<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Metal | BahiaRock</title>
	<atom:link href="https://www.bahiarock.com.br/tag/metal/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.bahiarock.com.br/tag/metal/</link>
	<description>Seu Portal pro Rock Baiano!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Sep 2021 19:44:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cropped-bahiarock-logo.jpg?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Arquivos Metal | BahiaRock</title>
	<link>https://www.bahiarock.com.br/tag/metal/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">138309405</site>	<item>
		<title>Review &#8211; Álbum &#8211; Hateverse &#8211; JigSaw</title>
		<link>https://www.bahiarock.com.br/review-album-hateverse-jigsaw/</link>
					<comments>https://www.bahiarock.com.br/review-album-hateverse-jigsaw/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Pinheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2018 22:35:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia Rock]]></category>
		<category><![CDATA[BahiaRock]]></category>
		<category><![CDATA[Hateverse]]></category>
		<category><![CDATA[jigsaw]]></category>
		<category><![CDATA[Metal]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[trash metal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://bahiarock.com.br/?p=3296</guid>

					<description><![CDATA[<p>A JigSaw é uma banda de thrash metal formada no ano de 2014 em Salvador</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-hateverse-jigsaw/">Review &#8211; Álbum &#8211; Hateverse &#8211; JigSaw</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A JigSaw é uma banda de thrash metal formada no ano de 2014 em Salvador &#8211; Bahia, e passou os anos de 2015 e 2016 ensaiando e compondo para lançar em Novembro de 2017 seu debut álbum intitulado Hateverse.</p>
<p>A JigSaw tem seu nome inspirado não apenas no filme Jogos Mortais, mas principalmente na tradução da palavra que significa quebra-cabeças, devido ao fato da banda ter juntado as influências pessoais dos músicos para então montar sua sonoridade.</p>
<p>Produzido por Louis Bear e gravado no Den Studio, o Hateverse &#8211; termo criado pela banda que significa universo do ódio &#8211; é lançado com 10 faixas. Como a própria banda diz, o álbum é &#8220;inspirado por temáticas fortes relacionadas à brutalidade da vida tomada por uma sociedade doente e cruel e suas terríveis consequências&#8221;.</p>
<p>De início temos a Statement: null que inicia o álbum com um instrumental bastante calmo e plácido, até que a música se transforma e podemos escutar a verdadeira sonoridade da JigSaw com um thrash metal bastante vigoroso. Posteriormente a faixa que dá nome à banda, JigSaw, mostrando que o que temos na vida real é um verdadeiro quebra-cabeças para nos derrubar. Memories nos traz a história de uma pessoa que perdeu suas memórias e por isso vive com seus pensamentos desconexos, em tormento. Under the Mask é exepcional, uma música rápida e com muito peso que fala sobre pessoas covardes e mentirosas que vivem por detrás de uma máscara que elas mesmas criam, vivendo assim uma vida falsa. Two Minds é uma instrumental muito bem executada que demonstra a qualidade dos músicos que compõem a banda. A JigSaw aposta em Shoot the Mirror, uma &#8220;crítica às pessoas que só são corajosas no mundo virtual, que se acham donas da verdade&#8221;. Death Sentence nos traz uma pessoa culpada por um crime que não cometeu, e por isso é sentenciada erroneamente à morte. Chant for War tem por temática guerras, onde soldados se cansam dos conflitos armados, da matança e das torturas. Corrupted Self demonstra a forma como as pessoas culpam os outros pela corrupção, sem parar para verificar e muito menos julgar suas próprias atitudes, acreditando serem melhores que os demais. Por fim, Dead Enough fecha o álbum com maestria, mostrando um thrash metal old school com muito peso e energia.</p>
<p>Na formação do álbum temos Elton Soares (guitarra / vocal), Leandro Valverde (guitarra), Wallace Jones (baixo) e Renato Ribeiro (bateria), porém atualmente Leo Franclin foi recrutado para assumir o baixo, e em breve a banda voltará a realizar shows pela cidade.</p>
<hr />
