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	<title>Arquivos Shadows | BahiaRock</title>
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	<title>Arquivos Shadows | BahiaRock</title>
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		<title>Morre o músico Luís Fernando</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Aug 2022 21:21:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Augustus]]></category>
		<category><![CDATA[Drearylands]]></category>
		<category><![CDATA[Louis]]></category>
		<category><![CDATA[Shadows]]></category>
		<category><![CDATA[The Cross]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faleceu na tarde de ontem, 19/08, Luís Fernando Casé Melo, o Louis, baterista e produtor</p>
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<p>Faleceu na tarde de ontem, 19/08, Luís Fernando Casé Melo, o Louis, baterista e produtor musical baiano que participou de diversas bandas de Heavy Metal.</p>



<p>Atualmente, Louis estava tocando com a Drearylands, The Cross e Augustus, tendo tocado também em bandas como Shadows, Pandora, Cobalto, Mystifier, Yun-Fat e muitas outras.</p>



<p>Louis deixa a esposa, familiares e amigos, além de alunos e uma legião de fãs que acompanhavam seu trabalho ao longo de quase três décadas dedicadas ao instrumento e a música pesada.</p>



<p>O BahiaRock, profundo admirador desse artista, exalta sua importância e deixa seu pesar, desejando confortar a todos que, porventura, sofreram com sua partida.</p>
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		<title>Entrevista Leão (vocalista Drearylands)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2019 02:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Drearylands]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival Rock Concha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Garanta seu ingresso para o festival: https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977 Aproveitando a realização do Festival Rock Concha, o</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Garanta seu ingresso para o festival: <a href="https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977" target="_blank" rel="noopener">https://www.ingressorapido.com.br/event/31115-1/d/59977</a></p></blockquote>
<p>Aproveitando a realização do <a href="http://www.bahiarock.com.br/festival-rock-concha-2019-acontece-dias-13-e-14-de-julho/">Festival Rock Concha</a>, o BahiaRock realiza uma série de entrevistas com as bandas do evento. O primeiro a conversar com a gente foi <strong>Leão</strong>, vocalista da banda <a href="http://www.bahiarock.com.br/tag/drearylands/">Drearylands</a> &#8211; que se apresenta no 1º dia do festival. Confiram:</p>
<h4>O Rock Concha completa 30 anos e vocês voltando a essa casa depois de muito tempo&#8230; Quais lembranças você tem da última vez que tocou lá?</h4>
<p>Há 20 anos a Drearylands fez sua estreia na Concha Acústica do TCA. Na verdade, tínhamos encerrado a banda <a href="http://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-shadows/">Shadows</a> em 1998 e já estávamos trabalhando com a Drearylands, quando a produção do festival Garage Rock nos convidou para tocar na edição de 1999. Como o nome Drearylands ainda era desconhecido, combinamos de divulgar o evento com o nome Shadows e apresentamos a nova banda durante a nossa apresentação. Já no ano 2000, voltamos à Concha para o lançamento do nosso primeiro álbum “Some Dreary Songs and other tunes from the shadows”. Foram dois shows maravilhosos para a banda. Infelizmente, depois disso, o TCA nunca mais abriu espaço para as bandas de Metal se apresentarem, a não ser como abertura para bandas de outros estados. Assim será no Rock Concha, mas será uma ocasião especial voltar ao local onde tudo começou para a Drearylands.</p>
<h4>Quais suas últimas experiências com as bandas que irão tocar no festival? Alguma memória especial acerca de Ratos de Porão e o Camisa de Vênus?</h4>
