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	<title>Grigorio Rocha, Autor em BahiaRock</title>
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	<title>Grigorio Rocha, Autor em BahiaRock</title>
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		<title>Review – Álbum – Indominus &#8211; The Road of Fear</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grigorio Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2018 13:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[album]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Pesado, muito pesado!” Esse foi o primeiro pensamento que tive ao ouvir os acordes iniciais</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Pesado, muito pesado!” Esse foi o primeiro pensamento que tive ao ouvir os acordes iniciais do EP “<strong>The Road of Fear</strong>” (2018), da banda soteropolitana <strong>INDOMINUS</strong>. Os caras desfilham neste trabalho um heavy metal old school, com pegada oitentista, alternando muito peso nas guitarras, trechos melódicos e riffs fortes, beirando o thrash metal em algumas passagens.</p>
<p>O disco contém cinco músicas, sendo as três primeiras gravadas no estúdio Revolusom. As outras duas são registros ao vivo, gravadas em 2017 no <strong>Palco do Rock</strong> de Salvador. A boa qualidade das gravações, tanto das músicas de estúdio quanto dos registros ao vivo, proporciona uma audição perfeita pra quem deseja conhecer o trabalho da banda.</p>
<p>O disco começa com a pesadíssima e cadenciada faixa título “<strong>The Road of Fear</strong>”, com seus riffs palhetados que lembram bandas como Judas Priest, Iced Earth e até a antiga Overdose. A segunda faixa, intitulada “<strong>Theater of War</strong>”, segue a mesma linha, alternando peso e melodia, enquanto a terceira “<strong>The Racers</strong>” tem uma pegada mais veloz, numa sonoridade mais próxima da fase oitentista do Iron Maiden.</p>
<p>Já a música “<strong>Drill</strong>”, gravada ao vivo, traz uma atmosfera mais doom, lembrando os primórdios do Black Sabbath e Candlemass, bandas fundadoras do estilo. O disco encerra com a empolgante canção “<strong>Indominus</strong>”, voltando à influência do Judas Priest do início dos anos 80, com um andamento mais rock’n roll para a galera bater cabeça.</p>
<p>A banda <strong>INDOMINUS</strong>, formada em 2015 por músicos experientes da cena metálica de Salvador, conta atualmente com Ronaldo Pitanga nos vocais, Álvaro Moinhos na guitarra, Márcio Farias no baixo e Rafael Nogueira na bateria. Este EP, de qualidade musical inegável, mostra que os caras estão bem afiados, não deixam a peteca cair em nenhum momento e estão prontos para darem voos mais altos, quem sabe um CD completo em breve. Vale a pena conferir.</p>
<p>Uma versão ao vivo da música “<strong>The Road of Fear</strong>” já havia feito parte da coletânea virtual argentina <strong>El Bunker Del Metal – Misteria</strong> (2017), que reúne bandas de toda a América Latina. A <strong>INDOMINUS</strong> também lançou nas redes sociais, no ano passado, o single “Megatown” e tem feito shows com grande regularidade, angariando um bom público. Quem curte metal não pode deixar de apreciar o som desses caras e acompanhar o crescimento dessa banda, que promete muita coisa boa para o futuro.</p>
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		<title>História do Rock Baiano &#8211; Síncope</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grigorio Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2017 12:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
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		<category><![CDATA[Síncope]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eis que a década de 1990 em Salvador produziu mais uma grande banda de heavy</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eis que a década de 1990 em Salvador produziu mais uma grande banda de <em>heavy metal</em> que fez tremer os palcos soteropolitanos. Dessa vez falamos da <strong>SÍNCOPE</strong>, uma banda de sonoridade encorpada, que apresentava uma perfeita sintonia entre o peso do thrash metal mais cadenciado com elementos de rock progressivo e heavy metal clássico, tendo como influências bandas das décadas de 60, 70 e 80, fórmula que conquistou rapidamente um enorme público e o reconhecimento na cena local.</p>
<p>A SÍNCOPE iniciou suas atividades em 1991, mas estabilizou sua formação no ano seguinte com Ronaldo Pitanga no vocal, Bruno Uzêda e Leonardo Rêgo nas guitarras, Maurício Uzêda no contrabaixo e Tito Mutti na bateria. Inicialmente eles ensaiavam num galpão na casa do guitarrista Leonardo, só depois conquistando uma melhor estrutura de estúdios para os ensaios. Ao longo da trajetória, passaram pela banda vários outros músicos, como o contrabaixista Alberto Carvalho (ex-Zona Abissal) e os bateristas Camilo Baiardi e Humberto Monteiro.<br />
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<p>Com seu “heavy metal trabalhado”, a <strong>SÍNCOPE</strong> se destacou rapidamente na cena de rock soteropolitana no início da década de 1990, fazendo uma enorme quantidade de shows (mais de quarenta) nesse período e tocando nos festivais mais importantes da época. A banda se apresentou vários anos seguidos no Palco do Rock, desde a sua primeira edição, em 1994, nas areias da praia de Jaguaribe, e também nas edições do festival Garage Rock em 1996, na Faculdade de Economia da UFBA (Piedade), em 1997, no bar Casablanca (Amaralina), e em 1998, na Concha Acústica do TCA.</p>