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/01/jigsaw-hateverse.jpg"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="3297" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/review-album-hateverse-jigsaw/jigsaw-hateverse/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/01/jigsaw-hateverse.jpg?fit=640%2C640&amp;ssl=1" data-orig-size="640,640" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="jigsaw &amp;#8211; hateverse" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/01/jigsaw-hateverse.jpg?fit=640%2C640&amp;ssl=1" class="alignnone wp-image-3297" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/01/jigsaw-hateverse.jpg?resize=120%2C120" alt="" width="120" height="120" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/01/jigsaw-hateverse.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/01/jigsaw-hateverse.jpg?resize=450%2C450&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2018/01/jigsaw-hateverse.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 120px) 100vw, 120px" /></a></p>
<p>Álbum: Hateverse<br />
Artista: JigSaw<br />
País: Brasil<br />
Gravadora: Independente<br />
Lançamento: Novembro de 2017</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-hateverse-jigsaw/">Review &#8211; Álbum &#8211; Hateverse &#8211; JigSaw</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.bahiarock.com.br/review-album-hateverse-jigsaw/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3296</post-id>	</item>
		<item>
		<title>HATEND</title>
		<link>https://www.bahiarock.com.br/hatend/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jurandir Roque Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2017 15:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia Rock]]></category>
		<category><![CDATA[BahiaRock]]></category>
		<category><![CDATA[Cena Baiana]]></category>
		<category><![CDATA[hatend]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Metal]]></category>
		<category><![CDATA[paulo afonso]]></category>
		<category><![CDATA[rock baiano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://bahiarock.com.br/?p=2498</guid>

					<description><![CDATA[<p>Hatend &#8211; Paulo Afonso-Bahia A banda foi formada no final de 2003 e início 2004,</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/hatend/">HATEND</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hatend &#8211; Paulo Afonso-Bahia</p>
<p>A banda foi formada no final de 2003 e início 2004, com proposta de fazer metal pesado em Paulo Afonso, sendo uma das pioneira no estilo na cidade. No ano de 2005, grava seu primeiro registro ao vivo &#8220;Live em Canindé -SE&#8221; e  no ano 2008 grava seu primeiro disco em estúdio, &#8220;Unloading The Hate&#8221;.</p>
<p>No ano 2009 roda nossa região com uma mini tour na tríplice fronteira nos estados de Bahia, Sergipe e Alagoas, fazendo também algumas aberturas de grandes bandas do underground regional e nacional. Em 2013 grava o seu segundo álbum, o Metal 13, que também foi muito bem recebido pela crítica especializada, chegando mesmo a ter este material divulgado na França através de um pequeno distribuidor local.</p>
<p>Em meados de junho de 2014, depois de algumas trocas de formações, tivemos uma pausa e mesmo após mais algumas troca de formações, a banda continuou perseverando.  Agora, finalmente em 2017, com a formação consolidada volta pra fazer o seu Retorno, excursionar e gravar, mostrando um pouco da experiência e aprendizado adquirido ao longo destes 14 anos.</p>
<p>Hatend primeira formação:<br />
Jurandir Roque Lima &#8211; Vocal<br />
Carlos Alberto &#8211; Guitarras<br />
Jeferson &#8211; Guitarras<br />
Kilber Ryan &#8211; Baixo<br />
Ubirajara Gomes &#8211; Bateria</p>
<p>Hatend segunda formação:<br />
Jurandir Roque Lima &#8211; Vocal<br />
Carlos Alberto &#8211; Guitarras<br />
Deiveson Carlos &#8211; Guitarras<br />
Gleyton Gloves &#8211; Teclados<br />
Kilber Ryan &#8211; Baixo<br />
Calmom Hebert &#8211; Bateria</p>
<p>Hatend Formação Atual:<br />
Jurandir Roque Lima &#8211; Vocal<br />
Erik Duque &#8211; Guitarras<br />
Fabio &#8211; Guitarras<br />
Andre Ramome &#8211; Baixo<br />
Calmom hebert &#8211; Bateria</p>
<p>Formação Atualizada 2019</p>
<p>Jurandir Roque Lima &#8211; voz<br />
Fabio &#8211;  Guitarras<br />
Erik Duque- Guitarras<br />
Caio Ramon &#8211; Baixo<br />
Andre Ramone &#8211; Bateria</p>
<p>Baixistas que passaram pela banda: Manoel(Manobass), Candido, Fernando (Pirata), Berg Ramos e Joel Ribeiro.<br />