<p>Malefactor é uma banda irmã. Conheço os caras desde sempre e as duas bandas sempre estiveram juntas dividindo palcos ou simplesmente prestigiando o trabalho da outra. Estive no show da Malefactor no Abril Pro Rock em Recife este ano e os caras fizeram a melhor apresentação do festival. Já os Ratos de Porão é uma paixão desde adolescência. Descobri a banda ainda na escola nos anos 80 e desde então sempre ouvi e frequentei os shows. O álbum “Brasil” ainda é um dos melhores lançamentos da história do rock. E o Camisa de Vênus foi uma das primeiras bandas de rock que acompanhei a carreira desde o início. Eu já ouvia alguns discos de bandas dos anos 70 que meu pai havia deixado em casa, mas lembro do impacto quando um primo meu comprou o compacto do Camisa com “Controle Total” e “Meu Primo Zé”. Eu tinha comprado na mesma época, 1982, o compacto da Blitz com “Você Não Soube Me Amar”, e a gente ficava ouvindo aqueles disquinhos mil vezes ao dia. Nos últimos anos, acabei podendo conviver com os guitarristas Karl Hummel e Gustavo Mullem. E nosso baterista Louis chegou a ser baterista do Camisa durante alguns anos, quando a banda contava com o vocalista Eduardo Scott no lugar de Marcelo Nova. Infelizmente, Karl faleceu em 2017, quando ele e Gustavo não faziam mais parte da banda, mas o Camisa de Vênus sempre será uma referência para mim. Minha filha ainda lembra das brincadeiras com o tio Karl&#8230;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" data-attachment-id="9467" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-leao-vocalista-drearylands/drearylands-entrevista2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/drearylands-entrevista2.jpg?fit=500%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="500,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="drearylands-entrevista2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/drearylands-entrevista2.jpg?fit=500%2C500&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-9467 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/drearylands-entrevista2-450x450.jpg?resize=450%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="450" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/drearylands-entrevista2.jpg?resize=450%2C450&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/drearylands-entrevista2.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/05/drearylands-entrevista2.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>Essa revitalização do Festival Rock Concha traz quais benefícios pra cena? O que está acontecendo hoje em Salvador em se tratando de Rock/Metal é promissor?</h4>
<p>Espero que o festival agora volte com força total e possa acontecer anualmente, abrindo cada vez mais espaço para as bandas locais de todos os gêneros de rock. Quanto ao cenário baiano, temos ótimas bandas em atividade, com grandes discos lançados e ótimas performances ao vivo. Musicalmente a Bahia está melhor do que nunca, o problema é a sazonalidade de público. Estamos passando por um período de baixa de público atrás de bandas underground. Espero que a garotada redescubra o prazer de estar e viver shows de rock e não fiquem apenas curtindo vídeos de 30 segundos via internet.</p>
<h4>Vocês estão preparando algo especial para o evento? O que o fã de vocês pode esperar do show?</h4>
<p>Como passamos por mais uma agrura no início do ano passado, quando Louis sofreu um infarto, e ficamos desde então trabalhando entre quatro paredes, a apresentação no Rock Concha em si já será algo especial. A volta da Drearylands aos shows. Estamos com novas músicas, lançamos recentemente o single e <a href="http://www.bahiarock.com.br/assista-efigie-novo-clipe-da-drearylands/">videoclipe da canção “Efígie”</a> e já temos alguns shows programados para o segundo semestre. Ou seja, vamos chegar à Concha com sangue nos olhos e a maior vontade de recolocar a banda nos trilhos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="9248" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/assista-efigie-novo-clipe-da-drearylands/drearylands-efigie-destaque/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/04/drearylands-efigie-destaque.jpg?fit=750%2C430&amp;ssl=1" data-orig-size="750,430" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="drearylands-efigie-destaque" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/04/drearylands-efigie-destaque.jpg?fit=640%2C367&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-9248 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/04/drearylands-efigie-destaque.jpg?resize=450%2C258&#038;ssl=1" alt="" width="450" height="258" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/04/drearylands-efigie-destaque.jpg?resize=450%2C258&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2019/04/drearylands-efigie-destaque.jpg?w=750&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>Quais as principais diferenças entre tocar num Festival desse porte e fazer um show específico da banda? Quais estratégias usam para lidar com o público?</h4>
