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	<title>Arquivos Rock de fêmea | BahiaRock</title>
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	<description>Seu Portal pro Rock Baiano!</description>
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		<title>Review – Álbum – Lisbeth &#8211; Dona da Rua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2018 12:00:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em pleno 2018 as mulheres ainda lutam por direitos iguais, salários equivalentes aos dos homens,</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pleno 2018 as mulheres ainda lutam por direitos iguais, salários equivalentes aos dos homens, ou pior, contra o assédio que sofrem todos os dias nas ruas. Felizmente nos últimos anos temos acompanhado algumas mudanças e quem sabe, mesmo em ritmo lento, chegaremos em um dia onde essa luta não será mais necessária. Enquanto isso, é interessante notar como banda <strong>Lisbeth</strong> de “Rock de fêmea made in Salvador” emite a sua voz no disco “<strong>Dona da Rua</strong>”, mostrando todo o poder feminino e seu empoderamento.</p>
<p>Principalmente se pararmos para pensar no quanto o rock ainda é dominado por maioria masculina, tanto no público quanto em artistas. Felizmente isso é algo que também está mudando, como a própria Lisbeth está de prova. É bom ver como artistas como Pitty serviram de influência e continuamos vendo surgir novas vozes no rock baiano.</p>
<p>A música “<strong>Dona da Rua</strong>”, que também é título do EP, abre o disco deixando muito clara a mensagem por trás das letras das músicas da banda. Meu corpo, minhas regras, então a Lisbeth lembra que a rua também é dela, então se o homem não sabe se comportar, que volte para a casinha. Então se a mulher quiser sair de shortinho, não tem problema, mas se for desrespeitada, ela vai se impor e exigir respeito.</p>
<p>As letras das quatro músicas que fazem parte do EP mantém a temática do empoderamento feminino, abordando o tema de forma inteligente, irônica e divertida. O destaque fica por conta de “<strong>Homens Vs. Aliens</strong>”, em que a vocalista Ângela Maranhão conta que os homens não acreditam em aliens, enquanto que ela não acredita nos homens.</p>
<p>O som da banda é bem direto, fazendo uma boa coesão com as letras, com guitarras distorcidas e um ritmo às vezes mais rápido, mas que não tem vergonha de desacelerar quando for necessário, como em “<strong>Retratos</strong>”. Fica clara a influência de outras artistas femininas do mundo do rock, mas Lisbeth mostra que foi capaz de desenvolver sua própria identidade.</p>
<p>“<strong>Dona da Rua</strong>” apresenta muito bem a sonoridade da banda e surpreende com letras interessantes que tem uma boa pegada <em>pop</em> com refrões pegajosos, mas que nem por isso deixam de mostrar o seu lado consciente e crítico, principalmente sobre o feminismo, mas sem deixar outros temas importantes também de lado, como o racismo, LGBTfobia e gordofobia. O lançamento ocorrido no dia 8 de Março, dia internacional da mulher, não foi por acaso.</p>
<p>Ouça no Spotify:</p>
<p><iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/5rblcBziBCFcxg50mkd8RO" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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