Baterista que passou pela banda : Kaio Machado.</p>
<p><strong>Contatos:</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/hatend/">HATEND</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">2498</post-id>	</item>
		<item>
		<title>RATTLE</title>
		<link>https://www.bahiarock.com.br/rattle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Val Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 11:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia Rock]]></category>
		<category><![CDATA[BahiaRock]]></category>
		<category><![CDATA[Death]]></category>
		<category><![CDATA[Metal]]></category>
		<category><![CDATA[rattle]]></category>
		<category><![CDATA[técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Thrash]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://bahiarock.com.br/?p=2027</guid>

					<description><![CDATA[<p>RATTLE surgiu em meados de 2009, e conta na sua discografia o split-Cd “Pain is</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/rattle/">RATTLE</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>RATTLE surgiu em meados de 2009, e conta na sua discografia o split-Cd “Pain is Inevitable” (lançado em 2011, em conjunto com a banda russa Hell´s Thrash Horsemen) e participação na coletânea Hellstouch (Shinigami Records/2012), RATTLE lançou em 2015 o seu álbum de estreia intitulado “Tales of the Dark Cult”.</p>
<p>“Tales of the Dark Cult” foi gravado no Revolusom Stúdio (Salvador/BA) por Marcos Franco, que já trabalhou com bandas como Malefactor e Confiteor, e apresenta um Thrash Death Metal técnico em 11 músicas inspiradas nos universos literários, cinematográficos e de quadrinhos de horror e ficção científica.</p>
<p>O trabalho contou com as participações especiais de Anton Naberius (Eternal Sacrifice) nas faixas ‘Call Of Duty’ e ‘Operation: Exterminate!’, Lord Vlad (Malefactor) em ‘The Dark Cult’ e finalmente Julio Cesar (Metropolis/The Endless Fall) em ‘Hell Of The Living Dead’, e desde o seu lançamento vem ganhando criticas positivas em diversos veículos de comunicação, como as revistas Roadie Crew e Comando Rock, e sites especializados (Whiplash, Arte Metal, Roadie Metal, Metal Samsara, entre outros).</p>
<p>RATTLE: Val Oliveira (vocals), Henrique Coqueiro (guitar), Daniel Iannini (bass) e Eric Dias(drums)</p>
<p><strong>Contatos:</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/rattle/">RATTLE</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">2027</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Flyde</title>
		<link>https://www.bahiarock.com.br/flyde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Banda Flyde]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 18:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia Rock]]></category>
		<category><![CDATA[BahiaRock]]></category>
		<category><![CDATA[Flyde]]></category>
		<category><![CDATA[Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Metal progressivo]]></category>
		<category><![CDATA[rock baiano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://bahiarock.com.br/?p=1609</guid>

					<description><![CDATA[<p>Formada em 2012, a Flyde surgiu com a proposta de fazer um som de metal</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/flyde/">Flyde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<hr />
<p>Formada em 2012, a Flyde surgiu com a proposta de fazer um som de metal moderno e intricado, misturando influências de metal alternativo, progressivo e metalcore, se valendo do contraste entre os momentos intensos e calmos para demonstrar as nuances do comportamento humano. Balanceia vocais agressivos e melódicos para representar a dualidade do bem e do mal que existem dentro de todos os seres.</p>
<p>As letras, em português, variam de discursos reflexivos a letras fortes de protesto que contestam o frágil arranjo atual da sociedade. Flyde vem do dinamarquês “flutuar”, e a proposta do som sugere justamente tirar os pés do chão para poder ascender e observar uma visão geral, porém cirurgicamente precisa do mundo em que vivemos.</p>
<p>Com influências como Meshuggah, Periphery, Fellsilent, Veil Of Maya, Born Of Osiris, Vildhjarta, Gojira, The Contortionist, dentre outros, pretende solidificar seu estilo metal progressivo experimental na cena BA e nacional.</p>
<p>YouTube &#8211; Neblina</p>