<p>Num evento desse porte, assim como é no Palco do Rock e como era nos festivais Garage Rock e Maniac Metal Fest, as coisas são muito corridas. A banda tem que estar pronta, então entra para tocar e sai correndo para liberar o palco para a próxima atração. A emoção fica pelo fato de cantar e tocar diante de um público maior e diverso, é tudo muito intenso e rápido. Em nossos shows em casas para 300 ou 400 pessoas, a interação é maior. Dá para curtir mais o momento, conversar com o público. Rola um olho-no-olho com a galera. Mas ambas são experiências maravilhosas, afinal a melhor coisa para um músico é tocar, seja para um público de 50 ou 5 mil pessoas.</p>
<h4>Deixa uma mensagem ao leitor do Bahia Rock e convide seu público para ir ao Festival! De antemão, obrigado!</h4>
<p>Agradeço pelo espaço e pelo apoio à Drearylands. Foi muito bom ver o Bahia Rock voltar à ativa melhor do que nunca. Espero que as pessoas se reconectem com o underground, com a música feita de coração. Convoco todo mundo a apresentar o cenário baiano e brasileiro à garotada, indicar as bandas, arrastar para os shows&#8230; hehehe. O Rock Concha será uma ótima oportunidade para isso.</p>
<h3>Mais informações sobre o festival:</h3>
<p><a href="https://www.facebook.com/RockConcha/" target="_blank" rel="noopener">https://www.facebook.com/RockConcha/</a><br />
<a href="https://www.instagram.com/rockconcha/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/rockconcha/</a></p>
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		<title>História Do Rock Baiano &#8211; Shadows</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grigorio Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 12:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[historia do rock baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Shadows]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A década de 1990 do século XX foi uma das mais profícuas quando se fala</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A década de 1990 do século XX foi uma das mais profícuas quando se fala do surgimento de novas bandas na cena do <em>heavy metal</em> na Bahia. Foi exatamente na primeira metade daquela década que surgiu para a cena metálica da capital baiana um dos mais talentosos grupos e talvez o que tenha formado o público mais fiel e fanático durante os anos noventa. Se trata simplesmente da banda <strong>SHADOWS</strong>, que desfilava um <em>power metal </em>forte e altamente empolgante, com letras inspiradas em temas históricos e míticos e uma musicalidade influenciada por bandas como King Diamond, Mercyful Fate, Running Wild, Grave Digger e Blind Guardian, com riffs bem “palhetados” e rufos de bumbos enfurecidos.</p>
<p>Tudo começou em 1994, quando um grupo de amigos que morava nos bairros do Cabula e Pernambués se uniu para fazer um som, criar composições misturando <em>heavy metal</em> com toques eruditos e falar de modo sombrio sobre temas épicos e cavalheirescos. Com imensas dificuldades financeiras, equipamentos e instrumentos toscos, a banda começou a fazer alguns ensaios em um estúdio caseiro no Caminho das Árvores, casa do amigo <strong>Cláudio Doreto</strong>, onde gravaram seu primeiro registro em fita K7 na cara e na coragem.</p>
<p>Unindo os habilidosos e criativos guitarristas <strong>Dennis Leoni</strong> e <strong>Jason Bittencourt</strong>, a cozinha afiadíssima do baterista <strong>Luís Mello</strong> (Louis Bear) e do baixista <strong>Ricardo Iglesias</strong>, além do carismático vocalista <strong>Leonardo Leão</strong>, a <strong>SHADOWS</strong> gravou em 1995, no mesmo estúdio no qual ensaiava, a aclamada demo tape “Empire of Darkness”. Contando com as canções “Lost in Darkness”, “Master of Shadows”, “Lord Of All Sins”, “Eternal Void”, “Lady of the Lake” e “Black Flag”, a fita K7 apresentava uma boa produção para a época, tanto do ponto de vista da capa e encarte quanto da parte de gravação e mixagem, apesar de