<p>A banda ainda tocou em festivais no Hotel Pelourinho (Centro Histórico de Salvador) e na Associação Atlética da Bahia (Barra), fez shows no Clube de Engenharia (Av. Carlos Gomes), no Clube Cruz Vermelha (Campo Grande), no bar Holandês Voador (Rio Vermelho) e também na cidade de Aracaju, capital de Sergipe, onde tiveram que passar a noite nas areias da praia de Atalaia com o pessoal que os acompanhou na van alugada, pois a produção do evento não havia providenciado hotel para o pernoite após o show (coisas do underground da época).<br />
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<p>Um fato marcante na carreira da <strong>SÍNCOPE</strong> ocorreu quando a banda venceu o Festival de Música Top Bizz Cajuba, evento de grande repercussão no famoso Clube Baiano de Tênis, quando recebeu os prêmios de melhor banda e melhor vocalista. A <strong>SÍNCOPE</strong> também foi a primeira banda de heavy metal a estar entre as finalistas do badalado Troféu Caymmi, um tradicional festival que premiava artistas da música baiana, mas que reconhecia pela primeira vez uma banda de som pesado entre os selecionados.</p>
<p>Durante a sua carreira a <strong>SÍNCOPE</strong> fez poucos registros de suas canções. O primeiro foi com uma fita demo, em formato K7, intitulada “CREATION”, que continha duas músicas e teve uma excelente recepção pela crítica especializada, com resenhas positivas na revista paulista Rock Brigade e em fanzines do Brasil e de Portugal. As letras e linhas vocais eram compostas por Pitanga, ficando a parte instrumental a cargo dos demais membros.<br />
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<p>Posteriormente a <strong>SÍNCOPE</strong> participou de duas importantes coletâneas de rock e heavy metal da época. Em 1996 a canção “Creation” fez parte do CD Bahia Rock Collection, lançado pela WR Records e produzido por Wesley Rangel, que contou ainda com a participação de nomes importantes do cenário baiano, como Yonsen Maia, Dois Sapos e Meio e Blackness. Em 1997 a música “The Last Beattle” fez parte do CD coletânea “Doisdabahia”. Dessa coletânea também participaram outras grandes bandas de metal que estavam começando a despontar, como Malefactor, Veuliah, Mercy Killing e Shadows. Estes foram os últimos registros fonográficos.</p>
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		<title>História Do Rock Baiano &#8211; Shadows</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grigorio Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 12:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
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		<category><![CDATA[Shadows]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A década de 1990 do século XX foi uma das mais profícuas quando se fala</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A década de 1990 do século XX foi uma das mais profícuas quando se fala do surgimento de novas bandas na cena do <em>heavy metal</em> na Bahia. Foi exatamente na primeira metade daquela década que surgiu para a cena metálica da capital baiana um dos mais talentosos grupos e talvez o que tenha formado o público mais fiel e fanático durante os anos noventa. Se trata simplesmente da banda <strong>SHADOWS</strong>, que desfilava um <em>power metal </em>forte e altamente empolgante, com letras inspiradas em temas históricos e míticos e uma musicalidade influenciada por bandas como King Diamond, Mercyful Fate, Running Wild, Grave Digger e Blind Guardian, com riffs bem “palhetados” e rufos de bumbos enfurecidos.</p>
<p>Tudo começou em 1994, quando um grupo de amigos que morava nos bairros do Cabula e Pernambués se uniu para fazer um som, criar composições misturando <em>heavy metal</em> com toques eruditos e falar de modo sombrio sobre temas épicos e cavalheirescos. Com imensas dificuldades financeiras, equipamentos e instrumentos toscos, a banda começou a fazer alguns ensaios em um estúdio caseiro no Caminho das Árvores, casa do amigo <strong>Cláudio Doreto</strong>, onde gravaram seu primeiro registro em fita K7 na cara e na coragem.</p>
<p>Unindo os habilidosos e criativos guitarristas <strong>Dennis Leoni</strong> e <strong>Jason Bittencourt</strong>, a cozinha afiadíssima do baterista <strong>Luís Mello</strong> (Louis Bear) e do baixista <strong>Ricardo Iglesias</strong>, além do carismático vocalista <strong>Leonardo Leão</strong>, a <strong>SHADOWS</strong> gravou em 1995, no mesmo estúdio no qual ensaiava, a aclamada demo tape “Empire of Darkness”. Contando com as canções “Lost in Darkness”, “Master of Shadows”, “Lord Of All Sins”, “Eternal Void”, “Lady of the Lake” e “Black Flag”, a fita K7 apresentava uma boa produção para a época, tanto do ponto de vista da capa e encarte quanto da parte de gravação e mixagem, apesar de todas as dificuldades técnicas em termos de equipamentos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2770" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-shadows/shadows-foto1/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1.jpg?fit=500%2C344&amp;ssl=1" data-orig-size="500,344" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="shadows-foto1" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1.jpg?fit=500%2C344&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-2770 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1-450x310.jpg?resize=450%2C310" alt="" width="450" height="310" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1.jpg?resize=450%2C310&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto1.