<iframe class="youtube-player" width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/GGU8j1UB_9I?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe>
<hr />
<p>Spotify &#8211; Neblina</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Neblina" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/track/2xHHpdbe8AW2xUc3WmUPGo?utm_source=oembed"></iframe></p>
<hr />
<p><strong>Contatos:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/flyde/">Flyde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1609</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Mercy Killing</title>
		<link>https://www.bahiarock.com.br/mercy-killing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mercy Killing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2017 21:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[mercy killing]]></category>
		<category><![CDATA[Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>
		<category><![CDATA[trash metal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://bahiarock.com.br/mercy-killing/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Mercy Killing, banda de Thrash Metal que teve suas origens em Salvador (BA) em</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/mercy-killing/">Mercy Killing</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Mercy Killing, banda de Thrash Metal que teve suas origens em Salvador (BA) em 1988 e atualmente atua em Curitiba (PR), tem como principais influências as bandas Assassin, Kreator, Dark Angel, English Dogs, SOD, Olho Seco, Ratos de Porão, Slayer e Exodus. Nestes 25 anos de trabalho, a banda construiu uma sonoridade baseada em músicas rápidas e que transmitem mensagens críticas de ódio, revolta e indignação sobre política, sociedade e história.</p>
<p>Em 93 foi lançada a primeira demo, intitulada Toxic Death e em 95 foi lançado a Living in My Madness, que obteve uma tiragem esgotada de 500 cópias, feitas à mão. Além disso já dividiu palco com as bandas nacionais The Mist, Dorsal Atlântica, Zona Abissal, Headhunter DC e bandas internacionais, como Rattus e Exodus. Em 2013 lançou mais uma demo, The Thrasher!, com a nova formação e um som ainda mais agressivo e, em 2015, a banda investiu em uma campanha de financiamento coletivo, gravando o álbum Euthanasia, que foi lançado em CD e LP e nas diversas plataformas de streaming disponíveis.</p>
<p>Mercy Killing é:</p>
<p>Tati Klingel (vocal)<br />
Alexandre “Texa” (guitarra)<br />
Leonardo Barzi (baixo)<br />
Tiago Kükler (bateria)</p>
<p>Soundcloud:<br />
<iframe title="Mercy Killing" width="640" height="450" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?visual=true&#038;url=https%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fusers%2F44492885&#038;show_artwork=true&#038;maxheight=960&#038;maxwidth=640"></iframe></p>
<p>Bandcamp:<br />
<a href="https://mercykillingbr.bandcamp.com/" target="_blank" rel="noopener">https://mercykillingbr.bandcamp.com/</a></p>
<p><strong>Contatos:</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/mercy-killing/">Mercy Killing</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1263</post-id>	</item>
		<item>
		<title>JigSaw</title>
		<link>https://www.bahiarock.com.br/jigsaw/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jig Saw]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2017 20:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[anos 80]]></category>
		<category><![CDATA[bahia]]></category>
		<category><![CDATA[jigsaw]]></category>
		<category><![CDATA[Megadeth]]></category>
		<category><![CDATA[Metal]]></category>
		<category><![CDATA[metalica]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>
		<category><![CDATA[trash metal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://bahiarock.com.br/jigsaw/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fundada em 2014, a banda traz influências de Metallica e Megadeth, com um som na</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/jigsaw/">JigSaw</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fundada em 2014, a banda traz influências de Metallica e Megadeth, com um som na pegada thrashão anos 80, equilibrando a velocidade com peso.</p>
<p>Atualmente o CD encontra-se em fase de produção e a banda busca um baixista para compor sua formação.</p>