todas as dificuldades técnicas em termos de equipamentos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="2770" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-shadows/shadows-foto1/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1.jpg?fit=500%2C344&amp;ssl=1" data-orig-size="500,344" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="shadows-foto1" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1.jpg?fit=500%2C344&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-2770 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1-450x310.jpg?resize=450%2C310" alt="" width="450" height="310" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1.jpg?resize=450%2C310&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p>O impacto desse lançamento foi imenso, inclusive em revistas e fanzines Brasil afora. A banda passou a fazer shows com muita regularidade, sempre lotados, e a frequentar o<em> line up</em> dos grandes festivais que ocorriam na Bahia, como o <strong>Garage Rock</strong> e o <strong>Palco do Rock</strong> no carnaval de Salvador, onde foi eleita banda revelação em sua primeira apresentação e já na segunda foi escolhida a preferida do público. Nesse período a <strong>SHADOWS</strong> fez outras apresentações importantes, como ao lado da banda brasiliense Dark Avenger num evento memorável no famoso bar Canoa, no Hotel Pestana. Também chegou a fazer shows em outros estados, como em Sergipe e Minas Gerais, este último num festival na cidade de Itaúna.</p>
<p>Mesmo com o rápido sucesso e o reconhecimento do público, no início a <strong>SHADOWS</strong> passou por grandes dificuldades, não só pela falta de recursos financeiros e equipamentos (os músicos não tinham sequer um amplificador), mas também com as condições de realização de shows. Em um deles, num bar do centro histórico do Pelourinho, a banda se recusou a tocar porque o local onde iria ser realizado o evento ficava praticamente na beira de um precipício e o palco, além de mambembe, era montado sobre estacas de madeira. Segundo o baterista Louis, a bateria era tão ruim que ele não acreditava que ela resistiria sequer à primeira música.</p>
<p>Apesar das dificuldades, outros shows da <strong>SHADOWS</strong> no período foram extremamente marcantes, como o primeiro show no bar <strong>Idearium</strong>, no bairro do Rio Vermelho, que a partir daquele momento passaria a ser um dos principais espaços dedicados ao rock e <em>heavy metal</em> em Salvador nos anos seguintes. Como esse foi o primeiro show naquele local e a banda não sabia como iria funcionar, preparam um imenso repertório de covers além das músicas próprias, de forma que este foi o show mais longo da banda, durando aproximadamente três horas, com direito a um intervalo para descanso. Outro momento marcante e muito lembrado pelos membros foi o primeiro show oficial da banda, no porão de um bar no bairro de Brotas, pela grande energia que receberam do público e pelo clima literalmente underground.</p>
<p>Logo em seguida ao lançamento da bem sucedida demo tape, a <strong>SHADOWS</strong> lançou músicas novas em duas importantes coletâneas de rock e heavy metal da época. Em 1996 a excelente música “The Scourge” fez parte do CD Bahia Rock Collection, lançado pela WR Records e produzido por Wesley Rangel, que contou ainda com a participação de nomes importantes do cenário baiano, como Yonsen Maia, Dois Sapos e Meio e Blackness.</p>
<p>Já em 1997 a <strong>SHADOWS</strong> participou com a música “The Story of a Hero” do CD coletânea “Doisdabahia”, produzido por Rui Mascarenhas e André Lemos, lançado pela Colé Tânia Records, uma parceria da Uivo Studio de Comunicação com a Jan Skates. Dessa coletânea também participaram outras grandes bandas de metal que estavam começando a despontar, como Malefactor, Veuliah, Mercy Killing e Síncope.</p>
<p>No final de 1997 a <strong>SHADOWS</strong> abriu o show de <strong>Paul Dianno</strong>, ex-vocalista do Iron Maiden. Nessa apresentação inesquecível, que tem registro em vídeo no YouTube, a banda tocou novas canções que se tornaram hinos dos fãs, como Colors of Bifrost e Lady Light.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2772" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-shadows/shadows-foto2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto2.jpg?fit=400%2C241&amp;ssl=1" data-orig-size="400,241" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="shadows-foto2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto2.jpg?fit=400%2C241&amp;ssl=1" class="size-full wp-image-2772 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto2.jpg?resize=400%2C241" alt="" width="400" height="241" /></p>
