Entrevista - Acord
Por Ramon Prates
Entrevista realizada por e-mail
Fotos enviadas pela banda
Ainda sem um cd gravado, a banda Acord participou do carnaval baiano em 2008 saindo em um trio elétrico independente no circuito Barra-Ondina. Eles contam nessa entrevista um pouco sobre o significado do seu nome, sobre como foi a experiência de tocar no carnaval, entre outro. O guitarrista Samir Carvalho, o baterista Thiago Brandão e o percussionista Diego Cerqueira responderam as perguntas em nome da banda, que ainda conta com Pedro Caetano na voz e guitarra e Henrique Duarte no baixo.
Expliquem melhor o significado do nome Acord.
Samir: O nome Acord não tem apenas um significado, a idéia do nome é justamente essa ambigüidade e a boa sonoridade que ele traz. Muitas pessoas perguntam se é "acorde" de guitarra, ou se é "acorde" de acordar, e a resposta é sempre a mesma, cabe a cada um interpretar como quer.
Definam o som da banda para alguém que nunca ouviu.
Samir: Acho que o nosso som pode ser bem passado em palavras através do próprio release da banda. "Com uma formação de estilos diversificados, com influências do rock clássico, elementos de banda de garagem e donos de uma sonoridade experimental inovadora, a ACORD transita por ritmos genuinamente brasileiros. Exatamente como o nome Acord expressa, a banda de rock que realiza por meio do sentimento, pelo instrumental, a busca por momentos de reflexão com letras existencialistas e pitadas de psicodelismo, utiliza-se de suas referências de uma forma sutil e as transforma em releituras ricas de melodias fortes com suas pesquisas no rock progressivo e na mescla com sons regionais, reggae, hard rock, metal, blues e jazz. O resultado é uma musicalidade expressiva, de ampla criação e atitude inquieta! "
Como surgiu a oportunidade de tocar num trio independente no carnaval?
Diego: Na verdade, o contato inicial partiu de um patrocinador que nos vem apoiando. Apresentamos uma proposta de trabalho e divulgação de imagem para carnaval deste ano. Como a Prefeitura, através da Emtursa, vem fazendo um trabalho bastante interessante na divulgação e incentivo a bandas independentes, promovendo assim a diversidade cultural no carnaval, foi aberto um espaço na pauta interna deles para a apresentação de uma banda de Rock dentro do cenário do carnaval. Assim como nós, outras bandas independentes também tiveram a oportunidade, tendo inclusive neste ano uma pauta bastante diversificada.
Como foi a experiência de tocar num trio? Qual foi a reação do público?
Henrique: Tocar num trio elétrico no carnaval de Salvador foi uma experiência única e bastante valiosa para nós, uma banda independente de rock, apesar do horário não ter propiciado um numero de publico tão grande, o publico presente estava muito animado e acompanhando o trio no clima do repertório.
Thiago: Experiência foi louca e única! O motorista estava no mínimo um pouco fora de si. As freadas dele faziam todos em cima do trio darem um passo para se equilibrar, imagine. Fora isso o melhor foi ver os loucos da rua curtindo o som e acompanhando o trio como o "Samambáia" (figurassa que está até no registro do YouTube). Tinha também gringos (teve um até que perguntou se o trio saia mais dias).
Quais foram as músicas do repertório que mais agitaram?
Samir: Na minha opinião as músicas que agitaram mais foram os clássicos das décadas de 60 e 70 como: Twist and Shout, I Feel Good, Satisfaction, Sympathy For The Devil, Another Brick In The Wall (Part. II), Highway To Hell e Whole Lotta Love.
Henrique: Alem dos clássicos do rock setentista internacional como Pink Floyd, Beatles, Rolling Stones e The Doors, o ponto alto do show em minha opinião foi "Bete" de Camisa de Vênus, a galera dançou e cantou junto esse clássico do rock n' roll soteropolitano, alem de outros como Raulzito e Novos Baianos.
O que mudou para a banda após essa experiência?
Henrique: Alem da experiência de estar tocando num evento deste porte, pudemos levar o nosso som para um grande numero de pessoas que estavam de passagem e por acaso conheceram a banda. Alguns patrocínios também foram fechados graças à visibilidade que o evento proporciona. Entre eles Bahiarock e Estúdio Clave (onde gravaremos nosso primeiro CD, fruto desta parceria).
Quando a banda vai gravar o seu primeiro cd?
Samir: A banda vai entrar em processo de gravação logo após o show do dia 16/04 no Irish Pub do porto da barra com previsão de lançamento ainda para este semestre.
Existem planos para tocar fora da capital ou até mesmo fora do estado?