<p><strong>Contatos:</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/jigsaw/">JigSaw</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1267</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Entrevista Malefactor</title>
		<link>https://www.bahiarock.com.br/entrevista-malefactor/</link>
					<comments>https://www.bahiarock.com.br/entrevista-malefactor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucas Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2017 01:49:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Black Metal]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[malefactor]]></category>
		<category><![CDATA[Metal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://bahiarock.com.br/?p=1220</guid>

					<description><![CDATA[<p>E lá se foram 25 anos&#8230; Quem acompanha a cena Metal da Bahia nem percebeu</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-malefactor/">Entrevista Malefactor</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>E lá se foram 25 anos&#8230; Quem acompanha a cena Metal da Bahia nem percebeu passar. E uma das bandas mais emblemáticas do <em>Underground</em> baiano completa este tempo de vida. Emblemática, pela atuação, pelo amor ao que faz&#8230; Importante não só porque não desistiu, mas também pela coragem constante de se reinventar. Agora, em 2017, sai o sexto álbum da banda, intitulado “<strong>Sixth Legion</strong>”. Como o próprio <strong>Lord Vlad</strong>, líder fundador da banda diz, um “retorno às raízes”.</p>
<p>Com formação nova, músicas rápidas, som mais cru e direto, “<strong>Sixth Legion</strong>” chega para ser um dos melhores lançamentos nacionais de 2017. Sobre tudo isso, o <strong>Bahia Rock</strong> conversa com os três integrantes remanescentes da banda: <strong>Lord Vlad</strong> (baixo e vozes), <strong>Jafet Amoedo</strong> (guitarras) e <strong>Danilo Coimbra</strong> (guitarras) para sabermos sobre este lançamento, novos passos e as novas conquistas na “guerra” travada pela <strong>Malefactor</strong> há 25 anos. Confira!</p>
<h4>A Malefactor, após inúmeros anos, mudou mais uma vez a formação. Isso gerou algum impacto para banda?</h4>
<p><strong>Lord Vlad:</strong> Antes de responder, agradecer pelo convite e dar os parabéns pelo retorno de vocês. A cena baiana agradece. Qualquer mudança traz impactos e, no nosso caso, foi uma grande mudança. Metade da banda foi embora, por motivos/justificativas diferentes, mas, no meu entendimento, ficaram os que ainda estão a fim de viver na estrada, com todo respeito a meus irmãos ex-membros. Agora, tudo está mais rápido e isso se refletiu nas composições. Precisávamos provar a nós mesmos que íamos fazer nosso melhor álbum. A repercussão ainda está muito nova, ainda nem saiu nas revistas e zines. Mas os “maníacos” têm procurado bastante e, em breve, estará nas plataformas digitais e poderemos ter ideia do quanto ele foi aprovado. Eu mesmo não paro de escutar. E isso é bem difícil da minha parte. Geralmente levo meses sem ouvir depois do processo todo de mixagem e masterização.</p>
<h4>A quantidade de integrantes menor afetou em que medida o método de composição de vocês?</h4>
<p><strong>Lord Vlad:</strong> Sim, claro. Agora as decisões são tomadas muito rápidas. Antes eram 6 músicos. Um <em>riff</em>, às vezes, era muito discutido, uma letra, uma roupa de show, por horas, semanas&#8230; Agora, levam dois minutos, no máximo. E nossa decisão foi de que este seria o disco mais cru e agressivo, sem perder nossa identidade. Conseguimos, com certeza. Tem de volta aquele cheiro de juventude e guerra do “<strong>Celebrate Thy War</strong>” (agora com uma produção foda), da demo-tapes e toda a velocidade do início da banda, mas sempre mantendo a atmosfera épica e <em>Heavy/Black</em> metal que é nossa assinatura.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1225" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-malefactor/malefactor-foto1/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto1.jpg?fit=480%2C305&amp;ssl=1" data-orig-size="480,305" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="malefactor-foto1" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto1.jpg?fit=480%2C305&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-1225 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto1-450x286.jpg?resize=450%2C286" alt="" width="450" height="286" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto1.jpg?resize=450%2C286&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto1.jpg?w=480&amp;ssl=1 480w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>São 25 anos de banda&#8230; Qual sua leitura do momento atual da banda?</h4>
