Maglore dá nova roupagem à música “Dança Diferente” com estética de karaokês

Refletir, meditar, contemplar. Algumas das atividades mais afloradas pelo período de quarentena – por vezes – envolvem rever momentos passados e ressignificá-los. De certa forma, este é o movimento feito pela banda Maglore ao começar a revisitar faixas marcantes da discografia do grupo com linguagem visual típica de karaokês. “Dança Diferente”, música presente na tracklist do disco III (2015), foi a escolhida para dar início à essa visita ao baú de composições do quarteto. (ASSISTA E CANTE “DANÇA DIFERENTE”)

“Pra gente é massa estar voltando o olhar pra músicas mais de trás. É uma maneira de trazê-las de volta, mostrar pras pessoas que ainda não as conhecem e buscar uma interação diferente”, explica Felipe Dieder, baterista da banda também formada por Teago Oliveira (voz e guitarra), Lelo Brandão (guitarras e synth) e Lucas Oliveira (baixo e voz).

Além da possibilidade de outras faixas ganharem essa roupagem, o karaokê da Maglore ainda pode render outras reinvenções para intensificar a proximidade do grupo com os fãs. “Essa ideia é uma porta pra outras ideias. É massa colocar em prática outras formas de criar conteúdo e produzir artisticamente também”, conta Teago.

Esta não é a primeira vez que a banda esbanja inventividade para recriar os próprios passos com a dose certa de ineditismo. Durante 2019, a Maglore passou pelas principais cidades do país com uma turnê de celebração a sua década de vida. A série de shows rendeu um registro audiovisual.

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