<p>Em 1999, após a saída de <strong>Dennis Leoni</strong> (um dos principais compositores da banda) para seguir carreira na música erudita e a entrada do guitarrista <strong>Patrick Amorim</strong>, o grupo decide encerrar suas atividades com o nome <strong>SHADOWS</strong>. A mudança foi anunciada em grande estilo, no dia 28 de julho daquele ano, no meio do show no 8º <strong>Garage Rock Festival</strong>, realizado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, com o hasteamento de um pano de fundo com o novo logotipo.</p>
<p>O anúncio feito pelo vocalista <strong>Leonardo Leão</strong> pegou o público de surpresa e causou certa perplexidade. Alguns amigos dos membros que já sabiam da mudança contam que, após o anúncio de que aquele seria o último show da <strong>SHADOWS</strong>, muita gente da plateia começou a lamentar, perguntando por que a banda iria acabar se era tão boa. Quando chegou ao final do show, a galera enlouquecida e aliviada após terem entendido o que realmente estava acontecendo, já gritava aos berros o novo nome da banda.</p>
<p>A mudança teria sido necessária porque já existia outra banda brasileira registrada com o nome <strong>SHADOWS</strong>, podendo gerar problemas jurídicos no futuro, em especial questões contratuais com gravadoras. A banda então foi rebatizada com o nome <strong>Drearylands</strong>, que lançou seu debut álbum logo no ano seguinte (2000) pela Mandrahgora Productions, em parceria com a recém-criada Maniac Records.</p>
<p>Esse primeiro disco de estúdio, intitulado “Some Dreary Songs&#8230; and other tunes from the shadows”, trouxe ainda quatro canções antigas da SHADOWS, já conhecidas do público nas apresentações ao vivo: Lady Light, Sailors of Argo, Colors of Bifrost e Story of a Hero. As novas composições, contudo, apresentavam uma linha musical mais densa e melódica, chegando a flertar o <em>doom metal</em>, em especial nos climas e temáticas melancólicas das canções. Esse direcionamento diferente marcou um novo momento da banda, de afastamento das suas origens power metal e de um verdadeiro renascimento conceitual. Segundo <strong>Jason Bittencourt</strong>, que passou ser o principal compositor da parte instrumental após a saída de Dennis, a primeira canção composta após a mudança foi “Learn to fly”, a qual considera muito significativa desse recomeço.</p>
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<p>Algum tempo depois do lançamento do disco, Jason também saiu da banda para seguir carreira na música erudita. Em seguida Patrick e Ricardo também deixaram o grupo, mas a <strong>Drearylands</strong> seguiu carreira gravando bons discos e angariando cada vez mais fãs, agora contando com os guitarristas <strong>Páris Menescal</strong> e <strong>Rafael Syade</strong> e com o baixista <strong>Marcos Cazé</strong>. Com esse trio de cordas gravam o segundo disco em 2003, chamado “Heliopolis”. A banda permanece na ativa até hoje, sendo ainda uma das principais do metal brasileiro.</p>
<p>Os headbangers mais antigos, que viveram a cena do heavy metal baiano na década de 1990, não deixam de lembrar toda a euforia causada pelo surgimento da antiga SHADOWS, com seus shows cheios de energia, composições velozes e refrões grudentos, típicos do estilo power metal, que até hoje não se apagam da memória.</p>
<p>Links:</p>
<p>Show em 1997 – Abertura para Paul Dianno:<br />
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<p>Músicas da demo tape “Empire of Darkness”:</p>
<p>Lost in Darkness:<br />
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<p>Master of Shadows:<br />
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<p>Lord of All Sins:<br />
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<p>Eternal Void:<br />
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<p>Lady of The Lake:<br />
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<p>Black Flag:<br />
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