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p>O impacto desse lançamento foi imenso, inclusive em revistas e fanzines Brasil afora. A banda passou a fazer shows com muita regularidade, sempre lotados, e a frequentar o<em> line up</em> dos grandes festivais que ocorriam na Bahia, como o <strong>Garage Rock</strong> e o <strong>Palco do Rock</strong> no carnaval de Salvador, onde foi eleita banda revelação em sua primeira apresentação e já na segunda foi escolhida a preferida do público. Nesse período a <strong>SHADOWS</strong> fez outras apresentações importantes, como ao lado da banda brasiliense Dark Avenger num evento memorável no famoso bar Canoa, no Hotel Pestana. Também chegou a fazer shows em outros estados, como em Sergipe e Minas Gerais, este último num festival na cidade de Itaúna.</p>
<p>Mesmo com o rápido sucesso e o reconhecimento do público, no início a <strong>SHADOWS</strong> passou por grandes dificuldades, não só pela falta de recursos financeiros e equipamentos (os músicos não tinham sequer um amplificador), mas também com as condições de realização de shows. Em um deles, num bar do centro histórico do Pelourinho, a banda se recusou a tocar porque o local onde iria ser realizado o evento ficava praticamente na beira de um precipício e o palco, além de mambembe, era montado sobre estacas de madeira. Segundo o baterista Louis, a bateria era tão ruim que ele não acreditava que ela resistiria sequer à primeira música.</p>
<p>Apesar das dificuldades, outros shows da <strong>SHADOWS</strong> no período foram extremamente marcantes, como o primeiro show no bar <strong>Idearium</strong>, no bairro do Rio Vermelho, que a partir daquele momento passaria a ser um dos principais espaços dedicados ao rock e <em>heavy metal</em> em Salvador nos anos seguintes. Como esse foi o primeiro show naquele local e a banda não sabia como iria funcionar, preparam um imenso repertório de covers além das músicas próprias, de forma que este foi o show mais longo da banda, durando aproximadamente três horas, com direito a um intervalo para descanso. Outro momento marcante e muito lembrado pelos membros foi o primeiro show oficial da banda, no porão de um bar no bairro de Brotas, pela grande energia que receberam do público e pelo clima literalmente underground.</p>
<p>Logo em seguida ao lançamento da bem sucedida demo tape, a <strong>SHADOWS</strong> lançou músicas novas em duas importantes coletâneas de rock e heavy metal da época. Em 1996 a excelente música “The Scourge” fez parte do CD Bahia Rock Collection, lançado pela WR Records e produzido por Wesley Rangel, que contou ainda com a participação de nomes importantes do cenário baiano, como Yonsen Maia, Dois Sapos e Meio e Blackness.</p>
<p>Já em 1997 a <strong>SHADOWS</strong> participou com a música “The Story of a Hero” do CD coletânea “Doisdabahia”, produzido por Rui Mascarenhas e André Lemos, lançado pela Colé Tânia Records, uma parceria da Uivo Studio de Comunicação com a Jan Skates. Dessa coletânea também participaram outras grandes bandas de metal que estavam começando a despontar, como Malefactor, Veuliah, Mercy Killing e Síncope.</p>
<p>No final de 1997 a <strong>SHADOWS</strong> abriu o show de <strong>Paul Dianno</strong>, ex-vocalista do Iron Maiden. Nessa apresentação inesquecível, que tem registro em vídeo no YouTube, a banda tocou novas canções que se tornaram hinos dos fãs, como Colors of Bifrost e Lady Light.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2772" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-shadows/shadows-foto2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto2.jpg?fit=400%2C241&amp;ssl=1" data-orig-size="400,241" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="shadows-foto2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto2.jpg?fit=400%2C241&amp;ssl=1" class="size-full wp-image-2772 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto2.jpg?resize=400%2C241" alt="" width="400" height="241" /></p>
<p>Em 1999, após a saída de <strong>Dennis Leoni</strong> (um dos principais compositores da banda) para seguir carreira na música erudita e a entrada do guitarrista <strong>Patrick Amorim</strong>, o grupo decide encerrar suas atividades com o nome <strong>SHADOWS</strong>. A mudança foi anunciada em grande estilo, no dia 28 de julho daquele ano, no meio do show no 8º <strong>Garage Rock Festival</strong>, realizado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, com o hasteamento de um pano de fundo com o novo logotipo.</p>
<p>O anúncio feito pelo vocalista <strong>Leonardo Leão</strong> pegou o público de surpresa e causou certa perplexidade. Alguns amigos dos membros que já sabiam da mudança contam que, após o anúncio de que aquele seria o último show da <strong>SHADOWS</strong>, muita gente da plateia começou a lamentar, perguntando por que a banda iria acabar se era tão boa. Quando chegou ao final do show, a galera enlouquecida e aliviada após terem entendido o que realmente estava acontecendo, já gritava aos berros o novo nome da banda.</p>
