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	<title>Arquivos album | BahiaRock</title>
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	<title>Arquivos album | BahiaRock</title>
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		<title>Review – Álbum – Dona Iracema – Balbúrdia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2019 02:18:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma banda lançar um disco chamado “Balbúrdia” já merece elogios só por isso. Afinal de</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma banda lançar um disco chamado “Balbúrdia” já merece elogios só por isso. Afinal de contas, o atual ministro da educação Abraham Weintraub afirmou que <a href="https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,mec-cortara-verba-de-universidade-por-balburdia-e-ja-mira-unb-uff-e-ufba,70002809579" target="_blank" rel="noopener noreferrer">é isso que ocorre nas faculdades públicas do país</a>. O timing do grupo Dona Iracema na escolha do título foi perfeito e é impressionante como uma simples palavra pode trazer tanto significado. É importante ver artistas, principalmente musicais, se posicionarem em relação ao desmonte na cultura que vem sendo promovido pelo governo federal.</p>
<p>O melhor de tudo é que o conjunto de Vitória da Conquista aborda temas contemporâneos com muito bom humor, misturando também em suas letras referências regionais. Tudo isso com uma sonoridade que tem influência dos anos 1990 de bandas como Mamonas Assassinas, Raimundos, Red Hot Chilli Peppers e Faith no More, e até mesmo da baiana Catapulta (como bem lembrou <a href="http://rockloco.blogspot.com/2019/09/abram-alas-para-dona-iracema.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Franchico</a>), mas que ao mesmo tempo tem um “frescor” atual. Sem dúvidas “Balbúrdia” é um dos discos mais “cool” de 2019, tanto do rock baiano quanto do nacional.</p>
<p>Tentar descrever o som da Dona Iracema é uma tarefa interessante, já que simplesmente citar as influências ou sons parecidos não seja o suficiente. Rock pesado, hardcore, um swing meio thrash (!?)… Ou como o próprio baterista Oscar definiu em entrevista para o blog Rock Loco, seria como uma mistura de gêneros bem diversa com uma grande quantidade de ritmos sem amarras. Ao ouvir “Balbúrdia” o ouvinte percebe que a sonoridade varia bastante, mas o mais impressionante é que banda mantém a coesão, o que é fundamental quando se cria uma enorme mistura sonora desse tipo.</p>
<p>No entanto, não é só no rock “bagaceira” que o som da Dona Iracema se inspira. A sonoridade baiana também está presente, tanto que a faixa “Volta pra Casa João” conta com a ilustre presença do “Prince baiano” (termo que esse que vos escreve inventou) Luiz Caldas. Isso mostra que eles não se limitam apenas na vertente roqueira, mostrando que o gênero não precisa se prender dentro de regras muito restritas</p>
<p>Agora é nas letras que a balbúrdia fica completa! Em “Cara de Pau” o vocalista Balaio pergunta “Quem sabe com quantos paus se faz um cidadão de bem”, jogando a verdade na cara do conservadorismo de fachada da sociedade brasileira atual. Mas tem também espaço para uma pegada pop “Escuta Meu Cd”, cuja letra vai ficar na cabeça de quem ouvir. Mas sem dúvidas a mais hilária é “Centro do Universo”, que com apenas uma palavra também diz muito sobre o Brasil de 2019.</p>
<p>O disco produzido por André T é também um dos mais divertidos de 2019, mas nem por isso não deixamos de sentir o profissionalismo da produção. Além disso, para completar a balbúrdia, o álbum ainda conta com outras participações especiais de Nancy Viégas e Pedro Pondé, figuras importantes da cena rock baiana de ontem e de hoje.</p>
<h4>Ouça no Spotify:<br />
<iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/2ES9DWuLSQEVDKXAEi55d3" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></h4>
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		<title>Review – Álbum – Los Canos &#8211; Volta?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2019 03:02:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[album]]></category>
