Entrevista Cof Damu
Por Ramon Prates
Entrevista realizada por e-mail
Fotos enviadas pela banda
A banda Cof Damu foi convidada para lançar seu primeiro cd pelo selo Som Livre apresenta. Esse ano eles se apresentaram no palco tendências do Festival de Verão e foram tocar no Rio de Janeiro. Nessa entrevista a banda fala um pouco sobre esses acontecimentos, sobre a origem da banda e do seu peculiar nome, entre outros. Confiram!
A banda é formada por Véu Paternostro (voz,violão e flauta), Dudare (baixo), Cláudio Lima (bateria), Eduardo Karranka (guitarra), Peu (Teclados), Fábio Abú (percussão).
No início a banda eram amigos que se juntaram para "fazer um som". Após 3 anos, o que mudou em relação a isso?
Peu: Os laços de amizade estreitaram-se ainda mais. Hoje temos maior liberdade para expor uma opinião, principalmente com relação ao nosso trabalho. Nossa relação se tornou mais de família.
Dudare: Ô Peu, não é terapia em grupo não, rapaz (risos)! Falando de música agora, acho que pouca coisa mudou. A música mais recente da Cof foi feita da mesma maneira que a primeira: Véu chega com a música no violão e a gente tenta deixar ela de uma forma que todos gostem. Como cada um pensa de um jeito diferente, sai uma misturada só (risos)!
E o nome da banda? Vi até que existe um tópico na comunidade da banda no Orkut sobre isso.
Cláudio: Na verdade, não há nada complicado em relação ao nome da banda. Quem procurar nos dicionários certamente não encontrará respostas e por isso temos que explicar sempre. Então, para facilitar, criamos um tópico onde um de nossos integrantes, Dudare, explica.
Véu: Resumindo, cof (tosse ) + da(preposição) mu(mugido) = tosse da vaca (risos).
Como vocês definiram o som da banda para alguém que nunca ouviu?
Peu: Já tivemos mais dificuldade em definir a nossa sonoridade, isso era preocupante porque passamos um período longo trabalhando em estúdio, testando arranjos, misturando ritmos e quando pensávamos em fazer show rolava certo receio de como seria a reação do público. A presença de amigos nos ensaios foi imprescindível. Foi importante ouvir e sentir a reação de quem estava de fora e aos poucos fomos mostrando a cara. Hoje assumimos essa mistura e definimos como pop, folk, rock, ijexá...(risos)!
Dudare: É pop-folk-experimental. Pop porque é uma música de fácil acesso. Você pode botar o disco da Cof no almoço familiar aos domingos (risos). Folk não só no sentido americano (violão de aço), mas no folclórico mesmo, e isso inlcui ijexá, salsa e outros ritmos. Experimental porque a gente coloca tudo que imaginamos nas músicas, deixando várias bem estranhas mesmo (risos).
Como surgiu esse convite para lançar o cd pelo selo Som Livre Apresenta?
Cláudio: Bom, passamos muito tempo com nosso material gravado e divulgando pela Internet e estávamos prestes a lançar nosso disco 100% independente e trabalhar músicas novas. Foi quando a Som Livre nos descobriu num site de divulgação para bandas independentes e entrou em contato conosco querendo nos conhecer.
Véu: Santo PalcoMp3 (risos)!
Como foram as gravações do cd? Onde foi gravado, quando, quem produziu...
Peu: Nós optamos por um caminho pouco freqüentado por bandas independentes. Primeiro entramos no estúdio, preparamos as músicas e partimos para a gravação, antes mesmo de termos feito qualquer show. Assim como muitas bandas independentes, também tínhamos pouca grana e isso atrasou bastante a finalização do disco. Iniciamos a gravação em 2004 no estúdio Casa das Máquinas com Tadeu Mascarenhas e fizemos nossa própria produção. Cuidamos desse disco com muito carinho e, acreditem, ainda não está finalizado. Agora ele está sob os cuidados do produtor musical e baterista do Kid Abelha, Kadu Menezes.