<p>A mudança teria sido necessária porque já existia outra banda brasileira registrada com o nome <strong>SHADOWS</strong>, podendo gerar problemas jurídicos no futuro, em especial questões contratuais com gravadoras. A banda então foi rebatizada com o nome <strong>Drearylands</strong>, que lançou seu debut álbum logo no ano seguinte (2000) pela Mandrahgora Productions, em parceria com a recém-criada Maniac Records.</p>
<p>Esse primeiro disco de estúdio, intitulado “Some Dreary Songs&#8230; and other tunes from the shadows”, trouxe ainda quatro canções antigas da SHADOWS, já conhecidas do público nas apresentações ao vivo: Lady Light, Sailors of Argo, Colors of Bifrost e Story of a Hero. As novas composições, contudo, apresentavam uma linha musical mais densa e melódica, chegando a flertar o <em>doom metal</em>, em especial nos climas e temáticas melancólicas das canções. Esse direcionamento diferente marcou um novo momento da banda, de afastamento das suas origens power metal e de um verdadeiro renascimento conceitual. Segundo <strong>Jason Bittencourt</strong>, que passou ser o principal compositor da parte instrumental após a saída de Dennis, a primeira canção composta após a mudança foi “Learn to fly”, a qual considera muito significativa desse recomeço.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2771" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-shadows/shadows-foto3/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto3.jpg?fit=480%2C360&amp;ssl=1" data-orig-size="480,360" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="shadows-foto3" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto3.jpg?fit=480%2C360&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-2771 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto3-450x338.jpg?resize=450%2C338" alt="" width="450" height="338" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto3.jpg?resize=450%2C338&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto3.jpg?resize=86%2C64&amp;ssl=1 86w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/11/shadows-foto3.jpg?w=480&amp;ssl=1 480w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p>Algum tempo depois do lançamento do disco, Jason também saiu da banda para seguir carreira na música erudita. Em seguida Patrick e Ricardo também deixaram o grupo, mas a <strong>Drearylands</strong> seguiu carreira gravando bons discos e angariando cada vez mais fãs, agora contando com os guitarristas <strong>Páris Menescal</strong> e <strong>Rafael Syade</strong> e com o baixista <strong>Marcos Cazé</strong>. Com esse trio de cordas gravam o segundo disco em 2003, chamado “Heliopolis”. A banda permanece na ativa até hoje, sendo ainda uma das principais do metal brasileiro.</p>
<p>Os headbangers mais antigos, que viveram a cena do heavy metal baiano na década de 1990, não deixam de lembrar toda a euforia causada pelo surgimento da antiga SHADOWS, com seus shows cheios de energia, composições velozes e refrões grudentos, típicos do estilo power metal, que até hoje não se apagam da memória.</p>
<p>Links:</p>
<p>Show em 1997 – Abertura para Paul Dianno:<br />
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<p>Músicas da demo tape “Empire of Darkness”:</p>
<p>Lost in Darkness:<br />
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<p>Master of Shadows:<br />
<iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/x0rsO3VMJUs?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Lord of All Sins:<br />
<iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YISRkxRL1_E?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Eternal Void:<br />
<iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/eswLcZB_vlw?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Lady of The Lake:<br />
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<p>Black Flag:<br />
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		<title>História Do Rock Baiano &#8211; O Ser Opaco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grigorio Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 15:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
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		<category><![CDATA[historia do rock]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lá pelos idos de 1993, entre as noitadas regadas a muito rock n’ roll, vinho</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lá pelos idos de 1993, entre as noitadas regadas a muito rock n’ roll, vinho de qualidade duvidosa e frenéticos acordes de violão pelas ruas do bairro de Mussurunga, em Salvador, se formou uma das bandas mais emblemáticas do cenário do rock soteropolitano, com o misterioso e sugestivo nome <strong>O SER OPACO</strong>.</p>
<p>Tudo começou com um grupo de jovens que se reunia para matar o tédio inventando música de todo tipo. Em épocas onde internet era coisa de gente rica, esse grupo realizava sessões na casa de um e de outro para ouvir fitas K7 e discos de vinil, de bandas que variavam desde Napalm Death, Morbid Angel, Ramones e Dead Kennedys a Pearl Jam, Judas Priest e Iron Maiden, passando por Legião Urbana e outros ícones do rock nacional. Em paralelo aos ensaios da banda de grindcore da galera, a <strong>Premature Mongo</strong>, foi se formando outra banda entre os membros do grupo, que deu origem ao <strong>O SER OPACO</strong>.</p>