		<category><![CDATA[Los Canos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Surgida em 2003, a Los Canos fez sucesso na cena rock de Salvador com suas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Surgida em 2003, a Los Canos fez sucesso na cena rock de Salvador com suas letras embebidas de romantismo juvenil e um certo humor meio ingênuo/meio debochado, tudo isso embalado por melodias grudentas e guitarras barulhentas. Em 2007, a saída do vocalista Eduardo Penna no “auge” da banda (após aparecerem na MTV, terem tocado em festivais pelo país e com disco novo recém-lançado) foi um duro golpe nessa trajetória que parecia ser promissora, e eles acabaram encerrando as atividades no ano seguinte.</p>
<p>Em 2018, a formação original se reuniu para um show, apresentando também músicas novas. Estas músicas estão presentes neste aguardado novo disco, que acabou de ser lançado nas plataformas digitais. Com o nome autoexplicativo “Volta?”, a Los Canos mostra mais seriedade e variedade temática do que nos trabalhos anteriores da banda, mas continua divertida, barulhenta e com alma bubblegum.</p>
<p>Após uma colagem com falas dos integrantes, um riff de baixo introduz a primeira faixa do disco, “Óculos”. Quando entram a guitarra e a bateria, logo me lembro de “Garota Nota 7” (do último disco da banda): punk bubblegum acelerado com letra simples e divertida. Eles não desaprenderam!</p>
<p>Em seguida, “Mimimi” mantém a alta velocidade, mas traz uma letra crítica e politizada (o que é uma novidade nas músicas da Los Canos). O alvo é quem chama de “mimimi” as reclamações contra piadas preconceituosas e outras coisas erradas que passam como normais. “Pelo direito de fazer piada/segue sem perceber/que nesse caso a piada é você.”</p>
<p>A terceira faixa, “E pra que ajeitar?”, é um rock mais cadenciado, com uma letra reflexiva sobre as dificuldades em se encaixar nos padrões da vida adulta, se tornar um cara “sério” e “se ajeitar”. Se ajeitar pra quê, se estamos felizes assim?</p>
<p>As letras críticas retornam nas duas próximas músicas: “Sua profissão é odiar”, com guitarras bem “ramônicas”, detona com os chamados haters, que proliferam nas redes sociais. Já “Eucentrista” é bem curtinha e ironiza os narcisistas, egoístas, egocêntricos&#8230; Esse tipo de letra lembra as músicas da Uine, um dos projetos de Penna nesse período de “recesso” da Los Canos.</p>
<p>Mas o romantismo finalmente resolve dar as caras em “Me tratar (a paixão)” – cujo clipe já foi lançado no YouTube. Baixo e bateria marcantes conduzem a música, na qual paixão é comparada com uma droga extremamente viciante. Viciante também é o refrão grudento (já usei quantas vezes essa palavra nesse texto mesmo?): “Vou me tratar com você/não quero nem saber/que efeito vai dar/se vai ser difícil de parar”.</p>
<p>Após “#Somostodosterráqueos”, uma vinheta com uma fala de Penna imaginando como seria a xenofobia e o preconceito aplicados aos extraterrestres, a Los Canos recupera o humor debochado do início da banda com “O miçangueiro de Wall Street”, a maior música do disco (mais de 6 minutos!). Após um discurso sobre a impossibilidade de esta ser uma faixa escondida, porque as pessoas “vão ouvir no Spotify” (como eu realmente estava ouvindo), vem um teclado que lembra “Like a Rolling Stone”, uma letra irônica, vocais desleixados e muita “bagunça”, fazendo um contraponto ao lado mais sério do álbum.</p>
<p>Em “Volta?”, a Los Canos mostra que conseguiu amadurecer sem perder sua essência, mesmo após tantos anos sem tocarem juntos. Fica aqui a torcida por mais shows e músicas novas, para que a interrogação no nome do disco seja substituída por um ponto de exclamação!</p>
<p>Ouça no Spotify:<br />
<iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/4f11StXYCST2fvvKWiEWEz" width="300" height="380" frameborder="0" allowtransparency="true" allow="encrypted-media"></iframe></p>
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		<title>Review – Álbum – Iorigun &#8211; Skin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 22:45:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[@IORIGUN]]></category>
		<category><![CDATA[album]]></category>
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		<category><![CDATA[Skin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Formada por Iuri Moldes (guitarra e voz), Moysés Martins (baixo), Fredson Henrique (guitarra) e Leonel</p>
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<p>Formada por Iuri Moldes (guitarra e voz), Moysés Martins (baixo), Fredson Henrique (guitarra) e Leonel Oliveira (bateria), a Iorigun é uma banda de Feira de Santana (BA) que faz um indie rock com sonoridade calcada no pós-punk, com melodias pungentes e vocais sombrios, melódicos, e em alguns momentos, desesperados (chegando a lembrar o Joy Division em algumas músicas). Após cerca de 1 ano do seu primeiro EP, Empty Houses/Filled cities, de 2017, o quarteto lançou, no final de 2018, o EP Skin. Segundo eles mesmos, em Skin há uma continuação e um aprofundamento da temática do primeiro EP, focando, desta vez, na angústia em lidar com o outro e com os próprios pensamentos e sentimentos.</p>