Samir: Sim. Existem planos para tocar fora da capital, porém não no momento devido ao focu no precesso de gravação. Estamos abertos a convites de outras bandas também para fazer shows fora da capital ou fora do estado, para entrar em contato, Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
Mais sobre a banda:
Cadastro no BahiaRock
http://www.fotolog.net/banda_acord
http://www.myspace.com/bandacord
Trama Virtual
Ouça:
Numa cabeça só cabe uma cabeça
Entrevista realizada por e-mail
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Ainda sem um cd gravado, a banda Acord participou do carnaval baiano em 2008 saindo em um trio elétrico independente no circuito Barra-Ondina. Eles contam nessa entrevista um pouco sobre o significado do seu nome, sobre como foi a experiência de tocar no carnaval, entre outro. O guitarrista Samir Carvalho, o baterista Thiago Brandão e o percussionista Diego Cerqueira responderam as perguntas em nome da banda, que ainda conta com Pedro Caetano na voz e guitarra e Henrique Duarte no baixo.Expliquem melhor o significado do nome Acord.
Samir: O nome Acord não tem apenas um significado, a idéia do nome é justamente essa ambigüidade e a boa sonoridade que ele traz. Muitas pessoas perguntam se é "acorde" de guitarra, ou se é "acorde" de acordar, e a resposta é sempre a mesma, cabe a cada um interpretar como quer.
Definam o som da banda para alguém que nunca ouviu.
Samir: Acho que o nosso som pode ser bem passado em palavras através do próprio release da banda. "Com uma formação de estilos diversificados, com influências do rock clássico, elementos de banda de garagem e donos de uma sonoridade experimental inovadora, a ACORD transita por ritmos genuinamente brasileiros. Exatamente como o nome Acord expressa, a banda de rock que realiza por meio do sentimento, pelo instrumental, a busca por momentos de reflexão com letras existencialistas e pitadas de psicodelismo, utiliza-se de suas referências de uma forma sutil e as transforma em releituras ricas de melodias fortes com suas pesquisas no rock progressivo e na mescla com sons regionais, reggae, hard rock, metal, blues e jazz. O resultado é uma musicalidade expressiva, de ampla criação e atitude inquieta! "
Como surgiu a oportunidade de tocar num trio independente no carnaval?
Diego: Na verdade, o contato inicial partiu de um patrocinador que nos vem apoiando. Apresentamos uma proposta de trabalho e divulgação de imagem para carnaval deste ano. Como a Prefeitura, através da Emtursa, vem fazendo um trabalho bastante interessante na divulgação e incentivo a bandas independentes, promovendo assim a diversidade cultural no carnaval, foi aberto um espaço na pauta interna deles para a apresentação de uma banda de Rock dentro do cenário do carnaval. Assim como nós, outras bandas independentes também tiveram a oportunidade, tendo inclusive neste ano uma pauta bastante diversificada.Como foi a experiência de tocar num trio? Qual foi a reação do público?
Henrique: Tocar num trio elétrico no carnaval de Salvador foi uma experiência única e bastante valiosa para nós, uma banda independente de rock, apesar do horário não ter propiciado um numero de publico tão grande, o publico presente estava muito animado e acompanhando o trio no clima do repertório.Thiago: Experiência foi louca e única! O motorista estava no mínimo um pouco fora de si. As freadas dele faziam todos em cima do trio darem um passo para se equilibrar, imagine. Fora isso o melhor foi ver os loucos da rua curtindo o som e acompanhando o trio como o "Samambáia" (figurassa que está até no registro do YouTube). Tinha também gringos (teve um até que perguntou se o trio saia mais dias).
Quais foram as músicas do repertório que mais agitaram?
Samir: Na minha opinião as músicas que agitaram mais foram os clássicos das décadas de 60 e 70 como: Twist and Shout, I Feel Good, Satisfaction, Sympathy For The Devil, Another Brick In The Wall (Part. II), Highway To Hell e Whole Lotta Love.
Henrique: Alem dos clássicos do rock setentista internacional como Pink Floyd, Beatles, Rolling Stones e The Doors, o ponto alto do show em minha opinião foi "Bete" de Camisa de Vênus, a galera dançou e cantou junto esse clássico do rock n' roll soteropolitano, alem de outros como Raulzito e Novos Baianos.
O que mudou para a banda após essa experiência?
Henrique: Alem da experiência de estar tocando num evento deste porte, pudemos levar o nosso som para um grande numero de pessoas que estavam de passagem e por acaso conheceram a banda. Alguns patrocínios também foram fechados graças à visibilidade que o evento proporciona. Entre eles Bahiarock e Estúdio Clave (onde gravaremos nosso primeiro CD, fruto desta parceria).Quando a banda vai gravar o seu primeiro cd?
Samir: A banda vai entrar em processo de gravação logo após o show do dia 16/04 no Irish Pub do porto da barra com previsão de lançamento ainda para este semestre.
Existem planos para tocar fora da capital ou até mesmo fora do estado?
Samir: Sim. Existem planos para tocar fora da capital, porém não no momento devido ao focu no precesso de gravação. Estamos abertos a convites de outras bandas também para fazer shows fora da capital ou fora do estado, para entrar em contato, Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
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