<figure id="attachment_2266" aria-describedby="caption-attachment-2266" style="width: 279px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2266" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-o-ser-opaco/oseropaco-foto1/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto1.jpg?fit=310%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="310,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="OSerOpaco-foto1" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Feijão (Vocal, guitarra)&lt;/p&gt;
" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto1.jpg?fit=310%2C500&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-2266" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto1-279x450.jpg?resize=279%2C450" alt="" width="279" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto1.jpg?resize=279%2C450&amp;ssl=1 279w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto1.jpg?w=310&amp;ssl=1 310w" sizes="auto, (max-width: 279px) 100vw, 279px" /><figcaption id="caption-attachment-2266" class="wp-caption-text">Feijão (Vocal, guitarra)</figcaption></figure>
<p>Apesar de apresentar uma linha sonora mais próxima do psicodélico oitentista e do movimento grunge de Seattle (cujas bandas estavam estourando na época), <strong>O SER OPACO</strong> expressava o ecletismo do gosto musical de seus membros, que diziam querer fazer um som psicodélico, mas como rompantes de <em>heavy metal</em> e pitadas regionais. Desta forma, diziam que suas influências variavam de Pearl Jam, Dead Can Dance, Joy Division, The Cure, The Smiths e Type O Negative a Elomar, Xangai e Geraldo Azevedo.</p>
<p>Com essa proposta a banda iniciou suas atividades quando Erick Correia (voz, guitarra, violão e flauta doce), mais conhecido como Feijão, apresentou à galera algumas músicas que tinha composto no violão e que tiveram uma repercussão positiva do pessoal que já fazia barulho junto. Daí para formação da banda foi algo imediato, havendo entre os amigos inúmeros músicos que passaram pelo grupo. Se incorporaram então à banda Rafael Santiago (ex-Glorious, A Curva) no contrabaixo, Mário Sérgio na bateria e Primo Zé na guitarra solo. Ao longo do tempo passaram pela banda Patrícia na flauta transversal e flauta doce, Deo e Fábio nos teclados, além de Márcio na bateria e Nildo no contrabaixo.</p>
<figure id="attachment_2267" aria-describedby="caption-attachment-2267" style="width: 267px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2267" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-o-ser-opaco/oseropaco-foto2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto2.jpg?fit=297%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="297,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="OSerOpaco-foto2" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Rafael Santiago (Contrabaixo)&lt;/p&gt;
" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto2.jpg?fit=297%2C500&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-2267" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto2-267x450.jpg?resize=267%2C450" alt="" width="267" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto2.jpg?resize=267%2C450&amp;ssl=1 267w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto2.jpg?w=297&amp;ssl=1 297w" sizes="auto, (max-width: 267px) 100vw, 267px" /><figcaption id="caption-attachment-2267" class="wp-caption-text">Rafael Santiago (Contrabaixo)</figcaption></figure>
<p>O grupo ensaiava em estúdios no próprio bairro de Mussurunga, mas também no Bonfim e no estúdio de Irmão Carlos, no Marback. Logo começaram a aparecer os shows e a banda formou rapidamente um grande público. Um dos primeiros shows foi em 1995, no espaço cultural do Conselho de Moradores de Mussurunga 1, mesmo local que chegou a abrigar shows de bandas como Malefactor, Obliteration e Injúria no início de carreira, nos festivais Brutal Noise I e II.</p>
<p>No ano seguinte <strong>O SER OPACO</strong> participou do Festival de Arte e Cultura em Defesa da Educação, na Escola de Belas Artes da UFBA (Canela) e em 1997 fizeram um grande show no Encontro Nacional dos Estudantes de Arte, realizado na UCSAL (Federação). Ao longo de 1998 a banda fez vários shows bem concorridos em bares e espaços culturais no centro histórico do Pelourinho e no Politeama.</p>
<figure id="attachment_2268" aria-describedby="caption-attachment-2268" style="width: 269px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2268" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-o-ser-opaco/oseropaco-foto3/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto3.jpg?fit=299%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="299,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="OSerOpaco-foto3" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Primo Zé (Guitarra Solo)&lt;/p&gt;