<p>A primeira faixa é “Hold on”, que, sem introduções, inicia acelerada, mas ainda assim suave, com guitarra e bateria limpas e diretas, enquanto os versos falam de desencontros, inseguranças e terminam pedindo: “Hold on, I ´ll wait for you” (“aguente firme, eu esperarei por você”).  Em seguida, “Intimacy” vem mais lenta, mas com mais peso nas guitarras e viradas de bateria, enquanto uma doce e melódica melancolia domina os vocais.</p>



<p>Após “Under my skin”, um pequeno interlúdio com melodias etéreas e que vão gerando uma tensão crescente, temos “In the edge of something big”, com bons riffs e solos, clima desesperado e intenso, e que faz um apelo bem pertinente diante do momento em que vivemos no país: “when your world falls down, resist” (“quando seu mundo desmoronar, resista”).</p>



<p>As duas últimas faixas mantêm o clima atormentado do EP: “<a href="https://open.spotify.com/album/3GB4VFUTEjSjkKXrimWMp2?si=hg2CG52dRwqKIqpPfQht_g">Fight to forget</a>” tem um belo riff e um refrão angustiado que se repete bastante; e “The Trickster II” encerra Skin com um clima bastante sombrio, arrastado e com uma desesperança profunda e resignada: sem amar ninguém e nem temer o fim, só resta viver “até o último suspiro”…</p>



<p>Ouça no Spotify:</p>



<figure><iframe src="https://open.spotify.com/embed/album/14oinECBomTISAA9IhT6jm" width="300" height="380"></iframe></figure>



<p></p>
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		<title>Review – Álbum – Rubra &#8211; Holos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2018 14:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[album]]></category>
		<category><![CDATA[Holos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Formada por Amanda Torres (vocal/guitarra), Éverton Torres (guitarra), Tom Siqueira (baixo) e Vini Barros (bateria),</p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-rubra-holos/">Review – Álbum – Rubra &#8211; Holos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Formada por Amanda Torres (vocal/guitarra), Éverton Torres (guitarra), Tom Siqueira (baixo) e Vini Barros (bateria), a banda <a href="http://www.bahiarock.com.br/rubra/">Rubra</a> lançou em 2018 seu terceiro álbum, Holos. Com seis faixas, o álbum oferece um rock pesado (com alguma influência stoner, eu diria), sombrio e “noturno” (como já fica evidente na capa do disco e nos nomes das músicas); e a combinação de guitarras pesadas com vocal feminino em alguns momentos faz lembrar de bandas como Far From Alaska e da conterrânea Pitty, mas as semelhanças param por aí.</p>
<p>O disco começa com “Presa”, que primeiro destaca os belos vocais de Amanda, para depois seguir com riffs cortantes e bateria acelerada. A letra fala de uma “caça” como metáfora para o desejo e a paixão incontroláveis: “Esse filme me incomoda, mas não há como evitar/o prazer que me domina vai me auto sabotar!” Em seguida, temos “Armadilha”, com uma introdução muito semelhante à de “50 million year trip (downside up)” do Kyuss (olha o stoner aí, não falei?). Novamente a combinação entre o vocal intenso e atormentado e o instrumental agressivo fazem muito bem aos ouvidos – e um momento mais lírico no meio da música dá um descanso a eles, para retornar com mais barulho e distorção no final.</p>
<p>O clima sombrio e amargurado continua na terceira faixa, “Noite”, que lamenta: “eu não sei esquecer de mim”, e novamente termina com uma torrente de guitarras graves. “Caçador”, por sua vez, tem um ritmo mais lento e cadenciado, melódico, com exceção da explosão de distorção no refrão. As duas últimas músicas, “Sombra” e “Animal” – esta última, com a participação de Bruno Alpino e Gui de Bem, da banda brasiliense Dona Cislene &#8211; não destoam do rock pesado, nem das letras reflexivas e cheias de sentimento, encerrando um trabalho bastante coeso. Um disco para ouvir à noite, no escuro, e bebendo vinho tinto – ou melhor, rubro&#8230;</p>