<p><strong>Lord Vlad: </strong>Nunca fomos tão bons ao vivo. Nem em estúdio. Esta é minha leitura. Basta ver os convites que estamos recebendo em comparação há poucos anos. Eu não tinha mais tesão em estar no <strong>Malefactor</strong>. Os ensaios tornaram-se raros, os shows também, as músicas novas sendo feitas em computadores porque não conseguíamos mais nos reunir, pois sempre as prioridades eram outras. Agora inverteu tudo. Todos trabalhando todo dia de alguma forma. Seja com a divulgação, com marcação de shows, com gravações de vídeo. Estamos focados para levar nosso nome a outro patamar. Reconquistar o que tínhamos há dez anos e perdemos, e ir muito mais além. Estamos com um disco diabólico em mãos e queremos fazê-lo chegar o mais longe possível dentro da verdadeira cena underground.</p>
<h4>O &#8220;Sixth Legion&#8221;, novo trabalho da Malefactor, é um disco menos melódico, mais agressivo, porém mantém os elementos épicos da banda. Foi um processo natural essa &#8220;reinvenção&#8221;?</h4>
<p><strong>Lord Vlad:</strong> Sim! E isso, de certa forma, também gerou nossa ruptura com os ex-membros. Alguns não queriam voltar às origens, outros não queriam mais tocar tão rápido. Eu queria voltar para a atmosfera da época das demos, onde éramos uma banda de <em>Death Metal</em> muito original no que se refere à cena brasileira de 1993/94. E percebi pelas composições que o caminho estava sendo este. Danilo, Jafet e eu sempre fomos os compositores de 90% das músicas, os outros entravam mais com ideias nos arranjos. Todo o disco da <strong>Malefactor</strong> tem músicas minhas, mas como sempre assinamos como composições da banda, muitos pensam que eu só fazia as letras. Um ex-membro uma vez disse: “Vocês querem reconquistar um público que não nos quer mais”. Ele está errado, queríamos reconquistar a nós mesmos. Eu nunca deixei de ser, de certa forma, aquele adolescente <em>Death Metal</em>, e queria poder tocar TUDO que quiser na banda que eu fundei. Foda-se quem não nos ouve mais por motivos que nem quero saber. Este disco foi feito por e para nós três: Lord Vlad, Danilo e Jafet. Demoramos para perceber isso. Este disco não seria assim se fosse feito de outra forma. Agradeceremos sempre a imensa ajuda de <strong>Thiago Nogueira</strong>! Pra mim, um dos melhores bateristas de metal de todos os tempos. (Nota do Entrevistador: Thiago Nogueira, produtor e baterista, foi músico de estúdio contratado para executar a bateria em Sixth Legion). Basta ouvir o “<strong>Sixth Legion</strong>” e ver se estou exagerando.</p>
<h4>Você sempre se dedicou aos vocais. Mas agora também toca o baixo&#8230; Como tem sido está adaptação?</h4>
<p><strong>Lord Vlad:</strong> Durante os dois primeiros anos de banda, eu tocava guitarra e vocal. Mas nunca fui egoísta, e sempre achei que a banda merecia um guitarrista melhor, além de eu poder me dedicar mais as vozes. A adaptação foi rápida, pois eu sempre toquei em casa. Até amigos próximos não sabiam disso e um cara falou: “você realmente tem pacto com Satã, ninguém aprende a tocar baixo em dois meses e sai tocando e cantando assim, sem a banda cair de nível”. Eu podia ganhar esta história pro saco das lendas, mas prefiro ser honesto: eu sempre toquei (risos). A dificuldade maior foi a adaptação aos palcos. Ainda quero me tornar um baixista melhor, e evoluir ao vivo na postura de como interagir com o público. Mas não somos metal de plástico nem prog metal; então, não foi também nenhum bicho de sete cabeças. Nosso produtor, Vicente, não acreditou quando fui gravar o baixo do disco novo. Até aquele momento acho que até os caras estavam meio receosos. Mas eu não faria algo se não tivesse certeza que estaria 100% quando fosse a hora. Basta ouvir o disco. Está com o timbre, volume e execução que eu pedi ao produtor. Meu baixo tem som de morte. Sujo e com o brilho que eu queria muito. Estou muito satisfeito e tenho certeza que meus irmãos também.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1231" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-malefactor/malefactor-foto2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto2.jpg?fit=335%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="335,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="malefactor-foto2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto2.jpg?fit=335%2C500&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-1231 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto2-302x450.jpg?resize=302%2C450" alt="" width="302" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto2.jpg?resize=302%2C450&amp;ssl=1 302w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto2.jpg?w=335&amp;ssl=1 335w" sizes="auto, (max-width: 302px) 100vw, 302px" /></p>
