RwO61I7SgSzVKJYyauhAT" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></h4>
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		<title>Review – Álbum – Meus Amigos Estão Velhos &#8211; Mojave Mojito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 11:47:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Meus Amigos Estão Velhos]]></category>
		<category><![CDATA[Mojave Mojito]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[review Álbum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Meus Amigos Estão Velhos&#8230; esta denominação autoirônica se adequa bem ao “supergrupo” formado por Bruno</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-meus-amigos-estao-velhos-mojave-mojito/">Review – Álbum – Meus Amigos Estão Velhos &#8211; Mojave Mojito</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Meus Amigos Estão Velhos&#8230; esta denominação autoirônica se adequa bem ao “supergrupo” formado por Bruno Carvalho (guitarra), Thiago Guimarães (vocais e guitarra), Glauco Neves (bateria) e Dudare Wriwrái (baixo): todos eles são velhos conhecidos da cena rock da Bahia, e fizeram parte de bandas como The Honkers, Los Canos, Vinil 69, entre outras. No seu primeiro EP, Mojave Mojito (outro ótimo nome!), o quarteto mostra um rock vigoroso e certeiro, com influências que vão do rock pesado dos anos 70 ao grunge e “alternativo” (velho estou eu, usando essa palavra!) dos anos 90 e 2000, passando por punk rock, stoner e outras “velharias”.</p>
<p>“Indomável” dá as boas vindas, com um baixo distorcido e um riff simples, mas certeiro (alguém mais lembrou do Queens of the Stone Age?) emoldurando uma letra amarga: “Será que há tempo pra ser feliz/quando querem seu pior”. Guitarra e bateria nas alturas e um solo “nervoso” já mostram a cara da banda (e do disco).</p>
<p>Em seguida, “Coragem”, a melhor faixa do EP (e que já possui um clipe no YouTube). Começa calma e melódica, mas a tensão vai crescendo aos poucos, com explosões vocais e instrumentais (que trazem ecos de Smashing Pumpkins), além de bons solos de guitarra permeando toda a música. A letra reflete bem o momento sombrio que vivemos na “nova era” do Brasil de 2019, onde a coragem não pode faltar, mesmo numa realidade dura e sem esperança. Daquelas músicas que você quer ouvir todos os dias.</p>
<p>“Autoestima”, a terceira faixa, acelera o ritmo com uma pegada punk rock e com um olhar crítico ao mundo das redes sociais, dos likes, da “vida perfeita” inalcançável para os simples mortais. (“tentei ser um cara normal/sua autoestima não me deixa legal”). Já a próxima, “Mentira”, tem uma levada mais dançante, mas vai fazer você bater cabeça quando chegar aquele refrão grudento&#8230; Novamente o instrumental se destaca, impecável (e novamente as guitarras me lembram QOTSA&#8230;).</p>
<p>O EP termina com “Fui eu”, com um riff inicial que me lembrou os também baianos da Vivendo do Ócio, que deságua em mais um refrão grudento (e “bate-cabeça”): “você não sabe quando eu estou a fim/você não sabe mais de mim”; e termina com mais um solo memorável (enquanto o vocal grita o “você” do refrão), levando a música a quase 6 minutos, e deixando o ouvinte querendo mais – o jeito é ouvir tudo de novo, né?</p>
<p>Agora, é esperar que esses “velhos amigos” do rock baiano lancem um disco completo. A boa notícia é que <a href="http://www.bahiarock.com.br/br-agenda/show-de-lancamento-do-ep-da-maev/1564254000/">o show de lançamento do EP já é no próximo sábado, 27/07, no Bardos Bardos (Rio Vermelho), e tem entrada gratuita</a>!</p>
<h4>Ouça no Spotify:<br />
<iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/3ByK9cIgQ3DCKlB0VUtZkH" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></h4>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-meus-amigos-estao-velhos-mojave-mojito/">Review – Álbum – Meus Amigos Estão Velhos &#8211; Mojave Mojito</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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		<title>Review – Álbum – My Friend is a Gray &#8211; Tasca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 19:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[My Friend is A Gray]]></category>
		<category><![CDATA[review Álbum]]></category>
		<category><![CDATA[Tasca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em seu primeiro álbum, Tasca (o que isso significa mesmo?), a My friend is a</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-my-friend-is-a-gray-tasca/">Review – Álbum – My Friend is a Gray &#8211; Tasca</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu primeiro álbum, Tasca (o que isso significa mesmo?), a <a href="http://www.bahiarock.com.br/my-friend-is-a-gray/">My friend is a gray</a> apresenta uma sonoridade que, na minha cabeça, logo sugeriu a associação “Queens Of The Stone Age + The Killers”. Explico: tem muito do stoner rock (e da sua faceta mais “pop”, o QOTSA) nas guitarras pesadas, na “chapação” e tudo mais, mas também traz ecos do indie rock dançante dos anos 2000 pra cá. Ou talvez seja a voz do vocalista&#8230; tudo isso embebido de temática alienígena-sci-fi-atormentada, mas com uma certa dose de humor (presente desde o trocadilho no nome da banda).</p>