Já existe alguma previsão de lançamento do cd? E planos para um show especial de lançamento?
Cláudio: O disco será lançado em abril e faremos dois shows para o lançamento. Como não poderíamos deixar de lado o lugar onde tudo começou, vamos fazer um em Salvador e outro em Rio de Janeiro.
Véu: Só não sabemos a data certa ainda.
A banda embarcou para um show no Rio dia 20 de Fevereiro. Este foi primeiro show da banda fora da Bahia? Como foi a apresentação?
Véu: Foi nosso primeiro show fora da Bahia. Aconteceu no Teatro Odisséia, na Lapa, e gostamos muito de tocar lá. Esperávamos um total silêncio do público depois de cada música e ficamos surpresos quando todos aplaudiram nos intervalos das nossas canções. Ficamos super felizes.
Dudare: Desde o início o público deixou a gente à vontade, nos recebendo muito bem. Aí fica tudo mais fácil! O show foi curtinho, mas representou muito pra gente. Uma festa linda numa noite de quarta-feira com a casa no clima perfeito.
Falando em shows, a banda se apresentou esse ano no Festival de Verão no palco Tendências. Como foi a reação do público e como surgiu o convite para tocar?
Dudare: Cara, foi muito bom, viu!? Nós só temos agradecimentos a este público que nos prestigia em nossos shows. Não existe nada mais emocionante do que ver pessoas cantando nossas músicas a plenos pulmões, ver que realmente estão gostando e captando as mensagens. A gente já tinha tentado entrar no Festival em 2007, mas parece que fomos uma melhor solução em 2008, porque fizemos exatamente a mesma coisa do ano passado, mas dessa vez colou (risos)!
Mais sobre a banda:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=13898903
http://www.cofdamu.palcomp3.com.br/
http://www.myspace.com/cofdamu
http://www.tramavirtual.com.br/cof_damu
http://www.fotolog.com/cofdamu
Contatos:
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Entrevista realizada por e-mail
Fotos enviadas pela banda
A banda Cof Damu foi convidada para lançar seu primeiro cd pelo selo Som Livre apresenta. Esse ano eles se apresentaram no palco tendências do Festival de Verão e foram tocar no Rio de Janeiro. Nessa entrevista a banda fala um pouco sobre esses acontecimentos, sobre a origem da banda e do seu peculiar nome, entre outros. Confiram!A banda é formada por Véu Paternostro (voz,violão e flauta), Dudare (baixo), Cláudio Lima (bateria), Eduardo Karranka (guitarra), Peu (Teclados), Fábio Abú (percussão).
No início a banda eram amigos que se juntaram para "fazer um som". Após 3 anos, o que mudou em relação a isso?
Peu: Os laços de amizade estreitaram-se ainda mais. Hoje temos maior liberdade para expor uma opinião, principalmente com relação ao nosso trabalho. Nossa relação se tornou mais de família.
Dudare: Ô Peu, não é terapia em grupo não, rapaz (risos)! Falando de música agora, acho que pouca coisa mudou. A música mais recente da Cof foi feita da mesma maneira que a primeira: Véu chega com a música no violão e a gente tenta deixar ela de uma forma que todos gostem. Como cada um pensa de um jeito diferente, sai uma misturada só (risos)!
E o nome da banda? Vi até que existe um tópico na comunidade da banda no Orkut sobre isso.
Cláudio: Na verdade, não há nada complicado em relação ao nome da banda. Quem procurar nos dicionários certamente não encontrará respostas e por isso temos que explicar sempre. Então, para facilitar, criamos um tópico onde um de nossos integrantes, Dudare, explica.Véu: Resumindo, cof (tosse ) + da(preposição) mu(mugido) = tosse da vaca (risos).
Como vocês definiram o som da banda para alguém que nunca ouviu?