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<p>Em 1999 foi a vez da banda fazer uma importante apresentação abrindo o show da já famosa banda de <em>heavy metal</em> paulista <strong>ANGRA</strong>, evento realizado no espaço cultural Pelourinho de Nazaré. Nesse show a banda teve no palco a participação de uma violoncelista, um sonho antigo de Feijão, que ambicionava a incorporação de mais instrumentos acústicos nas performances ao vivo. Muitos <em>headbangers</em> menos radicais, que ainda não conheciam <strong>O SER OPACO</strong>, ficaram admirados com a sonoridade da banda, que não era muito comum em terras baianas naquele período.</p>
<p>Mas foi no ano 2000 que <strong>O SER OPACO</strong> teve seu maior público, quando se apresentou no Palco do Rock, na praia de Piatã, tendo uma enorme receptividade da plateia. A essa altura a banda demonstrava amadurecimento musical e já tinha um grande número de fãs que a acompanhava e cantava junto as suas músicas próprias, como a balada “Face”, as agitadas “Never” e “Fight” e as pesadas e psicodélicas “The Line”, “Sandman” e “Tomorrow”. Pra delírio da galera, a banda ainda tocou os covers “Christian Woman”, do Type O Negative, e “Daughter”, do Pearl Jam, levantando areia na praia de Piatã.</p>
<figure id="attachment_2270" aria-describedby="caption-attachment-2270" style="width: 277px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2270" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-o-ser-opaco/oseropaco-foto4/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto4.jpg?fit=308%2C500&amp;ssl=1" data-orig-size="308,500" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="OSerOpaco-foto4" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Deo (Teclados)&lt;/p&gt;
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<p>A última apresentação do <strong>O SER OPACO</strong> aconteceu no mesmo ano 2000, num bar em Itapuã, ao lado da Primitivus Roots e da The Sheriff. Algum tempo depois a banda, inexplicavelmente, encerrou suas atividades sem gravar sequer uma demo ou cd. Não são conhecidos também registros em vídeo das apresentações e, segundo alguns ex-membros, restaram apenas algumas gravações de ensaios em fitas K7 durante os sete anos de existência da banda.</p>
<p>Essa história de <strong>O SER OPACO</strong> é mais uma prova da vitalidade do rock baiano, que conseguia combinar influências internacionais, nacionais e regionais em um repertório altamente denso e criativo, mas também é o registro de como as dificuldades financeiras e de estrutura técnica por vezes fazem com que se percam no tempo tantas obras genais. De toda sorte, fica a esperança no coração dos antigos fãs e testemunhas desse grande trabalho de que algum reencontro dos antigos membros ocorra e, pelo menos, possa vir à tona em registro fonográfico aquelas canções que embalaram muitas noitadas soteropolitanas.</p>
<figure id="attachment_2273" aria-describedby="caption-attachment-2273" style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="2273" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-o-ser-opaco/oseropaco-foto5/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/OSerOpaco-foto5.jpg?fit=500%2C317&amp;ssl=1" data-orig-size="500,317" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="OSerOpaco-foto5" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Mário Sérgio (Bateria)&lt;/p&gt;
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		<title>História do Rock Baiano &#8211; Slavery</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grigorio Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 12:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História Do Rock Baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[historia do rock baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Slavery]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lá no início da década de 1990, quando o underground soteropolitano já era sacudido por bandas emblemáticas de <em>heavy metal</em> como a <strong>Zona Abissal</strong>, <strong>Headhunter D.C.</strong> e <strong>Mystifier</strong>, surgia na cidade de Salvador uma nova banda que iria abalar ainda mais a cena. Essa banda se chamava <strong>SLAVERY</strong>.</p>
<p>Com claras influências de bandas como Morbid Angel e Deicide, a <strong>SLAVERY</strong> apresentava uma sonoridade que pode ser caracterizada como um <em>Death Metal</em> técnico e veloz, alternando riffs rápidos e trabalhados com solos melódicos e bem elaborados. A <strong>SLAVERY</strong> se destacou rapidamente como uma das bandas mais promissoras do cenário baiano e, por conta disso, formou rapidamente um grande público e seus shows estavam sempre lotados, em especial os vários realizados no Clube de Engenharia, na Avenida Carlos Gomes, em parceria com outro ícone do underground soteropolitano, a banda de <em>doom metal</em> <strong>The Cross</strong>.