<h4>O trabalho de guitarras, provavelmente, foi o mais impactante da banda&#8230; Nos falem sobre esse processo de composição?</h4>
<p><strong>Jafet Amoedo:</strong> A composição seguiu a mesma linha dos outros álbuns da banda. A gente faz um esqueleto da música e um mostra para o outro, que completa com algumas ideias. O que mudou nesse registro é que nos sentimos mais livres em algumas músicas, já que, quando soubemos que Thiago ia gravar, houve, pelo menos para mim, uma descarga de motivação e acabei que eu fiz uma música com ele praticamente no estúdio, gravando as outras! Quando mostrei a ele, ele curtiu a ideia e falou, gostei dela, manda mais (risos). Com relação ao som gravado, foi a primeira vez que a banda gravou quatro guitarras, sendo duas de cada lado. Foi trabalhoso, pois tivemos de gravar a mesma música quatro vezes! Mas o resultado valeu a pena. E o trabalho de Vicente, na produção dessas guitarras, foi a melhor que já tivemos!</p>
<p><strong>Danilo Coimbra:</strong> A maioria das músicas já estavam compostas desde o ano passado por mim. Jafet e Vlad estavam também com uma música cada. Mas com a saída de Alexandre, baterista, da banda, ficamos de encaixar no disco mais duas músicas feitas por mim e Jafet. No processo de arranjos, eu, Vlad e Jafet estivemos muito juntos, tentando encaixar os arranjos das vozes que Vlad já havia compostos em algumas faixas. Como a banda já tem 25 anos juntos fica fácil trabalhar junto, pois cada um já entende o que o outro está pensando. Mesmo assim, a <strong>Malefactor</strong> sempre prioriza as partes dos arranjos, para podermos trabalhar juntos, pois é aí que acrescentamos a personalidade de cada um. É assim que estas misturas se transformam em música!</p>
<h4>&#8220;Sixth Legion&#8221; é o trabalho mais maduro da banda? Fale-nos do seu processo de composição neste álbum.</h4>
<p><strong>Lord Vlad:</strong> 50% da estrutura deste álbum foi composto em casa por Danilo, que já chegava com os arranjos de guitarra e bateria prontos e gravados na pré-produção. Hoje, isso é possível e a tecnologia nos ajudou muito. Eu e Jafet compusemos a outra metade do disco, além do cover do <strong>Horrified</strong> da Grécia, que, acredito, irá deixar nossos irmãos helênicos orgulhosos.</p>
<h4>Você é um conhecido defensor do Metal Nacional, contribuindo para cenas e para os eventos que priorizam as bandas locais. Como vê a cena do Brasil hoje?</h4>
<p><strong>Lord Vlad:</strong> Muito ruim de público. Ótimas bandas, demos, zines e discos. Produções honestas. Mas o público prefere ficar em casa vendo shows pela internet e indo dormir cedo. Eu adoro viajar para shows pelo país, ver o que está acontecendo por aí. Olha pra cena carioca: quantas bandas foda, hein ? Olha pra cena da Bahia&#8230;. Todo ano aparecem bandas que já chegam de voadora no pescoço. Mas a cena está dormente, com um ou outro produtor maluco como eu que arrisca perder o que nem tem, e ainda fica ouvindo reclamação de <em>banger</em> bunda suja. Quase todo mundo tem ou teve banda no metal. Mas 80% só vai pros shows das suas próprias bandas. Semana passada mesmo a casa de show disse que não ia colocar amplificadores melhores porque as bandas não tem publico. Lotamos a casa, tudo foi massa. Mas até a gente fica naquela dúvida se as coisas estão melhorando. Nossa parte, claro, estamos fazendo. Ninguém vê um show nosso mais ou menos. O produtor sabe que iremos chegar lá e apresentar um show ainda melhor que o disco. Basta o público apoiar que as coisas melhoram.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1232" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-malefactor/malefactor-foto3/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto3.jpg?fit=500%2C300&amp;ssl=1" data-orig-size="500,300" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="malefactor-foto3" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto3.jpg?fit=500%2C300&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-1232 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto3-450x270.jpg?resize=450%2C270" alt="" width="450" height="270" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto3.jpg?resize=450%2C270&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-foto3.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>O que as bandas devem fazer para se manter tanto tempo na ativa como a Malefactor?</h4>