<p>Ouça no Spotify:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/1mClJakZZH8kbrBrK7x7Rn" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Review – Álbum – PsiCORDÉLico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 22:30:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[album]]></category>
		<category><![CDATA[psiCORDÉLico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nome PsiCORDÉLico é bem curioso em definir de forma tão simples e clara a</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O nome PsiCORDÉLico é bem curioso em definir de forma tão simples e clara a sonoridade da banda. Pegue guitarras distorcidas e psicodélicas, e misture com a cultura de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel" target="_blank" rel="noopener">cordel</a>, usando o modo de cantar dos cantores de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Repente" target="_blank" rel="noopener">repente</a>: pronto, temos a melhor definição do som do grupo.</p>
<p>É sempre bom ver bandas que criem algo diferente e criativo, ainda mais usando elementos locais da sua cultura e os misturando com rock. Diversos outros artistas já fizeram misturas similares, e algumas delas servem de influência para o PsiCORDÉLico como Nação Zumbi e Gilberto Gil, só para citar alguns.</p>
<p>Inclusive, uma das 5 músicas do EP leva o nome da banda e é bem didática em apresentar o som do grupo através de uma canção. E deixa bem clara também o conteúdo de suas letras que fazem algumas críticas sociais, mas também de conteúdo político. “Educação e Cultura”, por exemplo, fala da importância delas e de como elas vão salvar o Brasil. O tom mescla seriedade com um pouco de irreverência.</p>
<p>Outro tema abordado pela a banda é sobre a discriminação das drogas, mais especificamente a maconha. A música “A Maconha que Virou Incenso de Procissão” conta uma história hilária sobre o assunto, seguindo bem a linha dos cantores de repente. É uma canção épica de mais de 8 minutos.</p>
<p>O grande mérito da banda é conseguir transformar essa mistura em algo totalmente coeso e interessante. Temos muitas guitarras pesadas com influências de heavy metal, criando o clima de psicodelia, com alguns pequenos toques de música eletrônica, MPB, reggae, e obviamente, a cultura do cordel.</p>
<p>O PsiCORDÉLico apresenta em 5 músicas, no EP de mesmo nome da banda, toda a sua pluralidade musical. Uma banda que foi capaz de captar a essência da cultura nordestina do cordel e misturar com rock, fazendo um som atual e interessante, sem soar dissonante com elementos que poderiam simplesmente não fazer sentido algum juntos.</p>
<p>Ouça no Spotify:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/7FcFud4B7jpPmw45nbjkA1" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://www.bahiarock.com.br/review-album-psicordelico/">Review – Álbum – PsiCORDÉLico</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.bahiarock.com.br">BahiaRock</a>.</p>
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		<title>Review – Álbum – Ronei Jorge &#8211; Entrevista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2018 14:31:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[Ronei Jorge]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma entrevista o entrevistador quer conhecer mais sobre o entrevistado e faz perguntas para</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma entrevista o entrevistador quer conhecer mais sobre o entrevistado e faz perguntas para obter essas informações. Ronei Jorge lançou em 2018 seu primeiro disco solo, após ter feito parte de bandas como Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta e Saci Tric. Chamado de “Entrevista”, esse trabalho é uma boa oportunidade do músico responder em forma de música algumas perguntas que poderiam ser feitas pelo ouvinte que gostaria de saber como ele definiria sua própria musicalidade.</p>
<p>Apesar de ser um trabalho solo, Ronei Jorge montou uma ótima equipe para conceber esse disco. A começar pelo baterista Maurício Pedrão, com quem esteve junto com ele no Ladrões de Bicicleta, e também o produtor musical Pedro Sá, responsável por Frascos Comprimidos Compressas, segundo disco dos Ladrões. Então, apesar de Ronei ter mais liberdade criativa sem seu trabalho autoral solo, essas presenças fazem com que sonoridade lembre um pouco sua banda anterior. Porém isso é algo normal, é como se “Entrevista” fosse uma versão atualizada do músico, mas que nem por isso deixou de lado toda a sua bagagem musical. Completam a banda Aline Falcão (teclado, piano e sanfona), Carla Suzart (baixo) e Ian Cardoso (guitarra).</p>