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1801" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-slavery/slavery-foto1/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/slavery-foto1.jpg?fit=400%2C204&amp;ssl=1" data-orig-size="400,204" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="slavery-foto1" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/slavery-foto1.jpg?fit=400%2C204&amp;ssl=1" class="size-full wp-image-1801 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/slavery-foto1.jpg?resize=400%2C204" alt="" width="400" height="204" /><span style="text-transform: initial;">Liderada pelo vocalista e guitarrista virtuose </span><strong style="text-transform: initial;">David Santana</strong><span style="text-transform: initial;">, que antes dos quinze anos já havia composto peças eruditas para violão, valsas, prelúdios e sonatas para piano, a </span><strong style="text-transform: initial;">SLAVERY</strong><span style="text-transform: initial;"> contava no seu </span><em style="text-transform: initial;">line-up</em><span style="text-transform: initial;"> com o baterista </span><strong style="text-transform: initial;">Lyo Hollf</strong><span style="text-transform: initial;">, com </span><strong style="text-transform: initial;">Fábio</strong><span style="text-transform: initial;"> no baixo e com o guitarrista base </span><strong style="text-transform: initial;">Cristhiano Silva</strong><span style="text-transform: initial;"> (substituído posteriormente por Mercyo Hussein). Com essa formação a banda gravou em 1992 seu primeiro álbum de estúdio em vinil, o LP intitulado </span><strong style="text-transform: initial;">To Kill in Cold Blood</strong><span style="text-transform: initial;">. O disco saiu pelo selo baiano </span><strong style="text-transform: initial;">Bazar Musical Records</strong><span style="text-transform: initial;">, que era uma clássica loja localizada no histórico edifício Orixás Center, no centro de Salvador, e vendia discos e camisas de rock, punk e metal, mas acabou fechando suas portas após o falecimento precoce do seu proprietário em um acidente de moto.</span><span style="text-transform: initial;"> </span><br />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1799" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-slavery/slavery-to-kill-in-cold-blood/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-To-Kill-In-Cold-Blood.jpg?fit=500%2C300&amp;ssl=1" data-orig-size="500,300" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Slavery &amp;#8211; To Kill In Cold Blood" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-To-Kill-In-Cold-Blood.jpg?fit=500%2C300&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-1799 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-To-Kill-In-Cold-Blood-450x270.jpg?resize=450%2C270" alt="" width="450" height="270" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-To-Kill-In-Cold-Blood.jpg?resize=450%2C270&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-To-Kill-In-Cold-Blood.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" />Esse primeiro disco, apesar da qualidade técnica da gravação não ter sido das melhores (o que era muito comum na época), foi muito bem recebido não só na cena baiana, mas projetou a <strong>SLAVERY</strong> no cenário do <em>heavy metal</em> nacional. As excelentes composições e arranjos das músicas, a exemplo de <strong>Torment in the Hell</strong> e <strong>World of Tears</strong>, que demonstravam uma qualidade técnica acima da média para as bandas brasileiras de metal extremo daquele período, chamaram a atenção das principais gravadoras do gênero no sudeste do país.</p>
<p>Não demorou muito e já no ano de 1994 a <strong>SLAVERY</strong> lançou seu segundo álbum intitulado <strong>Immortal Dismalness</strong>, dessa vez pela principal gravadora da época, a mineira <strong>Cogumelo Records</strong>, que foi responsável pelo lançamento de bandas como Sepultura, Sarcófago, Overdose, Chakal, entre muitas outras. Com a regravação de World of Tears do primeiro álbum e outras excelentes composições, como <strong>Heartless by Face</strong> e <strong>The Last Days</strong>, esse disco teve imensa repercussão e chegou a ser distribuído em 18 países. A banda fez várias apresentações de divulgação desse álbum em casas de show como o clube Cruz Vermelha, na Praça do Campo Grande, e também no famoso Palco do Rock, mas infelizmente se dissolveu logo em seguida, deixando um vazio entre os fãs e uma dúvida sobre até onde essa grande banda poderia ter chegado.<br />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1800" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-slavery/slavery-immortal-dismalness/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-Immortal-Dismalness.jpg?fit=500%2C363&amp;ssl=1" data-orig-size="500,363" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Slavery &amp;#8211; Immortal Dismalness" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-Immortal-Dismalness.jpg?fit=500%2C363&amp;ssl=1" class="size-medium wp-image-1800 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-Immortal-Dismalness-450x327.jpg?resize=450%2C327" alt="" width="450" height="327" srcset="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-Immortal-Dismalness.jpg?resize=450%2C327&amp;ssl=1 450w, https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/Slavery-Immortal-Dismalness.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" />Não são conhecidos registros de apresentações da banda ao vivo, nem em áudio e nem em vídeo, restando apenas a memória dos headbangers da época que puderam aproveitar esses momentos de êxtase coletivo. Pelo menos a <strong>SLAVERY</strong> deixou um legado de grandes músicas em dois álbuns que são tão raros quanto clássicos, merecendo inclusive ser revisitados pelas atuais bandas de <em>death metal</em> que desejam ter boas referências de composições no estilo.