<p><strong>Lord Vlad:</strong> Beberem muito, muito mesmo. Sempre desconfio de banda que ninguém bebe e não usa camisas de outras bandas nacionais. Tem uns cu de burro aí que nego paga maior pau, mas nunca usa camisa de outras bandas. Pensam que metal é olimpíadas. Nunca deixarem de se dedicar e acreditar em seus ideais. Não se preocupar com fofoca, isso só atrasa o lado da banda e da cena. Nunca perder tempo com pessoas medíocres que nunca serão ninguém além de sombras das nossas conquistas. Trabalhe certo que as coisas acontecem. Frequente sua cena local e outras. No mais, não fique sonhando em ser o Slayer, você nunca será, eles já existem. Mas não se satisfaça em ser só mais uma. Nunca. São os conselhos do Tio Vlad para os novos satanistas do pedaço (risos).</p>
<h4>O mercado tem produzido boas novas bandas? O que tem ouvido que vale a pena mencionar?</h4>
<p><strong>Lord Vlad:</strong> O mercado nos abandonou. A cena <em>underground</em> tem vomitado ótimas bandas. Eu ouço novas e velhas bandas. Não dá para acompanhar tudo, é muita coisa sendo lançada toda hora. Os discos que mais ouvi em setembro de 2017 (tem discos de várias épocas) foram:</p>
<p>Brasil:</p>
<p>Malefactor &#8211; Sixth Legion<br />
Reffugo – Christ Agony<br />
Miasthenia – Antípodas<br />
Sodamned – Songs for All and None<br />
Escarnium – Interitus<br />
Witching Altar – Ride with the Devil<br />
Necro – Adiante<br />
Rottenbroth – Visions of Autopsy<br />
Agnideva – Kaliseva<br />
Lord Blasphemate – Lucifer Prometheus</p>
<p>Overseas:</p>
<p>Katavasia – Daemonic Offering<br />
Varathron – Untrodden Corridors of Hades<br />
Primordial – Where Greater Men Have Fallen<br />
Dark Tranquility – Yesterworlds (Demo tape era)<br />
Septic Flesh – Codex Omega<br />
Enslaved – In Times<br />
Ejecutor – Ejecutor<br />
Satyricon &#8211; Live at the Opera<br />
Gruesome – Dimensions of Horror<br />
Immolation – Atonement</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1230" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-malefactor/malefactor-logo/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-Logo.jpg?fit=500%2C143&amp;ssl=1" data-orig-size="500,143" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="malefactor-Logo" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-Logo.jpg?fit=500%2C143&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-1230 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-Logo-450x129.jpg?resize=450%2C129" alt="" width="450" height="129" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-Logo.jpg?resize=450%2C129&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/09/malefactor-Logo.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<h4>Obrigado pela entrevista! Por favor, deixe uma mensagem aos fãs de metal e do Bahia Rock!</h4>
<p><strong>Lord Vlad:</strong> Muito obrigado pela oportunidade. Quero convidar aos <em>metalheads</em> para uma audição do “<strong>Sixth Legion</strong>”. Está uma obra fudida e verdadeira! Enxofre, Aço, Sangue, Magia e Metal feito para bater cabeça em alto volume. Ano que vem sai o documentário: &#8220;<strong>MALEFACTOR – 25 anos sob a lei da espada</strong>”. inclusive, aproveitando o espaço, gostaria de, em primeira mão, anunciar a entrada de <strong>Daniel Falcão</strong> como <strong>baterista efetivo</strong> da banda. Ele também é o baterista das bandas Headhunter DC, Insaintfication e Vermis Mortem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/entrevista-malefactor/">Entrevista Malefactor</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.bahiarock.com.br/entrevista-malefactor/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1220</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