<p>Se em Frascos Comprimidos Compressas Ronei já tinha explorado dividir os vocais com uma mulher, em “Entrevista” ele apostou nessa dualidade vocal em todo o disco. Aline e Carla além de desempenharem seus papéis de instrumentistas, também mostram todo o seu talento vocal. Ronei e suas “Ronetes” (não podia perder o trocadilho com a banda The Ronettes) criam um trabalho bem interessante na combinação do timbre de suas vozes.</p>
<p>Definir as influências musicais de Ronei presentes em “Entrevista” não é uma tarefa fácil. Estamos em um site especializado em rock, mas sem dúvidas o gênero não seria uma referência tão fácil e óbvia de ser observada. Talvez em “O Inferno É Você”, que foi lançada como o 1º single do disco, tenha uma pegada mais forte de guitarras e um ritmo mais “agitado”. No entanto, o mais comum seria classificar como uma “nova MPB”, quando o estilo não se apresenta de forma mais fácil e óbvia.</p>
<p>“Entrevista” é um disco que explora muito o lado sentimental do ouvinte. Seja com uma pegada de nostalgia, explorada em “Noites de Goiabada”, mas também o lado amoroso, na reflexiva “Que Amor É Esse?”. Muitas vezes temos também um clima mais intimista, como se tivéssemos a impressão que Ronei canta sozinho, com pouco instrumental, diretamente para o ouvinte. Dessa forma ele consegue ir direto ao ponto em transmitir todos os sentimentos que deseja.</p>
<p>Após ouvir as 10 canções dessa “entrevista musical” fica difícil não conhecer um pouco mais sobre Ronei Jorge. Elas exploram toda a pluralidade musical do músico e cantor, mostrando que é possível sim descobrir muita coisa sobre os sentimentos de uma pessoa. Mas saber quem ele realmente é, aí quem sabe ouvindo seus trabalhos anteriores podemos chegar em algo próximo a isso. Pelo menos em como ele se define como artista. Isso pelo menos fica muito claro em seu primeiro disco solo.</p>
<p>Ouça no Spotify:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/1er3kX2C2LeSieBhcTOtlQ" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Review – Álbum – Madame Rivera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Prates]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2018 00:54:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[album]]></category>
		<category><![CDATA[Madame Rivera]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No release da banda Madame Rivera, eles dizem que tem influências de bandas dos anos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No release da banda Madame Rivera, eles dizem que tem influências de bandas dos anos 90 como o Garbage, grupos mais novos como Arctic Monkeys, e até mesmo de heavy metal do Angra. Após ouvir o primeiro EP deles, é possível identificar essas referências. Felizmente elas não são tão óbvias assim.</p>
<p>Logos nos primeiros acordes de “Invertido”, música que abre o EP, já ouvimos um timbre de guitarra cheio de distorções pesadas, isto é, estamos diante de uma banda de rock. No entanto não é possível rotular tão facilmente o som da banda. O vocal feminino de Janaína Almeida tem um timbre muito peculiar, uma voz forte e marcante. Essas são as primeiras coisas que chamam a atenção no EP de estréia da Madame Rivera.</p>
<p>Ou seja, temos um disco essencialmente de rock, sem misturas com outros estilos. É possível identificar que temos uma banda se descobrindo, experimentando, mas que sabe onde quer chegar.</p>
<p>Esse primeiro EP tem algumas limitações técnicas, como a banda explicou em entrevista para Chico Castro Jr. do Jornal A Tarde &#8211; que pode ser lida no <a href="http://rockloco.blogspot.com.br/2018/04/o-rock-que-ainda-respira-em-salvador.html">blog do jornalista</a>. Entretanto isso não é um problema, já que é possível sentir toda a energia da banda, algo mais próximo de uma apresentação ao vivo, isto é, um som cru, mas verdadeiro. Essa é a melhor forma de se conhecer um artista.</p>
<p>Surgida em 2015 a banda já é uma das promessas de novos artistas do rock baiano que provam que ainda existe vida para o gênero no estado da Bahia. As 5 músicas do EP apresentam bem a proposta da banda: rock em estado puro.</p>