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="1802" data-permalink="https://www.bahiarock.com.br/historia-do-rock-baiano-slavery/slavery-foto2/" data-orig-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/slavery-foto2.jpg?fit=400%2C204&amp;ssl=1" data-orig-size="400,204" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="slavery-foto2" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://i0.wp.com/www.bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/slavery-foto2.jpg?fit=400%2C204&amp;ssl=1" class="size-full wp-image-1802 aligncenter" src="https://i0.wp.com/bahiarock.com.br/wp-content/uploads/2017/10/slavery-foto2.jpg?resize=400%2C204" alt="" width="400" height="204" /></p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/KGw02wiodm0?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/30kfJ0gyliM?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
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		<title>Review – Álbum – Sixth Legion – Malefactor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grigorio Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Oct 2017 15:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Black Order Productions]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[malefactor]]></category>
		<category><![CDATA[Sixth Legion]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Finalmente chega às nossas mãos e ouvidos o sexto álbum da banda baiana de</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Finalmente chega às nossas mãos e ouvidos o sexto álbum da banda baiana de <em>unholy</em> metal <strong>MALEFACTOR</strong>. Intitulado “<strong>Sixth Legion</strong>”. O disco marca a comemoração dos 25 anos de carreira da banda, que está também preparando um documentário para registro deste período.</p>
<p>Neste sexto álbum de estúdio a <strong>MALEFACTOR</strong> apresenta uma nova formação, com <strong>Lord Vlad</strong> assumindo o baixo e os vocais, <strong>Jafet Amoêdo</strong> na guitarra e <strong>Danilo Coimbra</strong> na guitarra e orquestrações. A gravação da bateria ficou a cargo de <strong>Thiago Nogueira</strong>, músico bastante conhecido na cena underground, que já gravou registros com a Headhunter D.C., Ungodly, entre outras.</p>
<p>Com uma bela capa produzida por<strong> Rodolfo Ferreira</strong>, “<strong>Sixth Legion</strong>” traz as características que marcaram os discos anteriores da banda, com belas melodias, riffs e solos inspirados e criativos, letras que versam sobre temas históricos, literários e místicos. Contudo, nesse álbum o som da banda parece mais direto, com arranjos de teclado discretos, faixas um pouco mais curtas que nos discos anteriores, mas com as tradicionais variações entre velocidade e melodia, vocais rasgados e limpos em algumas passagens.</p>
<p>Os maiores destaques ficam por conta das rápidas e empolgantes “<strong>Counting The Corpses</strong>” (que retrata o período das guerras púnicas entre a República Romana e seus inimigos de Cartago) e a provocativa “<strong>Sodom and Gomorrah</strong>”.</p>
<p>Também merecem destaque “<strong>Behold The Evil</strong>”, com seu refrão cativante e referências às obras de Edgard Allan Poe e H.P. Lovecraft, bem como a cadenciada, irônica e provocante “<strong>The Humanist</strong>”, cuja letra foi composta a partir de fragmentos de texto do emblemático filme “Advogado do Diabo”, uma canção sensacional e com riffs contagiantes pra bater cabeça nos shows.</p>
<p>O disco traz ainda referências ao universo literário de Robert E. Howard (criador de Conan, o Bárbaro) em canções como “<strong>Stygia</strong>” e “<strong>The Styx River</strong>”, esta última trazendo belas melodias e os vocais limpos que tanto marcaram a banda, além de um refrão forte. Já a música “<strong>Cross and Fiction</strong>” cria um clima psicológico que lembra os temas sombrios do mestre King Diamond e “<strong>Borgia</strong>” encerra o disco com muita melodia. O álbum também conta com o cover da música “<strong>Down at the Valley of the Great Encounter</strong>”, da banda grega Horrified.</p>
<p>A <strong>MALEFACTOR</strong> demonstra neste álbum que está cada vez mais afiada e que é uma das melhores bandas de metal nacional em atividade. “<strong>Sixth Legion</strong>” é um álbum forte e muito interessante, deixando no ar a expectativa de como a banda seguirá para os próximos, pois consegue sempre surpreender seus fãs com sua capacidade de produzir música incorporando elementos de vários estilos dentro do <em>heavy metal</em>.</p>
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<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
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Álbum:  </strong>Sixth Legion<br />
<strong>Artista:</strong>  Malefactor<br />
<strong>País:</strong> Brasil<br />
<strong>Gravadora:</strong> Black Order Productions<br />
<strong>Lançamento:</strong> Setembro de 2017</p>
<p><strong>Faixas:</strong></p>
<p>1 – COUNTING THE CORPSES<br />
2 – STYGIA<br />
3 – THEY SPEAK MY NAME IN TONGUES<br />
4 – THE STYX RIVER<br />
5 – BEHOLD THE EVIL<br />
6 – SODOM AND GOMORRAH<br />
7 – DOWN AT THE VALLEY OF THE GREAT ENCOUNTER<br />
8 – THE HUMANIST<br />
9 – CROSS AND FICTION<br />
10 – BORGIA</p>
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