<p>A primeira faixa, “1938”, inaugura esse clima de paranoia intergaláctica descrevendo uma invasão de seres extraterrestres dotados de armas laser (mas bem que poderia ser uma metáfora para a instauração iminente de um governo ditatorial), deixando claro que “nobody is safe” (“ninguém está seguro”) e com gritos de terror – o que acaba lembrando outra banda baiana, os lendários Dead Billies.</p>
<p>Outros destaques são “Susan”, na qual um ritmo cadenciado embala um clima de desesperança e descrença na realidade, afinal, “this life is a lie” (“esta vida é uma mentira”), mas “you keep pretending it´s fine” (“você continua fingindo que está tudo bem”); “What a bad day”, que começa melancólica, mas irrompe numa parede de guitarras, enquanto avisa: “nobody cares about your problems” (“ninguém se importa com seus problemas”); e “Swamp thing” (que pode ser traduzido como “Monstro do pântano”), que tem uma melodia arrastada, e do meio pro fim, as guitarras silenciam e destacam o baixo distorcido, para em seguida retornarem em um solo bem viajante.</p>
<p>Ainda temos uma referência ao filme “De volta para o Futuro” (em “McFly”), onde são mencionadas “nerdices” como “wormholes” (“buracos-de-minhoca”) e “spacetime” (“espaço-tempo”). E o álbum termina com “Nibiru” – que conta com a participação de Jajá Cardoso da Vivendo do Ócio –, referência ao planeta que, segundo alguns acreditam, um dia irá colidir com a Terra e acabaria com a vida por aqui, pedindo que ele nos deixe viver mais um pouco antes de acabar com a nossa existência.</p>
<p>Ouça no Spotify:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/5i3iBVXxYb36ZCAg394l9k" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Review – Álbum – Lisbeth &#8211; Dona da Rua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2018 12:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Dona da Rua]]></category>
		<category><![CDATA[lisbeth]]></category>
		<category><![CDATA[review Álbum]]></category>
		<category><![CDATA[Rock de fêmea]]></category>
		<category><![CDATA[rock feminino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em pleno 2018 as mulheres ainda lutam por direitos iguais, salários equivalentes aos dos homens,</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pleno 2018 as mulheres ainda lutam por direitos iguais, salários equivalentes aos dos homens, ou pior, contra o assédio que sofrem todos os dias nas ruas. Felizmente nos últimos anos temos acompanhado algumas mudanças e quem sabe, mesmo em ritmo lento, chegaremos em um dia onde essa luta não será mais necessária. Enquanto isso, é interessante notar como banda <strong>Lisbeth</strong> de “Rock de fêmea made in Salvador” emite a sua voz no disco “<strong>Dona da Rua</strong>”, mostrando todo o poder feminino e seu empoderamento.</p>
<p>Principalmente se pararmos para pensar no quanto o rock ainda é dominado por maioria masculina, tanto no público quanto em artistas. Felizmente isso é algo que também está mudando, como a própria Lisbeth está de prova. É bom ver como artistas como Pitty serviram de influência e continuamos vendo surgir novas vozes no rock baiano.</p>
<p>A música “<strong>Dona da Rua</strong>”, que também é título do EP, abre o disco deixando muito clara a mensagem por trás das letras das músicas da banda. Meu corpo, minhas regras, então a Lisbeth lembra que a rua também é dela, então se o homem não sabe se comportar, que volte para a casinha. Então se a mulher quiser sair de shortinho, não tem problema, mas se for desrespeitada, ela vai se impor e exigir respeito.</p>
<p>As letras das quatro músicas que fazem parte do EP mantém a temática do empoderamento feminino, abordando o tema de forma inteligente, irônica e divertida. O destaque fica por conta de “<strong>Homens Vs. Aliens</strong>”, em que a vocalista Ângela Maranhão conta que os homens não acreditam em aliens, enquanto que ela não acredita nos homens.</p>
<p>O som da banda é bem direto, fazendo uma boa coesão com as letras, com guitarras distorcidas e um ritmo às vezes mais rápido, mas que não tem vergonha de desacelerar quando for necessário, como em “<strong>Retratos</strong>”. Fica clara a influência de outras artistas femininas do mundo do rock, mas Lisbeth mostra que foi capaz de desenvolver sua própria identidade.</p>
<p>“<strong>Dona da Rua</strong>” apresenta muito bem a sonoridade da banda e surpreende com letras interessantes que tem uma boa pegada <em>pop</em> com refrões pegajosos, mas que nem por isso deixam de mostrar o seu lado consciente e crítico, principalmente sobre o feminismo, mas sem deixar outros temas importantes também de lado, como o racismo, LGBTfobia e gordofobia. O lançamento ocorrido no dia 8 de Março, dia internacional da mulher, não foi por acaso.</p>
<p>Ouça no Spotify:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/5rblcBziBCFcxg50mkd8RO" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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