<p>Ouça no Spotify:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/7IAsIxF5HYRMyd2IbJj6jG" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Review – Álbum – Indominus &#8211; The Road of Fear</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grigorio Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2018 13:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[album]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Indominus]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[The Road of Fear]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Pesado, muito pesado!” Esse foi o primeiro pensamento que tive ao ouvir os acordes iniciais</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Pesado, muito pesado!” Esse foi o primeiro pensamento que tive ao ouvir os acordes iniciais do EP “<strong>The Road of Fear</strong>” (2018), da banda soteropolitana <strong>INDOMINUS</strong>. Os caras desfilham neste trabalho um heavy metal old school, com pegada oitentista, alternando muito peso nas guitarras, trechos melódicos e riffs fortes, beirando o thrash metal em algumas passagens.</p>
<p>O disco contém cinco músicas, sendo as três primeiras gravadas no estúdio Revolusom. As outras duas são registros ao vivo, gravadas em 2017 no <strong>Palco do Rock</strong> de Salvador. A boa qualidade das gravações, tanto das músicas de estúdio quanto dos registros ao vivo, proporciona uma audição perfeita pra quem deseja conhecer o trabalho da banda.</p>
<p>O disco começa com a pesadíssima e cadenciada faixa título “<strong>The Road of Fear</strong>”, com seus riffs palhetados que lembram bandas como Judas Priest, Iced Earth e até a antiga Overdose. A segunda faixa, intitulada “<strong>Theater of War</strong>”, segue a mesma linha, alternando peso e melodia, enquanto a terceira “<strong>The Racers</strong>” tem uma pegada mais veloz, numa sonoridade mais próxima da fase oitentista do Iron Maiden.</p>
<p>Já a música “<strong>Drill</strong>”, gravada ao vivo, traz uma atmosfera mais doom, lembrando os primórdios do Black Sabbath e Candlemass, bandas fundadoras do estilo. O disco encerra com a empolgante canção “<strong>Indominus</strong>”, voltando à influência do Judas Priest do início dos anos 80, com um andamento mais rock’n roll para a galera bater cabeça.</p>
<p>A banda <strong>INDOMINUS</strong>, formada em 2015 por músicos experientes da cena metálica de Salvador, conta atualmente com Ronaldo Pitanga nos vocais, Álvaro Moinhos na guitarra, Márcio Farias no baixo e Rafael Nogueira na bateria. Este EP, de qualidade musical inegável, mostra que os caras estão bem afiados, não deixam a peteca cair em nenhum momento e estão prontos para darem voos mais altos, quem sabe um CD completo em breve. Vale a pena conferir.</p>
<p>Uma versão ao vivo da música “<strong>The Road of Fear</strong>” já havia feito parte da coletânea virtual argentina <strong>El Bunker Del Metal – Misteria</strong> (2017), que reúne bandas de toda a América Latina. A <strong>INDOMINUS</strong> também lançou nas redes sociais, no ano passado, o single “Megatown” e tem feito shows com grande regularidade, angariando um bom público. Quem curte metal não pode deixar de apreciar o som desses caras e acompanhar o crescimento dessa banda, que promete muita coisa boa para o futuro.</p>
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		<title>Review – Álbum – Todas as Bandeiras – Maglore</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcio Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 11:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[album]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia Rock]]></category>
		<category><![CDATA[BahiaRock]]></category>
		<category><![CDATA[cd]]></category>
		<category><![CDATA[Maglore]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[rock baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Todas as Bandeiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um disco, mais uma formação. Esta tem sido a sina da Maglore desde o</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um disco, mais uma formação. Esta tem sido a sina da Maglore desde o disco III quando deixou de ser um quarteto para se transformar num trio. Desta vez a saída do baixista Rodrigo Damati fez com que Teago Oliveira repensasse a formação voltando para o quarteto. Para isso Lelo Brandão foi convidado a retornar às guitarras e Paulo Lucas Oliveira (Banda Vitreaux) passou a assumir os contrabaixos.<br />