Peu: Já tivemos mais dificuldade em definir a nossa sonoridade, isso era preocupante porque passamos um período longo trabalhando em estúdio, testando arranjos, misturando ritmos e quando pensávamos em fazer show rolava certo receio de como seria a reação do público. A presença de amigos nos ensaios foi imprescindível. Foi importante ouvir e sentir a reação de quem estava de fora e aos poucos fomos mostrando a cara. Hoje assumimos essa mistura e definimos como pop, folk, rock, ijexá...(risos)!
Dudare: É pop-folk-experimental. Pop porque é uma música de fácil acesso. Você pode botar o disco da Cof no almoço familiar aos domingos (risos). Folk não só no sentido americano (violão de aço), mas no folclórico mesmo, e isso inlcui ijexá, salsa e outros ritmos. Experimental porque a gente coloca tudo que imaginamos nas músicas, deixando várias bem estranhas mesmo (risos).
Como surgiu esse convite para lançar o cd pelo selo Som Livre Apresenta?
Cláudio: Bom, passamos muito tempo com nosso material gravado e divulgando pela Internet e estávamos prestes a lançar nosso disco 100% independente e trabalhar músicas novas. Foi quando a Som Livre nos descobriu num site de divulgação para bandas independentes e entrou em contato conosco querendo nos conhecer.
Véu: Santo PalcoMp3 (risos)!
Como foram as gravações do cd? Onde foi gravado, quando, quem produziu...
Peu: Nós optamos por um caminho pouco freqüentado por bandas independentes. Primeiro entramos no estúdio, preparamos as músicas e partimos para a gravação, antes mesmo de termos feito qualquer show. Assim como muitas bandas independentes, também tínhamos pouca grana e isso atrasou bastante a finalização do disco. Iniciamos a gravação em 2004 no estúdio Casa das Máquinas com Tadeu Mascarenhas e fizemos nossa própria produção. Cuidamos desse disco com muito carinho e, acreditem, ainda não está finalizado. Agora ele está sob os cuidados do produtor musical e baterista do Kid Abelha, Kadu Menezes.Já existe alguma previsão de lançamento do cd? E planos para um show especial de lançamento?
Cláudio: O disco será lançado em abril e faremos dois shows para o lançamento. Como não poderíamos deixar de lado o lugar onde tudo começou, vamos fazer um em Salvador e outro em Rio de Janeiro.
Véu: Só não sabemos a data certa ainda.
A banda embarcou para um show no Rio dia 20 de Fevereiro. Este foi primeiro show da banda fora da Bahia? Como foi a apresentação?
Véu: Foi nosso primeiro show fora da Bahia. Aconteceu no Teatro Odisséia, na Lapa, e gostamos muito de tocar lá. Esperávamos um total silêncio do público depois de cada música e ficamos surpresos quando todos aplaudiram nos intervalos das nossas canções. Ficamos super felizes.Dudare: Desde o início o público deixou a gente à vontade, nos recebendo muito bem. Aí fica tudo mais fácil! O show foi curtinho, mas representou muito pra gente. Uma festa linda numa noite de quarta-feira com a casa no clima perfeito.
Falando em shows, a banda se apresentou esse ano no Festival de Verão no palco Tendências. Como foi a reação do público e como surgiu o convite para tocar?
Dudare: Cara, foi muito bom, viu!? Nós só temos agradecimentos a este público que nos prestigia em nossos shows. Não existe nada mais emocionante do que ver pessoas cantando nossas músicas a plenos pulmões, ver que realmente estão gostando e captando as mensagens. A gente já tinha tentado entrar no Festival em 2007, mas parece que fomos uma melhor solução em 2008, porque fizemos exatamente a mesma coisa do ano passado, mas dessa vez colou (risos)!
Mais sobre a banda:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=13898903
http://www.cofdamu.palcomp3.com.br/
http://www.myspace.com/cofdamu
http://www.tramavirtual.com.br/cof_damu
http://www.fotolog.com/cofdamu
Contatos:
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