<a href="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Maglore1.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1711" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/review-album-todas-as-bandeiras-maglore/maglore1/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Maglore1.jpg?fit=793%2C524&amp;ssl=1" data-orig-size="793,524" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Maglore1" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Maglore1.jpg?fit=640%2C423&amp;ssl=1" class="wp-image-1711 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Maglore1.jpg?resize=424%2C280" alt="" width="424" height="280" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Maglore1.jpg?w=793&amp;ssl=1 793w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Maglore1.jpg?resize=450%2C297&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Maglore1.jpg?resize=768%2C507&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px" /></a>Na musicalidade, “Todas as Bandeiras” mantém a evolução da banda percebida desde o álbum III, em parte isso se dá a parceria com Rafael Ramos e Leonardo Marques (Deck Discos) somado a própria maturidade de Teago e cia nas composições e o entrosamento dos 4, mesmo sendo uma formação relativamente nova.</p>
<p>O álbum é composto por 10 músicas que misturando o Rock ao melhor da MPB, te fazem parar, pensar, refletir e ter esperança, desde o hit “Aquela Força” que te faz acreditar na fé e na força <em>“Que a águia tem no alto quando vai mergulhar&#8230;”</em>; passando pela política “Todas as Bandeiras” que dá nome ao álbum, mostrando a resiliência do povo perante o que acontece no país<em> “E toda vez que a gente morre assim, renasce / A gente renasce /E sempre renasce!”</em>.</p>
<p>Mas o disco também é sobre AMOR, principalmente amor próprio, como na excelente “Hoje Eu Vou Sair” que mostra a volta por cima de um coração sofrido <em>“Já foi bem mais forte do que cocaína / Já abriu ferida no mesmo lugar / Já não faço força pra ter alegria / Já não faço força pra me deslocar”</em>. É também sobre a desilusão na “Eu Consegui”: <em>“Você já sabe / Que agora essa ladeira cê vai ter que escorregar / E fique esperto / Que você não tem bandeira nenhuma pra levantar”</em>.</p>
<p>Mas tenha calma, “Todas as Bandeiras” também é sobre ter paciência e colocar a cabeça no lugar, não tem como ouvir a música “Calma” e não sentir um pouco de esperança e paz para resolução dos problemas: <em>“Calma / O tempo é o seu melhor amigo / Eu sei que isso não faz sentido agora / Mas calma / Pois nada fica fora do lugar / Por tanto tempo”</em>.</p>
<p>Enfim, “Todas as Bandeiras” é aquele disco para ouvir com calma, faixa a faixa, do início ao fim. É uma viagem sem sair do lugar, dificilmente saíra do seu playlist de forma rápida. É um excelente disco de uma banda que vem mostrando evolução e maturidade a cada lançamento. A Maglore já é uma realidade e com este disco tem tudo para alçar voos bem maiores.</p>
<p><strong>Ouça no Spotify:</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/48CasaNDwCsh6lHwK26g0R" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
<hr />
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/cdMagloremenor.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1723" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/review-album-todas-as-bandeiras-maglore/cdmagloremenor/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/cdMagloremenor.jpg?fit=256%2C256&amp;ssl=1" data-orig-size="256,256" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="cdMagloremenor" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/cdMagloremenor.jpg?fit=256%2C256&amp;ssl=1" class="alignnone wp-image-1723" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/cdMagloremenor.jpg?resize=200%2C200" alt="" width="200" height="200" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/cdMagloremenor.jpg?w=256&amp;ssl=1 256w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/cdMagloremenor.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/cdMagloremenor.jpg?resize=100%2C100&amp;ssl=1 100w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a></p>
<p><strong>Álbum:  </strong>Todas As Bandeiras<br />
<strong>Artista:</strong>  Maglore<br />
<strong>País:</strong> Brasil<br />
<strong>Gravadora:</strong> Deck Discos<br />
<strong>Lançamento:</strong> 1 de setembro de 2017</p>
<p><strong>Faixas:</strong></p>
<p>1-Aquela Força<br />
2-Todas as Bandeiras<br />
3-Clonazepam 2 Mg<br />
4-Me Deixa Legal<br />
5-Jogue Tudo Fora<br />
6-Hoje Eu Vou Sair<br />
7-Eu Consegui<br />
8-Quando Chove no Varal<br />
9-Calma<br />
10-Valeu, Valeu</p>
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		<title>Review &#8211; Álbum &#8211; Selva Mundo &#8211; Vivendo do Ócio</title>
		<link>https://www.bahiarock.com.br/review-album-selva-mundo-vivendo-do-ocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcel Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Oct 2017 16:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[album]]></category>
		<category><![CDATA[cd]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[rock baiano]]></category>
		<category><![CDATA[selva mundo]]></category>
		<category><![CDATA[vivendo do ocio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produzido por Curumin e Fernando Sanches, o terceiro álbum de estúdio da Vivendo do Ócio</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Produzido por Curumin e Fernando Sanches, o terceiro álbum de estúdio da Vivendo do Ócio evidencia uma grande evolução do grupo, não só na sua sonoridade, mas também nas temáticas abordadas nas músicas. No disco de estreia, <em>Nem Sempre tão Normal</em> (bem como no primeiro EP, <em>Teorias de Amor Moderno</em>), o quarteto demonstrava uma grande influência do então chamado “novo rock” (The Strokes, The Hives, Arctic Monkeys&#8230;), e as letras falavam principalmente de desilusões amorosas, problemas de relacionamento e angústias juvenis.</p>
<p>Nos trabalhos seguintes (o álbum <em>O Pensamento é um Ímã</em> e o EP <em>Som, Luzes e Terror</em>), já se notava um desenvolvimento das ideias e do estilo da banda, que chegou ao seu auge em <em>Selva Mundo</em>. É o disco mais maduro e autêntico da Vivendo do Ócio, mesclando as influências iniciais com uma pegada mais pesada e “atormentada”, mas ao mesmo tempo soando mais brasileira, e até mesmo regional (como em “Porrada” e “Beira do mar”), além de revelar um lado mais “soturno”, já observado em <em>Som, Luzes e Terror</em>. Uma faixa emblemática dessa mistura sonora é “Prisioneiro do Futuro”: começa como um rock mais direto, até chegar em uma parte instrumental que lembra um “arrocha”(!!!), para em seguida encerrar com um solo barulhento de guitarra.</p>
<p>Nas letras, a o desenvolvimento também é evidente: os temas são igualmente mais maduros, como os tormentos da vida na cidade grande (“A lista”, “Prisioneiro do futuro”), as questões existenciais (“Carranca”, “Amor em construção”) e os problemas sociais (“A espera”, “Porrada”). Mas o destaque fica para “Prisma”, com seus versos metafóricos e sombrios (“Eu não sou santo e nem diabo/e sempre estarei do lado do teu incenso, do teu cigarro”). Ainda temos muito o que esperar do ócio criativo destes jovens baianos.</p>
<p><strong>Ouça no Spotify:</strong></p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Selva Mundo" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/7vqtZIY39w7WJcVlUQnvdE?si=popE0tBB&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
<hr />
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p><strong><a href="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/selva-mundo-W200.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1627" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/review-album-selva-mundo-vivendo-do-ocio/selva-mundo-w200/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/selva-mundo-W200.jpg?fit=200%2C200&amp;ssl=1" data-orig-size="200,200" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="selva-mundo-W200" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/selva-mundo-W200.jpg?fit=200%2C200&amp;ssl=1" class="alignnone size-full wp-image-1627" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/selva-mundo-W200.jpg?resize=200%2C200" alt="" width="200" height="200" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/selva-mundo-W200.jpg?w=200&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/selva-mundo-W200.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/selva-mundo-W200.jpg?resize=100%2C100&amp;ssl=1 100w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a><br />
Álbum: </strong>Selva Mundo<br />
<strong>Artista:</strong> Vivendo do Ócio<br />
<strong>País:</strong> Brasil<br />
<strong>Gravadora:</strong> Independente<br />
<strong>Lançamento:</strong> 9 de setembro de 2015</p>
<p><strong>Faixas:</strong></p>
<p>1- A Espera<br />
2- Prisioneiro Do Futuro<br />
3- Prisma<br />
4- A Lista<br />
5- Beira Do Mar<br />
6- Carranca<br />
7- Selva Mundo<br />
8- Porrada<br />
9- Não Te Digo Nada<br />
10- Amor Em Construção<br />
11- Salva!<br />
12- Batalha Do Sono</p>
<p>&nbsp;</p>
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